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quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Vamos ajudar o João Vítor a cantar o Hino Nacional na posse do Mito! COMPARTILHE!

Como é bom saber que temos crianças e jovens que têm amor pela Pátria.

Vamos compartilhar este vídeo até chegar no Presidente Jair Bolsonaro🇧🇷🤝🏼



https://www.youtube.com/watch?v=uILsIXlt2k0


HINO NACIONAL

Letra: Joaquim Osório Duque-Estrada
Música: Francisco Manoel da Silva 


Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heroico o brado retumbante
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos
Brilhou no céu da pátria nesse instante

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte
Em teu seio, ó liberdade
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada
Idolatrada
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce
Se em teu formoso céu, risonho e límpido
A imagem do Cruzeiro resplandece

Gigante pela própria natureza
És belo, és forte, impávido colosso
E o teu futuro espelha essa grandeza

Terra adorada
Entre outras mil
És tu, Brasil
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil
Pátria amada
Brasil!

II

Deitado eternamente em berço esplêndido
Ao som do mar e à luz do céu profundo
Fulguras, ó Brasil, florão da América
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra, mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores
Nossos bosques têm mais vida
Nossa vida no teu seio mais amores

Ó Pátria amada
Idolatrada
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado
E diga o verde-louro dessa flâmula
Paz no futuro e glória no passado

Mas, se ergues da justiça a clava forte
Verás que um filho teu não foge à luta
Nem teme, quem te adora, a própria morte

Terra adorada
Entre outras mil
És tu, Brasil
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil
Pátria amada
Brasil!


quinta-feira, 22 de novembro de 2018

NOVO MINISTRO DA EDUCAÇÃO! Ricardo Vélez Rodriguez.

NOVO MINISTRO DA EDUCAÇÃO! Ricardo Vélez Rodriguez, é professor de Filosofia, Mestre em Pensamento Brasileiro pela PUC-RJ, Doutor em Pensamento Luso-Brasileiro pela Universidade Gama Filho, Pós-Doutor pelo Centro de Pesquisas Políticas Raymond Aron - Paris, com ampla experiência docente e gestora. Ele é autor de mais de 30 obras, atualmente Professor Emérito da Escola de Comando e estado Maior do Exército.

O currículo lattes do Professor Ricardo Vélez Rodríguez,  o Ministro da Educação do Governo Bolsonaro: 

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4721949P1&fbclid=IwAR1uZ-ZRbpdC6dsMJX6pCirQXS3dSjAvb4YHtm3k4PmpiwlHJf9F7wdMDd4


Resultado de imagem para ricardo velez rodriguez ministro




UM ROTEIRO PARA O MEC
Amigos, escrevo como docente que, através das vozes de algumas pessoas ligadas à educação e à cultura (dentre as quais se destaca o professor e amigo Olavo de Carvalho), fui indicado para a possível escolha, pelo Senhor Presidente eleito Jair Bolsonaro, como ministro da Educação.

Aceitei a indicação movido unicamente por um motivo: tornar realidade, no terreno do MEC, a proposta de governo externada pelo candidato Jair Bolsonaro, de "Mais Brasil, menos Brasília". Acho que o nosso Presidente eleito ganhou definitivo apoio da sociedade brasileira no pleito eleitoral recente, em decorrência de um fator decisivo: ele foi o único candidato que soube traduzir os anseios da classe média, que externou a insatisfação de todos os brasileiros com os rumos que os governos petistas imprimiram ao país ao ensejar uma tresloucada oposição de raças, credos, nós contra eles, como se não pudêssemos, os habitantes deste país, sedimentar alguns consensos básicos em relação ao nosso futuro. Jair Messias Bolsonaro foi eleito em razão deste fato: traduziu, com coragem e simplicidade, os anseios da maioria dos eleitores. A sua campanha, carente de tempo na mídia e de recursos, ameaçava não decolar. Decolou, e, mais ainda, ganhou as praças e ruas, através de meios singelos de comunicação como o Smartphone e a Internet, coisas que o brasileiro comum utiliza no seu dia a dia desta quadra digital da nossa sociedade tecnológica. 

Como professor e intelectual que pensa nos paradoxos estratégicos do Brasil, apostei desde o início no candidato Bolsonaro. Achei a sua proposta de escutar o que as pessoas comuns pensam uma saída real para a insatisfação e a agonia que as sufocavam, nesses tempos difíceis em que se desenhava, ameaçadora, a hegemonia vermelha dos petistas e coligados. Graças a Deus o nosso candidato saiu vencedor, numa campanha agressiva em que foram desfraldadas inúmeras iniciativas de falseamento das propostas e de fake news, e em que pese o fato de que ele próprio tivesse de pagar um preço alto com a facada de que foi vítima em Juiz de Fora, desferida por um complô do crime organizado com os radicais de sempre.

