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terça-feira, 28 de junho de 2016

Audiência Pública no Rio de Janeiro, 28/06/2016.


CURTA A PÁGINA - OBRIGADA 


Plano Municipal de Educação 

(SEM IDEOLOGIA DE GÊNERO)

ATUALIZANDO - 29/06/2016

Para quem não pôde comparecer à audiência pública de ontem sobre PME Ideologia de Gênero e com a participação da psicóloga Marisa Lobo. Galerias super lotadas e fila enorme do lado de fora da Câmara em plena terça-feira as 9:00
A fila estava quase na Glória. Super feliz! 
















quarta-feira, 22 de junho de 2016

Como são avaliados os Professores nos países com a melhor educação do mundo

AVALIANDO   O  PROFESSOR!

Milhares de professores se opõem à reforma de educação proposta pelo governo mexicanoImage copyrightREUTERS
Image captionMilhares de professores se opõem à reforma de educação proposta pelo governo mexicano
No último domingo, seis pessoas morreram durante confrontos entre professores e a polícia no Estado mexicano de Oaxaca. Pelo menos 100 pessoas ficaram feridas, incluindo muitos policiais.
Este protesto, organizado pela combativa facção de Oaxaca da Confederação Nacional dos Trabalhadores de Ensino (CNTE), o principal sindicato da categoria do México, foi apenas o capítulo mais recente na resistência de um amplo setor da categoria em aceitar reformas educacionais introduzidas pelo governo em 2013.
Entre as medidas, a mais polêmica é a introdução de um sistema de avaliação do desempenho dos professores.
Os professores do México não são os únicos a resistir a esse tipo de iniciativa. No Chile também houve protestos quando , em 2006, foi introduzida uma medida parecida.
Pelo menos seis pessoas morreram e outras 50 ficaram feridas nos confrontos de Oaxaca, no sul do MéxicoImage copyrightGETTY IMAGES
Image captionPelo menos seis pessoas morreram e outras 50 ficaram feridas nos confrontos de Oaxaca, no sul do México
Entretanto, "a maioria dos países com bons resultados educativos avalia seus professores", diz Cristián Cox Donoso, especialista em estratégia docente do Escritório Regional de Educação da Unesco para a América Latina e o Caribe.
É o caso de Xangai, Cingapura, Hong Kong e Japão, que aparecem nas primeiras posições do Programa Internacional para Avaliação de Estudantes (Pisa), utilizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para comparar o desempenho e matemática, ciência e leitura de meio milhão de adolescentes de 15 anos em 65 países, incluindo o Brasil.
A China tem um sistema complexo de avaliação de professoresImage copyrightGETTY IMAGES
Image captionA China tem um sistema complexo de avaliação de professores
Em Xangai, por exemplo, assim como no resto da China, existe um complexo sistema destinado a medir a qualidade dos professores. Os critérios gerais se estabelecem a nível nacional, detalham-se ao nível local, e cada escola é encarregada de levar a cabo as avaliações.
E as avaliações têm ainda critérios como integridade profissional e valores do professor, não apenas habilidades.
O processo tem autoavaliações, questionários dirigidos a colegas, alunos e pais, mas também leva em conta os resultados acadêmicos de seus alunos.
Os dados são enviados ao governo central.
"A China quer redefinir o sistema para fazê-lo mais científico", diz Vivian Stewart, autora do livro A World-Class Education: Learning from International Models of Excellence and Innovation, que analisa iniciativas internacionais bem-sucedidas no campo da educação.
Países asiáticos estão nas primeiras posições do ranking PisaImage copyrightGETTY IMAGES
Image captionPaíses asiáticos estão nas primeiras posições do ranking Pisa
Stewart também elogia o sistema de avalição de professores em Cingapura. No país asiático, a avaliação anual é obrigatória desde 2005 para todos os professores. Ela leva em conta não apenas os resultados acadêmicos, mas também as iniciativas pedagógicas do professor, as contribuições para seus colegas e sua relação com os pais de alunos e organizações comunitárias.
E, durante três momentos do ano, o plano de aulas de cada professor é vistoriado pelo diretor ou sub-diretor da escola.
No Japão, cada professor estabelece objetivos junto à direção da escola no início do ano, e no final do ano tem seu desempenho avaliado.
Resultados acadêmicos devem ser apenas uma parte da avaliação docenteImage copyrightGETTY IMAGES
Image captionResultados acadêmicos devem ser apenas uma parte da avaliação docente
Durante o ano, aulas são supervisionadas por grupos de professores - e em alguns casos por inspetores e mesmo autoridades via vídeo. Em Hong Kong, as escolas realizam avaliações anuais, que o governo revê a cada três anos.

