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quarta-feira, 9 de março de 2011

Letra Cursiva


























Fonte:http://meustrabalhospedagogicos.blogspot.com
Organizado por: Professora Marcia Valeria

Avaliação do Professor _ MEC


Prova será realizada todos os anos e adesão será voluntária

Quinta-feira, 03 de março de 2011 - 08:00 
 
O Ministério da Educação publicou nesta quinta-feira, 3, no Diário Oficial da União, portaria normativa que institui a prova nacional de concurso para o ingresso na carreira docente, que será realizada uma vez por ano, de forma descentralizada, em todas as unidades da Federação. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) será o responsável pela coordenação e aplicação da prova, prevista para 2012.

A participação do professor é voluntária. O uso dos resultados para seleção de docentes pelas redes estaduais, municipais e do Distrito Federal se dará por adesão ao exame. A realização da prova nacional tem uma série de objetivos. Entre eles, subsidiar as redes públicas de educação na realização de concurso para admissão de docentes e conferir parâmetros de auto-avaliação aos participantes.

A regulamentação da prova nacional de avaliação de professores, segundo o ministro Fernando Haddad, resulta de um pacto celebrado por entidades ligadas à formação de docentes em conjunto com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (Cnte) e o MEC.

A portaria também instituiu o comitê de governança, de caráter consultivo, vinculado ao Inep, que tem entre suas atribuições avaliar a matriz de referência da prova nacional, opinar sobre a periodicidade de atualização da matriz e sobre formas de adesão à prova.

Matriz – De acordo com a presidente do Inep, Malvina Tuttman, cerca de 70 especialistas em educação, convocados por chamada pública, elaboraram a proposta de matriz de referência da prova que será submetida ao comitê e colocada em consulta pública no sítio do Inep.

Quando a matriz for fechada – a previsão é que isso aconteça no final de março – o Inep começa construir um banco de itens elaborados por especialistas em educação, que serão convocados por chamada pública. Os itens serão testados para que a prova possa ser aplicada em 2012.

A realização da prova nacional de avaliação, segundo o ministro, integra um conjunto de ações do MEC que visa qualificar cada vez mais a formação dos educadores. O acesso à graduação em instituições públicas de ensino superior ou em particulares com bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni) ou com o Financiamento Estudantil (Fies), que agora pode ser quitado com atividade docente, fazem parte dessas ações.

A formação continuada, a definição do piso nacional para a categoria e a oferta de 30 mil bolsas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid) em 2011, complementam a iniciativa. A bolsa do Pibid permite ao estudante de licenciatura fazer uma integração prática em escolas da educação básica nos dois últimos anos da graduação.

Ionice Lorenzoni

Confira a Portaria Normativa no 3, de março de 2011

Confira a Matriz de Referência

Palavras-chave: Educação básica, formação do professor, avaliação do professor

Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16402
Organizado por: Professora Marcia Valeria

Legislação MEC

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  • Educação a Distância



  • Referenciais de Qualidade para EAD





  • Legislação de Educação a Distância


    Educação Especial



    • Legislação Específica / Documentos Internacionais

    LEIS

    • Constituição Federal de 1988 - Educação Especial -  pdf
    • Lei nº 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBN
    • Lei nº 9394/96 – LDBN - Educação Especial - txt | pdf
    • Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente - Educação Especial - txt | pdf
    • Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente
    • Lei nº 10.098/94 - Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências
    • Lei nº 10.436/02 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências
    • Lei nº 7.853/89 - CORDE - Apoio às pessoas portadoras de deficiência - txt | pdf
    • Lei Nº 8.859/94 - Modifica dispositivos da Lei nº 6.494, de 7 de dezembro de 1977, estendendo aos alunos de ensino especial o direito à participação em atividades de estágio - pdf

    DECRETOS

    • Decreto Nº 186/08 - Aprova o texto da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e de seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova Iorque, em 30 de março de 200
    • Decreto Nº 6.094/07 - Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação
    • Decreto Nº 6.215/07 - institui o Comitê Gestor de Políticas de Inclusão das Pessoas com Deficiência – CGPD
    • Decreto Nº 6.214/07 - Regulamenta o benefício de prestação continuada da assistência social devido à pessoa com deficiência
    • Decreto Nº 6.571/08 - Dispõe sobre o atendimento educacional especializado
    • Decreto nº 5.626/05 - Regulamenta a Lei 10.436 que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS
    • Decreto nº 2.208/97 - Regulamenta Lei 9.394 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional
    • Decreto nº 3.298/99 - Regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dá outras providências
    • Decreto nº 914/93 - Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência
    • Decreto nº 2.264/97 - Regulamenta a Lei nº 9.424/96
    • Decreto nº 3.076/99 - Cria o CONADE
    • Decreto nº 3.691/00 - Regulamenta a Lei nº 8.899/96
    • Decreto nº 3.952/01 - Conselho Nacional de Combate à Discriminação
    • Decreto nº 5.296/04 - Regulamenta as Leis n° 10.048 e 10.098 com ênfase na Promoção de Acessibilidade
    • Decreto nº 3.956/01 – (Convenção da Guatemala) Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência

    PORTARIAS

    • Portaria nº 976/06 - Critérios de acessibilidade os eventos do MEC - txt | pdf
    • Portaria nº 1.793/94 - Dispõe sobre a necessidade de complementar os currículos de formação de docentes e outros profissionais que interagem com portadores de necessidades especiais e dá outras providências - txt | pdf
    • Portaria nº 3.284/03 - Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização e de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições - txt | pdf
    • Portaria nº 319/99 - Institui no Ministério da Educação, vinculada à Secretaria de Educação Especial/SEESP a Comissão Brasileira do Braille, de caráter permanente - txt | pdf
    • Portaria nº 554/00 - Aprova o Regulamento Interno da Comissão Brasileira do Braille - txt | pdf
    • Portaria nº 8/01 - Estágios - txt | pdf

    RESOLUÇÕES

    • Resolução CNE/CP nº 1/02 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores - txt | pdf
    • Resolução CNE/CEB nº 2/01 - Normal 0 21 Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica - txt | pdf
    • Resolução CNE/CP nº 2/02 - Institui a duração e a carga horária de cursos - txt | pdf
    • Resolução nº 02/81 - Prazo de conclusão do curso de graduação - txt | pdf
    • Resolução nº 05/87 - Altera a redação do Art. 1º da Resolução nº 2/81 - txt | pdf
    AVISO

    • Aviso Circular nº 277/96 - Dirigido aos Reitores das IES solicitando a execução adequada de uma política educacional dirigida aos portadores de necessidades especiais - txt | pdf

    DOCUMENTOS INTERNACIONAIS

    • Convenção ONU Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência 2007.
    •  Carta para o Terceiro Milênio- txt | pdf
    • Declaração de Salamanca- txt | pdf
    • Conferência Internacional do Trabalho- txt | pdf
    • Convenção da Guatemala- txt | pdf
    • Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes- txt | pdf
    • Declaração Internacional de Montreal sobre Inclusão- txt | pdf

    Palavras-chave: Legislações, mec


    Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12814&Itemid=872
    Organizado por: Professora Marcia Valeria

    Verbos e Acentuação

    Unidade 5 – Aula 2 –


    Algumas mudanças relativas aos verbos se referem à acentuação. Veja aqui!
    1. Algumas formas verbais podem ou não ser acentuadas:
      cantámos ou cantamos (pretérito perfeito do indicativo).
      amámos ou amamos (pretérito perfeito do indicativo).
      Ex.: Ontem cantamos/cantámos a noite toda.

      No entanto, as mesmas formas verbais não são acentuadas no presente do indicativo: cantamos/amamos.
      Ex.: Cantamos o Hino Nacional na escola todos os dias.
    2. As formas verbais terminadas em oo não são acentuadas, ou seja, não acentuaremos os encontros vocálicos1 oo dos verbos na primeira pessoa do presente do indicativo:
      abençôo (abençoar) abençoo
      perdôo (perdoar) perdoo
      corôo (coroar) coroo
      enjôo (enjoar) enjoo
      rôo (roer) roo
      vôo (voar) voo

    3. Os verbos crer, ler e ver (e seus derivados, como descrer, reler, antever), na terceira pessoa do plural do presente do indicativo, e dar, na terceira pessoa do plural do presente do subjuntivo, não recebem mais acento circunflexo.
      crêem creem
      dêem deem
      lêem leem
      vêem veem

      Fique ligado!