Enxergo, para o MEC, uma tarefa essencial: recolocar o sistema de ensino básico e fundamental a serviço das pessoas e não como opção burocrática sobranceira aos interesses dos cidadãos, para perpetuar uma casta que se enquistou no poder e que pretendia fazer, das Instituições Republicanas, instrumentos para a sua hegemonia política. Ora, essa tarefa de refundação passa por um passo muito simples: enquadrar o MEC no contexto da valorização da educação para a vida e a cidadania a partir dos municípios, que é onde os cidadãos realmente vivem. Acontece que a proliferação de leis e regulamentos sufocou, nas últimas décadas, a vida cidadã, tornando os brasileiros reféns de um sistema de ensino alheio às suas vidas e afinado com a tentativa de impor, à sociedade, uma doutrinação de índole cientificista e enquistada na ideologia marxista, travestida de "revolução cultural gramsciana", com toda a coorte de invenções deletérias em matéria pedagógica como a educação de gênero, a dialética do "nós contra eles" e uma reescrita da história em função dos interesses dos denominados "intelectuais orgânicos", destinada a desmontar os valores tradicionais da nossa sociedade, no que tange à preservação da vida, da família, da religião, da cidadania, em soma, do patriotismo.

Na linha dos pre-candidatos ao cargo de ministro da Educação foram aparecendo, ao longo das últimas semanas, propostas identificadas, uma delas, com a perpetuação da atual burocracia gramsciana que elaborou, no INEP, as complicadas provas do ENEM, entendidas mais como instrumentos de ideologização do que como meios sensatos para auferir a capacitação dos jovens no sistema de ensino. 

Outra proposta apareceu, afinada com as empresas financeiras que, através dos fundos de pensão internacionais, enxergam a educação brasileira como terreno onde se possam cultivar propostas altamente lucrativas para esses fundos, mas que, na realidade, ao longo das últimas décadas, produziram um efeito pernicioso, qual seja o enriquecimento de alguns donos de instituições de ensino, às custas da baixa qualidade em que foram sendo submergidas as instituições docentes, com a perspectiva sombria de esses fundos baterem asas quando o trabalho de enxugamento da máquina lucrativa tiver decaído. Convenhamos que, em termos de patriotismo, essas saídas geram mais problemas do que soluções.

Aposto, para o MEC, numa política que retome as sadias propostas dos educadores da geração de Anísio Teixeira, que enxergavam o sistema de ensino básico e fundamental como um serviço a ser oferecido pelos municípios, que iriam, aos poucos, formulando as leis que tornariam exequíveis as funções docentes. As instâncias federal e estaduais entrariam simplesmente como variáveis auxiliadoras dos municípios que carecessem de recursos e como coadunadoras das políticas que, efetivadas de baixo para cima, revelariam a feição variada do nosso tecido social no terreno da educação, sem soluções mirabolantes pensadas de cima para baixo, mas com os pés bem fincados na realidade dos conglomerados urbanos onde os cidadãos realmente moram. 

Essa proposta de uma educação construída de baixo para cima foi simplesmente ignorada pela política estatizante com que Getúlio Vargas, ao ensejo do Estado Novo, pensou as instituições republicanas, incluída nela a educação, no contexto de uma proposta tecnocrática formulada de cima para baixo, alheando os cidadãos, que passaram a desempenhar o papel de fichas de um tabuleiro de xadrez em que quem mandava era a instância da União, sobreposta aos municípios e aos Estados.

"Menos Brasília e mais Brasil", inclusive no MEC. Essa seria a minha proposta, que pretende seguir a caminhada patriótica empreendida pelo nosso Presidente eleito.

Fonte: https://pensadordelamancha.blogspot.com/2018/11/um-roteiro-para-o-mec.html?m=1

terça-feira, 20 de novembro de 2018

71 erros de português que precisam sumir dos seus e-mail.



Imagem relacionada


Escrever um e-mail não deveria ser uma coisa tão penosa. Não deveria ser 
aquele momento 
em que você excomunga o idioma porque hesita entre uma e outra 
forma de grafar as palavras. Não deveria ser como assumir um risco. 
Acima de tudo, não deveria ser um novo 7 a 1 todos os dias. Por isso, 
preparamos uma lista com os 71 erros de português e dúvidas 
ortográficas mais comuns em e-mails! Mais do que esclarecer suas 
dúvidas, você vai se espantar com algumas expressões que usa, mas 
que estão fora da norma gramatical. Guarde esta lista, caso se 
esqueça de algo, e aproveite para a compartilhar com seus colegas!
 Ah, aproveite também para ler este artigo sobre o 
falar? Empresas do mundo todo estão substituindo o e-mail por 
essas ferramentas, e transformando a maneira como as pessoas 
trabalham.