Informalidade

Mas nem todos os sistemas são tão formais. Na Finlândia, país que segue sendo um importante referencial educacional a nível internacional, embora tenha perdido posições nas últimas edições do PISA, a maneira de medir o desempenho dos professores é diferente.
No início da década de 90, o paíes europeu aboliu o sistema de inspeção escolar e hoje as avaliações têm lugar na própria escola, com base em conversas entre o professor e o diretor.
A Finlândia tem sistema de avaliação mais informal e baseado na confiançaImage copyrightGETTY IMAGES
Image captionA Finlândia tem sistema de avaliação mais informal e baseado na confiança
"É um modelo baseado na confiança", diz Paulo Santiago, analista de educação da OCDE.
Mas Santiago afirma não haver um sistema que sirva para todos.
"Ele precisa ser adaptado ao contexto".

Panorama latinoamericano

Especialistas recomendam ainda que um modelo de avaliação precisa cumprir com as seguintes características: os padrões de medição devem estar bem estabelecidos, os professores devem conhecê-los e quem avalia os professores deve ter boa formação.
O Chile há 10 anos avalia seus professoresImage copyrightGETTY IMAGES
Image captionO Chile há 10 anos avalia seus professores
Na América Latina, o país que há mais tempo avalia seus professores é o Chile.
O governo criou um sistema nacional em 2006, depois de uma longa negociação com os sindicatos. "E a partir de agora, com a promulgação da Lei da Carreira Docente, os professores da rede particular também serão avaliados", explica a BBC Mundo Cristián Cox Donoso, o especialista em estratégia docente da Unesco.
O processo inclui uma revisão do portfólio do professor, gravação de uma aula, entrevistas com examinadores e uma autoavaliação.
Os dados são alimentados a um computador, que calcula uma nota para o desempenho docente. E os resultados podem determinar se um professor vai receber aumento ou mesmo enviado para plano de reaprendizado para trabalhar em suas deficiências.
Países que avaliam professores apresentam melhores resultados educacionaisImage copyrightGETTY IMAGES
Image captionPaíses que avaliam professores apresentam melhores resultados educacionais
Se não há melhora nas avaliações seguintes, o professor poder ser forçado a deixar de exercer a profissão.
Cox informa que, além de Chile e México, Colômbia e Peru também estão estudando ou introduzindo projetos do tipo.
Fonte:http://www.bbc.com/portuguese/geral-36595678?ocid=socialflow_twitter

segunda-feira, 20 de junho de 2016

A EDUCAÇÃO (PROFISSIONAL), COMO A MEDICINA, TANTO SALVA COMO PODE MATAR!



17/06/2016 UNB 

Universidade já foi o SONHO de muitos pais, hoje é um 

PESADELO! Esses serão os "professores" de seus filhos e 

netos! É este futuro que você quer para sua FAMÍLIA?







CURTA A PÁGINA , assista ao vídeo das 

Escolas no RS,  em MAIO /2016 -  ANALISE A POSTURA 

DA "PROFESSORA E ESCOLA " 

E VEJA O QUE SEU FILHO PODE 

ESTAR APRENDENDO NAS ESCOLAS.