      As formas verbais têm e vêm (terceira pessoa do plural do presente do indicativo) de TER e VIR, respectivamente, continuam acentuadas, enquanto as de terceira pessoa do singular do presente do indicativo continuam sem acento.
      Eles têm muito trabalho. Ele tem muito trabalho.
      Eles vêm todos juntos para a festa. Ele vem sozinho para a festa.
    4. Verbos como aguar, apaziguar, averiguar, desaguar, enxaguar, delinquir admitem duas pronúncias, o que determina duas grafias.
      • Não são acentuados se forem pronunciados com u tônico. Essa pronúncia não é comum no Brasil. Ex.: aguo (lê-se agúo*, mas se escreve sem acento, assim como apaziguo*, averiguo*, enxaguo*).
      • Esses mesmos verbos são acentuados quando pronunciados com a/i tônicos. Pronúncia comum no Brasil: águe, enxágue.


    http://portalmultirio.rio.rj.gov.br/acordoortografico/u7a2.shtml
    Organizado por: Professora Marcia Valeria

    Acentuação: quando e por quê

    Unidade 6 – Aula 1 –

    Na Língua Portuguesa, as regras de acentuação servem para marcar a sílaba tônica1 e o timbre das vogais. Existem muitas diferenças entre a acentuação no Português do Brasil e no Português de Portugal. Muitas vogais soam abertas em Portugal e nos outros países lusófonos, mas têm o som fechado no Brasil.
    Os acentos agudo (´) e circunflexo (^) fazem parte do grupo dos sinais diacríticos2 do Português.
    Agora, vejamos os principais pontos do Acordo no que se refere à acentuação:
    • São aceitas duas formas de acentuação de proparoxítonas cuja vogal tônica e / o está em final de sílaba seguida de m / n. Usam-se acento agudo para o timbre aberto (preferência em Portugal) e circunflexo para o timbre fechado (preferência no Brasil):
      cómodo ou cômodo.
      génio ou gênio.
    • Não são acentuados os ditongos ei e oi de palavras paroxítonas:
      assembleia, ideia, jiboia, heroico, paranoico, apoio (verbo), alcaloide, Coreia, joia, Troia, geleia, paleozoico, etc.

      Fique ligado!

      Exceções: Méier, destróier, porque caem na regra que diz que devemos acentuar as paroxítonas terminadas em r.

    • As oxítonas com ditongos abertos continuam acentuadas:
      herói, constrói, papéis, anéis.
    • Não se acentuam as palavras homógrafas3:
      para (verbo) / para ( preposição).
      Ex.: Ele sempre para para abastecer nesse posto.
      pela(s) (substantivo) / pela (verbo) / pelo.
      Ex.: Eu pelo o pelo do cachorro todo verão.
      polo(s) (substantivo).

      Fique ligado!

      Continuará acentuado o verbo pôr, para se distinguir da preposição por. Também o verbo pôde (pretérito perfeito do indicativo), para se distinguir do presente do indicativo: pode.
      No caso de fôrma/forma, é facultativo o uso do acento, mas ele ajuda a não confundir o significado.
      Ex.: Qual a forma de colocar o bolo na fôrma?
      No Português de Portugal, alguns casos são facultativos:
      1. Distinguir dêmos (1ª pessoa do plural do presente do subjuntivo) de demos (1ª pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo). Só que, no Português do Brasil, a vogal é sempre fechada, então, não se usa o acento.
      2. Para distinguir amamos, do presente do indicativo, de amámos, do pretérito perfeito, pode-se usar o acento, mas não no Português do Brasil, já que, em ambos os casos, a vogal é fechada.

    • Palavras paroxítonas cujas vogais tônicas i / u são precedidas por ditongo também não são mais acentuadas:
      feiura, maoista, sauipe, bocaiuva (tipo de árvore).


    http://portalmultirio.rio.rj.gov.br/acordoortografico/u7a2.shtml
    Organizado por: Professora Marcia Valeria

    Publicações MEC


    Secretaria de Educação Básica


    Secretaria de Educação Profissional e Tecnologica





    Secretaria de Educação Especial



    Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade

    Palavras-chave: publicações, mec, secretarias
    Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12814&Itemid=872
    Organizado por: Professora Marcia Valeria

    IDEB - Índice de Desenvolvimento da Educação Básica

    Ideb

    O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado em 2007 para medir a qualidade de cada escola e de cada rede de ensino. O indicador é calculado com base no desempenho do estudante em avaliações do Inep e em taxas de aprovação. Assim, para que o Ideb de uma escola ou rede cresça é preciso que o aluno aprenda, não repita o ano e frequente a sala de aula.

    Para que pais e responsáveis acompanhem o desempenho da escola de seus filhos, basta verificar o Ideb da instituição, que é apresentado numa escala de zero a dez. Da mesma forma, gestores acompanham o trabalho das secretarias municipais e estaduais pela melhoria da educação.

