Mudança de sexo é desordem mental, diz psiquiatra
Por Jurandir Dias em 11 de maio de 2016
Estudos realizados por cientistas famosos revelam que 10 anos após a cirurgia de “mudança de sexo" os
pacientes apresentam crescentes dificuldades mentais. E o índice de suicídios é 20 vezes superior entre as
pessoas que se submeteram à cirurgia do que entre a população normal.

Dr. Paul R. McHugh
Dr. Paul R. McHugh, ex-chefe da ala de psiquiatria do famoso Hospital Johns Hopkins, em Baltimore, estado
americano de Maryland, afirmou que a mudança de sexo é biologicamente impossível: “A cirurgia não
transforma o homem em mulher ou vice-versa. Pelo contrário, eles se transformam em homens feminizados e
mulheres masculinizadas”. O médico disse ainda que as pessoas que promovem tal cirurgia estão colaborando e
promovendo uma desordem mental.
Dr. McHugh salientou que “os legisladores e os meios de comunicação prestam um desfavor ao público e às
pessoas transgêneras tratando suas confusões como um direito que precisa ser defendido e não como um
transtorno mental que necessita de compreensão, tratamento e prevenção”.[1]
O Hospital Johns Hopkins, na década de 1960, foi o primeiro centro médico americano a se aventurar em uma
“cirurgia de redesignação sexual –SRS”.

Neste hospital trabalhava o Dr. John Money que ficou famoso pelo fracasso da primeira tentativa de comprovação
da “teoria de gênero” que culminou com o suicídio do jovem Bruce-Brenda-Davi (seus três nomes, como
homem, mulher e homem!). O caso foi narrado pelo “Le Figaro” de Paris, em 31 de janeiro de 2014 e comentado
por este site. [2]
Dez anos após, McHugh e outros especialistas fizeram estudos e se convenceram de que a “cirurgia de
redesignação sexual –SRS” contribuía mais para desenvolver problemas de desordens mentais em vez de tratá-
los. Assim, o programa SRS na Universidade Johns Hopkins foi interrompido. [3]
Outro estudo realizado em 2011 pelo Instituto Karolinska, na Suécia, revelou que 10 anos após a cirurgia os
pacientes apresentam crescentes dificuldades mentais. O que é mais chocante ainda, conforme o estudo, é que o
índice de suicídios é 20 vezes superior entre as pessoas que se submeteram à cirurgia do que entre a população
normal.
Os cientistas Richard P. Fitzgibbons, M.D., Philip M. Sutton, Ph.D., e Dale O’Leary em documentado estudo,
afirmam: “É impossível fisiologicamente mudar o sexo de uma pessoa, uma vez que o sexo de cada um está
codificado em seus genes — XX para a mulher, XY para o homem”. “A cirurgia pode somente criar uma
aparência do outro sexo”, pois a identidade sexual “está escrita em cada célula do corpo e pode ser determinada
por meio do teste do DNA, não podendo ser mudada”. [4]
* * *
Os resultados desses atentados contra a natureza humana não se fizeram esperar. Fatos como o de Bruce-BrendaDavi
(foto ao lado), relatado pelo jornal parisiense “Le Fígaro”, acima citado, e muitos outros que vêm
acontecendo, levaram o hospital pioneiro na cirurgia de “mudança de sexo” a suspender os procedimentos desta
natureza.
A famigerada “teoria de gênero” desafia a própria natureza e o bom senso. Ela nega uma realidade posta por Deus
no Universo e descrita na Sagrada Escritura.
O Catecismo maior de São Pio X coloca entre os pecados contra o Espírito Santo “negar a verdade conhecida
como tal”. E o Catecismo da Igreja Católica, promulgado em 1992 por João Paulo II, cita o Evangelho e afirma:
“‘Todo o pecado ou blasfêmia será perdoado aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não lhes será
perdoada» (Mt 12, 31). Não há limites para a misericórdia de Deus, mas quem recusa deliberadamente receber a
misericórdia de Deus, pelo arrependimento, rejeita o perdão dos seus pecados e a salvação oferecida pelo Espírito
Santo. Tal endurecimento pode levar à impenitência final e à perdição eterna.” (§ 1864).
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Referências:
[1]http://cnsnews.com/news/article/michael-w-chapman/johns-hopkins-psychiatrist-transgender-mentaldisorder-sex-change
– acessado em 10 de maio de 2016.
[2] http://ipco.org.br/ipco/verdade-nua-e-crua-sobre-teoria-genero/#.VyfB5DArLIU
[3] The Psychopathology of “Sex Reassignment” Surgery Assessing Its Medical, Psychological, and Ethical
Appropriateness Richard Fitzgibbons, M.D., Philip M. Sutton, and Dale O’Leary https://couragerc.org/wpcontent/uploads/SRS_217-1.pdf
– acessado em 10 de maio de 2016.
[4] idem
Fonte via: http://ipco.org.br/ipco/mudanca-de-sexo-e-desordem-mental-dizpsiquiatra/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedipco+%28IPCO+-
+Instituto+Plinio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29
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principalmente, contra a ideologia neomarxista do politicamente correto e o sofisma da mentalidade revolucionária.
1 Uns dos maiores músicos que já existiu. Johann Sebastian Bach (Eisenach, 21 de março de 1685 — Leipzig, 28 de julho de 1750) foi compositor, cantor, cravista,
maestro, organista, professor, violinista e violista oriundo do Sacro Império Romano-Germânico, atual Alemanha. Bach foi um dos mais prolíficos compositores do
ocidente. O número exato de suas obras é desconhecido, mas o catálogo BWV assinala mais de mil composições, entre elas inúmeras peças com vários movimentos e
para extenso conjunto de executantes. Em muitas partituras encontram-se as inscrições Jesu juva (Ajuda, Jesus!) ou Soli Deo gloria (Para a glória de Deus somente) -
Grifo por Prof. Luis Cavalcante
Fonte: file:///C:/Users/Macharet/Downloads/Mudan%C3%A7a%20de%20sexo%20%C3%A9%20desordem%20mental,%20diz%20psiquiatra.pdf
Bruce, Brenda, David. A trágica história da primeira vítima do
Dr. Money, o guru do sexo