https://www.facebook.com/Professora-Marcia-Valeria-1568616160123179/




A EDUCAÇÃO (PROFISSIONAL), COMO A MEDICINA, TANTO SALVA COMO PODE MATAR!
É muito triste ver jovens se perdendo nas "Universidades". Há anos, passar para Universidade era o sonho de todos os pais, hoje é o PESADELO. Infelizmente, não generalizando, a maioria está sendo idiotizada e se acha no direito de desrespeitar tudo e a todos. Isso muito me entristece, me coloco no lugar da família e de Profissionais Sérios que querem uma Educação de Qualidade. Mas, ao mesmo tempo me deparo com outros jovens das Universidades, que estão na luta contra a desonestidade, por um país melhor para o futuro de toda a Nação.São Guerreiros, sinto que há esperança nesse Brasil de 13 anos de ATRASO EDUCACIONAL. Onde diversos Hospitais foram fechados sem dinheiro, pois a verba foi para o bolso do partido para distribuir com militontos para transformarem nosso país em um inferno astral. Um país que hoje tem cerca de 12 MILHÕES DE DESEMPREGADOS, enquanto o "partido dos trabalhadores" e seus comparsas, têm dinheiro suficiente para pagar hotel de luxo para suas badernas e nem mesmo explica para as pessoas qual o seu papel (MORRER POR UM PARTIDO IDEOLÓGICO, DITADOR, COMUNISTA), Será que essas pessoas que gritam "NÃO VAI TER GOPI" - "FASCISTAS" , sabem o risco que estão correndo? Será que já leram o DECÁLOGO DE LENIN? Será que têm maturidade para arcar com as consequências, QUE VIRÃO? Deus tenha MISERICÓRDIA desses jovens, formados na área da Educação mas que NÃO SÃO PROFESSORES, SÃO MILITANTES PARTIDÁRIO IDEOLÓGICO, "alunos doutrinados" e de suas Famílias, se tiverem uma. Que eles possam param e pensar, ao menos uma vez: QUAL O OBJETIVO DE MINHA MILITÂNCIA? SERÁ BOM PARA MEU PAÍS? MINHA VIDA ESTÁ EM RISCO? O QUE SEREI DAQUI HÁ 10 ANOS SE CONTINUAR VIVO? 
Eu os desejos MUDANÇA DE VIDA, VIDA MELHOR AO LADO DE PESSOAS CERTAS. DEUS NOS ABENÇOE MAIS. PAZ!









PROJETO DA POLÊMICA


O que diz o Projeto de Lei 44, apresentado pelo governo do Estado e alvo de descontentamento dos professores em greve e dos alunos que ocupam escolas.

ORGANIZAÇÕES SOCIAIS

O projeto permite que entidades privadas sem fins lucrativos sejam qualificadas como organizações sociais, em conformidade com a lei federal 9.637/98.

CONTRATOS DE GESTÃO

O projeto estabelece que o governo pode firmar parcerias com as organizações sociais para “fomento e execução de atividades”.

AS ÁREAS

As parcerias, segundo o projeto, poderiam ser realizadas em oito áreas (duas a mais do que o previsto na legislação federal):
Ensino
Pesquisa científica
Desenvolvimento tecnológico
Ação social
Gestão, proteção e preservação do meio ambiente
Esporte
Saúde
Cultura

CESSÃO DE RECURSOS, BENS E SERVIDORES

O projeto prevê que, além de receber recursos orçamentários e extraorçamentários, as organizações privadas poderão obter a cedência de bens públicos – o que incluiria imóveis, por exemplo. Também ficaria autorizada a cessão de servidores públicos para trabalhar nas entidades privadas, sendo que, nesse casos, os custos ficariam com o Estado.
Fonte; http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/educacao/noticia/2016/05/projeto-de-lei-44-causa-barulho-em-audiencia-publica-na-assembleia-do-rio-grande-do-sul-5821391.html

ACORDA POVO, ESSES "ESTUDANTES DE TÁTICA DE GUERRILHA" SERÃO OS PROFESSORES DOS FILHOS DE VOCÊS!!! VAMOS DAR UM BASTA NISSO!