    O índice é medido a cada dois anos e o objetivo é que o país, a partir do alcance das metas municipais e estaduais, tenha nota 6 em 2022 – correspondente à qualidade do ensino em países desenvolvidos.



    Palavras-chave: Ideb, índice de desenvolvimento da educação básica, qualidade da educação, indicador, índice, prova brasil, saeb


    Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12814&Itemid=872
    Organizado por: Professora Marcia Valeria

    Novo Acordo Ortográfico

    Introdução – Novo Acordo Ortográfico

    "A língua é a única ferramenta que fica mais afiada com o uso."
    (Washington Irving. In: Revista LP, ano II, nº 14)
    tirinha um por todos e todos por uma Seja bem-vindo ao curso sobre o NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA! O objetivo deste curso, criado pela Prefeitura do Rio, é atualizar o servidor municipal sobre as mudanças na ortografia a partir do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. As novas regras começam a ser usadas agora, em 2009, mas temos um prazo até o ano de 2012 para nos adaptar. Isso significa que provas, concursos públicos e vestibulares podem ou não exigir a nova ortografia, desde já. Convém ficar ligado nos editais!
    O período de adaptação é muito importante, principalmente porque não aprendemos uma língua decorando regras, mas falando, lendo, escrevendo. Quanto mais, melhor! Para reforçar o aprendizado, elaboramos o Manual para você consultar em seu dia a dia sempre que tiver alguma dúvida.
    Neste curso, publicamos alguns textos ilustrativos, já escritos na nova ortografia. Leia, informe-se! Utilize e reutilize o curso. Afinal, foi feito para você!

    Fique ligado!

    Durante os próximos quatro anos, isto é, até 2012, o Novo Acordo estará em constante reavaliação e, portanto, poderá sofrer algumas adaptações. Nosso curso também será atualizado, a cada mudança. Não deixe de retornar a esta página e acompanhar as modificações!
    montagem de imagens ao redor de um mapa mundi 
    Fonte: http://portalmultirio.rio.rj.gov.br/acordoortografico/introducao.shtml
    Organizado por: Professora Marcia Valeria
     

    Quando usar o hífen - Novo Acordo Ortográfico

    Unidade 7 – Aula 1 –

    O uso do hífen é uma das maiores complicações da Língua Portuguesa, já que apresenta vários pormenores. Ele está entre os três erros mais comuns da nossa língua!
    Nem o maior dos especialistas em gramática escapa de uma dúvida de vez em quando, por isso é fundamental consultar o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp), que é uma publicação oficial da Academia Brasileira de Letras.
    O hífen é usado com vários fins em nossa ortografia, geralmente sugerindo a ideia de união semântica1. O hífen une duas palavras, formando um conjunto sem espaços.
    Em compostos2 entre cujos elementos há apóstrofo. Mãe-d’água
    Nos compostos sem elemento de ligação quando o 1º elemento for substantivo, adjetivo, verbo ou numeral. Primeiro-ministro
    Mesa-redonda
    Boa-fé
    Luso-brasileiro
    Vaga-lume
    Porta-retrato
    Nos compostos sem elemento de ligação quando o 1º elemento for além, aquém, recém, bem e sem. Além-mar
    Bem-aventurado
    Recém-casado
    Sem-vergonha

    Fique ligado!

    bem pode aparecer aglutinado3, aí não vai ter hífen. Benfeitor, benquerer, benquisto.
    Nos compostos sem elemento de ligação quando o 1º elemento for MAL e o 2º elemento começar por vogal, h ou l. Mal-estar
    Mal-humorado
    Mal-informado
    Nos compostos sem elemento de ligação quando o 1º elemento for MAL e se aplicar a doença, desde que não haja elemento de ligação (mal de Alzheimer). Mal-francês (sífilis)
    Mal-caduco (epilepsia)
    Nos compostos com elementos repetidos. Blá-blá-blá
    Reco-reco
    Lenga-lenga
    Zigue-zague
    Nos nomes geográficos ligados por artigos. Trás-os-Montes
    Nos nomes geográficos compostos por Grã ou Grão. Grã-Bretanha
    Grão-Pará
    Nos nomes geográficos compostos por forma verbal. Abre-Campo
    Nos gentílicos derivados de topônimos compostos, mesmo que o primitivo não tenha hífen. Belo-horizontino
    Mato-grossense-do-sul

    Fique ligado!