A coragem de uma jovem contra psicopatas 
da extrema-esquerda na UnB
POR LUCIANOHENRIQUE on 19 DE JUNHO DE 2016 • ( 10 )


Fonte: https://lucianoayan.com/2016/06/19/a-coragem-de-uma-jovem-contra-psicopatas-da-extrema-esquerda-na-unb/?utm_source=facebook.com&utm_medium=social&utm_campaign=Postcron.com

Projeto de Lei 44 causa barulho em audiência pública na Assembleia do Rio Grande do Sul

Em audiência na Casa, houve participantes que atacaram Projeto de Lei que julgam ser uma tentativa de privatização do ensino e de outros serviços

Por: Itamar Melo
30/05/2016 - 21h54min

Projeto de Lei 44 causa barulho em audiência pública na Assembleia do Rio Grande do Sul Marcelo Bertani/Agência ALRS/Divulgação   
Foto: Marcelo Bertani / Agência ALRS/Divulgação
Professores estaduais e alunos da rede pública gaúcha ajudaram a lotar o Teatro Dante Barone, na tarde desta segunda-feira, para uma barulhenta audiência sobre o Projeto de Lei 44, apresentado à Assembleia Legislativa pelo governo do Estado. A proposta, interpretada pelos críticos como uma tentativa do Piratini de privatizar o ensino e outros serviços públicos, reduzindo o tamanho do Estado, é um dos principais alvos do movimento de ocupação de escolas realizado pelos estudantes. Também está na pauta dos professores estaduais em greve. Nesta segunda-feira, antes da audiência, eles se reuniram à frente do Piratini para protestar contra o projeto.
Apresentado pelo Executivo, o PL 44 prevê que entidades privadas sem fins lucrativos, qualificadas como organizações sociais, possam firmar parcerias com o poder público para exercer atividades em áreas como o ensino, a saúde, a cultura e a preservação ao meio ambiente. A lei prevê que, para isso, essas entidades poderiam receber recursos públicos e até mesmo estruturas físicas pertencentes ao Estado.
Leia mais:


A audiência pública, proposta pelas deputadas estaduais Manuela D¿Ávila (PCdoB) e Stela Farias (PT), reuniu centenas de adversários do projeto, incluindo parlamentares de partidos de esquerda e representantes de várias secretarias e fundações, temerosos de que a intenção do governo seja transferir serviços hoje na esfera pública para organizações não governamentais (ONGs). O governo não enviou para o debate nenhum secretário de Estado. Fez-se representar pelo subchefe legislativo da Casa Civil, César Kasper Marsillac. A ausência de um nome de peso motivou ataques dos participantes.
– Pena que o nosso governador não está aqui. Pena que o nosso secretário de governo não está aqui. O PL 44 é, sim, para privatizar o serviço público. Sabemos ler um projeto de lei e entendê-lo. É privatização. Não tem outro nome – atacou a presidente do Cpers/Sindicato, Helenir Aguiar Schürer.
Na plateia, participantes do movimento de ocupação das escolas, que ornaram o teatro com suas faixas, manifestavam-se ruidosamente, gritando em coro:
– "Educação privatizada, nossa resposta é escola ocupada" ou "Unificou, unificou, é o estudante, o funcionário e o professor".
Segundo a deputada Manuela D´Ávila, relatora do projeto de lei na Comissão de Constituição e Justiça, a primeira tentativa de barrar o projeto será demonstrar sua inconstitucionalidade. Em sua manifestação, a parlamentar afirmou que o texto apresentado pelo Piratini propõe que o Estado possa abrir mão de serviços que são sua responsabilidade, o que estaria em desacordo com a Constituição.
A manifestação mais longa foi feita por Aragon Érico Dasso Júnior, professor de administração pública na UFRGS e especialista em desmonte do Estado. Para ele, o projeto de lei representa uma "privatização mascarada". Ele entende que o governo quer repassar atividades para entidades particulares e colocar os servidores que atualmente exercem tais funções como cargos em extinção. Outro motivo de crítica é que, na avaliação dele, a partir do projeto, o governo poderia escolher sem licitação as ONGs e poderia indicar pessoas próximas para ocupar vagas, em lugar de contratar por concurso:
– Organizações não governamentais têm de controlar o poder estatal. Quando começam a receber recursos públicos para realizar serviços, elas estão substituindo o poder público. No projeto, há transferência de recursos públicos, de servidores e de bens. Quando repassa tudo isso, o governo está dizendo que é incompetente para gerir a máquina pública.
A mesa instalada sobre o palco do teatro tinha duas dezenas de pessoas, incluindo sindicalistas, parlamentares e líderes estudantis, todos adversários do projeto. Diante da manifestação de cada um deles, a plateia se pronunciava efusivamente, como uma torcida de futebol. Só havia um elemento estranho na mesa, Marsillac, o representante do governo. À medida que a sessão se desenrolava, ele ia empurrando sua cadeira para trás, afastando-se pouco a pouco dos demais, como se não pertencesse àquele grupo. Quando chegou sua vez de falar, enfrentou vaias e apupos. Muitos presentes viraram-lhe as costas. Apesar dos pedidos de silêncio oriundos da mesa, parte de sua fala, defendendo a constitucionalidade do projeto e expondo as motivações do governo, foi inaudível.
O governo do Estado enviou como representante à audiência pública realizada ontem o subchefe legislativo da Casa Civil, César Kasper Marsillac. Durante a discussão, ele concedeu entrevista a Zero Hora:
Qual é o objetivo do Projeto de Lei 44?
A intenção do projeto é qualificar as relações que o poder público hoje estabelece com uma série de organismos sociais por meio de convênios, buscando definir regras que estabeleçam quem pode se qualificar, se conveniar com o poder público. E de que forma essa relação vai se estabelecer, por um contrato de gestão, que vai definir metas e indicadores que serão acompanhados periodicamente pelo poder público. Essas entidades terão de ter órgãos de direção superior colegiados. O conselho de administração é integrado tanto pelo poder público quanto pela sociedade civil. Então, a diretoria é colegiada, evitando desmandos de caráter pessoal, e com controle social, o que se dá dentro do próprio conselho de administração. Tem de publicar balanços do Diário Oficial do Estado, sujeito à aprovação do Tribunal de Contas.