    Alguns nomes geográficos são escritos separados, não têm hífen: Belo Horizonte, Cabo Verde, América do Sul.
    Nos compostos que designam espécies botânicas, zoológicas e afins. Couve-flor
    Bem-me-quer
    Fava-de-santo-inácio

    Fique ligado!

    malmequer não tem hífen!
    Cuidado com o uso desses termos em outro sentido:
    Ex.: Não-me-toques (espécie de planta).
    Não me toques (melindres).
    Bico-de-papagaio (planta).
    Bico de papagaio (nariz adunco ou saliência óssea anormal que se desenvolve nas vértebras).
    Em algumas locuções já consagradas pelo uso. Água-de-colônia
    Arco-da-velha
    Cor-de-rosa
    Pé-de-meia
    À queima-roupa
    Nas formações com prefixo quando o 1º elemento termina por vogal igual à que inicia o 2º elemento. Auto-observação
    Anti-ibérico
    Anti-inflamatório
    Micro-ondas
    Micro-ônibus
    Arqui-inimigo
    Nas formações com prefixo quando o 1º elemento termina por consoante igual à que inicia o 2º elemento. Hiper-requintado
    Ad-digital
    Nas formações com prefixo quando o 1º elemento termina acentuado graficamente. Pré-história
    Pré-escolar
    Pós-graduação
    Nas formações com prefixo quando o 1º elemento termina por –M ou –N e o 2º elemento começa por VOGAL, M, N. Pan-americano
    Pan-negritude
    Nas formações com prefixo quando o 1º elemento é EX-(anterioridade ou cessação), VICE-, SOTA-, SOTO-, VIZO-. Ex-aluno
    Vice-reitor
    Nas formações com prefixo quando o 1º elemento termina por B- ( AB-, OB-, SOB-, SUB-) ou D- (AD-) e o 2º começa por -B ou -R. Ab-rupto
    Sub-reitor
    Nas formações com prefixo quando o 1º elemento termina por VOGAL, SOB-, SUB-, HIPER-, SUPER-, INTER- e o 2º elemento se inicia por -H. Bio-histórico
    Super-homem
    Sub-hepático
    Sub-humano
    *Exceções:
    - Valem duas formas (com e sem hífen) quando não houver perda do som da vogal final do 1º elemento e o 2º começar por vogal.
    - Já quando houver perda do som da vogal do 1º elemento não usamos o hífen.
    - As palavras com uso consagrado permanecem inalteradas.
    Carbo-hidrato ou carboidrato
    Cloridrato
    Clorídrico
    Reabilitar
    Reumanizar
    Reaver
    Nas formações com sufixo emprega-se hífen apenas nos vocábulos terminados pelos sufixos tupi-guarani -açu, -guaçu, -mirim quando o 1º elemento termina por vogal acentuada ou quando a pronúncia exige a distinção gráfica dos dois elementos. Capim-açu
    Ceará-mirim


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    Quando NÃO usar o hífen

    Unidade 7 – Aula 2 –

    tirinha
    Em compostos que perderam a noção de composição. Mandachuva
    Girassol
    Paraquedas
    Nas locuções substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas, conjuncionais. Cão de guarda
    Pau a pique
    Juiz de paz
    Ponto e vírgula
    Camisa de Vênus
    Comum de dois
    Cor de vinho
    À toa
    Quem quer que seja
    À vontade
    De repente
    A fim de
    A cerca de
    A fim de que
    Dia a dia
    Nas expressões com valor de substantivo. Deus nos acuda
    Um faz de contas
    Um disse me disse
    Tomara que caia
    Nas formações com prefixo quando o 1º elemento termina por vogal diferente da que inicia o 2º elemento. Aeroespacial
    Antiaéreo
    Agroindustrial
    Autoestima
    Extraescolar
    Semiárido
    Ultraelevado
    Infraestrutura
    Contraindicação
    Autoescola
    Hidroelétrico
    Extraoficial
    Autoestrada
    Autoajuda
    Nas formações com prefixo CO- e RE- ocorre a aglutinação com o segundo elemento, ainda que se inicie por O ou E. Coautor
    Reeleição
    Coabitar
    Reescrita
    Nas formações com prefixos DES- e IN- quando o segundo elemento perde o H- inicial. Desumano
    Inumano
    Desumidificar
    Inábil
    Nas formações com a palavra NÃO com função prefixal. Não agressão
    Não violência
    Nas formações com prefixo quando o 1º elemento termina por vogal e o 2º elemento começa por –R ou –S, devendo essas consoantes duplicar-se. Minissaia
    Contrarregra
    Antessala
    Cosseno
    Antirreligioso


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    Historinha: Lúcia já vou indo - Autora: Maria Heloísa Penteado










































































































































































































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    A História do Quadradinho.















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