Por que o Estado precisa disso?
Porque hoje ele não tem regramento nessas normas de convênios. O estabelecimento de metas e indicadores não existe. É a busca da eficiência. Pega o exemplo das Apaes, que é importante, porque trata com a educação especial. Só se vê a educação regular, mas, nesse exemplo, já existe a rede privada (Apae) prestando (o serviço).

O projeto seria, então, para regular as relações já existentes com entidades privadas?
Isso. São relações já existentes feitas por meio de convênios, regulados apenas por norma interna do poder executivo. Apenas uma instrução normativa da Cage (Contadoria e Auditoria-Geral do Estado) é que regula quando e como deve prestar contas, como deve fazer a pesquisa de preços.

Não ocorreria transferência de outros serviços para organizações privadas?
Aqueles que estão listados, todos eles podem. Tem de ser serviços não exclusivos de Estado.

A crítica que está sendo feita é a da privatização, que o projeto serviria, por exemplo, para terceirizar escola.
Onde no projeto está previsto isso?

Mas o projeto não permite isso?
Não tem esse escopo. O projeto foi feito para qualificar as relações do poder público com entidades da sociedade civil. Essa visão de que transformará órgãos públicos em entidades da sociedade civil é plantada, eu diria, por uma questão ideológica.

E a questão de transferência de bens públicos, como imóveis, porque está no projeto?
Por que já existe, na verdade. Estamos até buscando um projeto de gestão patrimonial, de gestão de ativos. Está em estudo e em breve desse ser encaminhado a esta egrégia Assembleia Legislativa. Há uma série de imóveis sem destinação específica, sem uso específico, então, poderia determinado imóvel abrigar uma entidade de assistência social ou uma escola da Apae, por exemplo. Agora, novos, claro que sim. Tanto extinguimos como renovamos esses convênios.

Na parte da educação, que está gerando mais protestos. O Estado poderia repassar escolas?
O projeto está em discussão na Assembleia e merecedor de aperfeiçoamentos. Se essa for uma área que não deve estar presente, a Assembleia que vai, ao final, discutir e deliberar sobre isso. Mas eu pergunto: como ficaria a educação especial? Ficaria de fora? A assistência social, que foi uma novidade em relação à legislação federal, ficaria de fora?

Mas não poderia continuar como está hoje?
Entendemos que não busca os princípios da eficiência, da impessoalidade, da transparência, da publicidade, do controle. Nada disso existe hoje, a não ser aquele controle ordinário do órgão público.

Existe intenção do governo do Estado, como está sendo levantado, de transferir escolas públicas para entidades privadas?
Escolas, com toda a certeza, não. Ninguém está levantando nenhum trecho específico do projeto de lei. É fala política.

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