a) Depende do contexto

1. Ao invés de / Em vez de
“Em vez de” é usado como substituição. Ex: São Paulo em vez de BH.
“Ao invés de” é usado como oposição. Ex: Grande ao invés de pequeno.
2. De encontro a / Ao encontro de
“Ao encontro de” expressa harmonia. Ex: Obrigada! Sua ajuda veio ao 
encontro do que eu precisava.
“De encontro a” expressa embate. Ex: Brigaram porque a opinião dele ia de 
encontro ao que ela acreditava.
3. Através de / Por meio de
“Por meio de” é o mesmo que “por intermédio”. Ex: Conseguimos por meio de 
muito trabalho.
“Através de” expressa a ideia de atravessar. Ex: Olhava através da janela.
4. Em princípio / A princípio
“A princípio” equivale a “no início”. Ex: A princípio, achei que não seria capaz.
“Em princípio” equivale a “em tese”. Ex: Em princípio, todo homem é igual perante 
a lei.
5. Se não / Senão
“Senão” significa “caso contrário” ou “a não ser”. Ex: Me avise, senão vou 
esquecer. Não fez senão o prometido.
“Se não” é usado para expressar uma condição. Ex: Se não puder, nos avise 
antes.
6. Retificar / Ratificar
“Ratificar” é o mesmo que confirmar. Ex: Os dados ratificaram a previsão.
“Retificar” é o mesmo que corrigir, emendar. Ex: Vou retificar os dados da 
empresa.
7. À medida que / Na medida em que
“Na medida em que” equivale a “porque”. Ex: Cancelamos a reunião na 
medida em que a negociação havia sido adiada.
“À medida que” mostra relação de proporção. Ex: A produtividade aumenta à 
medida que a equipe usa a ferramenta.
8. Eminente / Iminente
“Eminente” significa “excelente”. Ex: É uma professora eminente.
“Iminente” significa deverá acontecer em breve. Ex: O sucesso do projeto é 
iminente.
9. Bastante / Bastantes
O uso mais comum de “bastante” é como advérbio de intensidade, como “muito”. 
Ex: Andei bastante rápido para chegar a tempo.
Mas “bastante” também pode ser um adjetivo, sinônimo de “suficiente”, e neste 
caso concorda com o substantivo a que se refere. Ex: Recebo bastantes e-mails 
todos os dias.
10. Sessão / Seção
“Sessão” com “ss” quer dizer o tempo de um evento. Ex: Sessão de 
cinema, ou sessão de acupuntura.
“Seção” com “ç” quer dizer “departamento” ou “divisão”. Ex: A seção de arte 
moderna do museu, ou a seção de carnes do supermercado.
11. Tachar / Taxar
“Tachar” com “ch” é “censurar”, “rotular”. Ex: Foi tachado de louco.
“Taxar” com “x” é receber taxa, imposto. Ex: Grandes fortunas serão taxadas.
12. Trás / Traz
“Trás” só existe na expressão “Para trás”.
Se você está se referindo ao verbo “trazer”, lembre-se da letra z nele e use 
sempre “traz”.
13. Descrição / Discrição
“Descrição” é o detalhamento de algo. Ex: Não havia uma descrição clara do 
trabalho.
“Discrição” é a qualidade do que é discreto, não chamativo. Ex: É bom ter 
discrição durante a negociação.
14. Afim / A fim de 
“A fim de” indica ideia de finalidade. Ex: Irei ao evento a fim de praticar o 
networking.
“Afim” é um adjetivo, o mesmo que “semelhante”. Ex: Temos ideias afins.
15. Desapercebido / Despercebido
“Despercebido” significa “sem atenção”. Ex: A mudança passou despercebida.
“Desapercebido” significa desprovido, desprevenido. Ex: Estava desapercebido 
de dinheiro.
16. De mais / Demais
“Demais” significa “excessivamente”. Também pode significar “os outros”, na 
expressão “os demais”.
“De mais” se opõe a “de menos”. Ex: Uns têm privilégios de mais; outros de menos.
17. Tão pouco / Tampouco
Tampouco corresponde a “também não”, “nem sequer”. Ex: Ele não fez o que 
pedi, tampouco o que você pediu.
Tão pouco corresponde a “muito pouco”. Ex: O fim de semana foi delicioso, mas 
durou tão pouco.
18. Mau / Mal
Mal opõe-se a bem. Ex: Acordo mal-humorada. Estava malfeito.
Mau opõe-se a bom. Ex: Hoje é um mau dia para conversarmos.
19. Obrigado / Obrigada
Homens dizem “obrigado”. Mulheres dizem “obrigada”.
20. Descriminar / Discriminar
“Discriminar” significa “separar” e também “discernir”. Ex: Discriminar por 
orientação sexual é desprezível. As notas fiscais já foram discriminadas.
“Descriminar” significa “inocentar” e também “descriminalizar”. Ex: A juíza 
descriminou o réu.
21. A cerca de / Acerca de
“Acerca de” é o mesmo que “a respeito de”. Ex: Deveríamos discutir mais 
acerca de política. Já “a cerca de” indica aproximação. Ex: Moro a cerca de 
3Km daqui.
b) A forma correta é a segunda
22. Responder o e-mail / Responder ao e-mail
Lembre-se que o sentido é “dar resposta a alguém”, portanto, sempre acompanha 
a preposição “a”.
23. Seguem as imagens em anexo / Seguem anexas as imagens
Para a maior parte dos linguistas, é preferível adotar a expressão “no anexo”, 
ou ainda, usar a palavra “anexo” como adjetivo, concordando com número e 
gênero do substantivo a que se refere. No exemplo, o substantivo “imagens” 
está no feminino e no plural, gerando, portanto, “anexas”.
24. Visar o objetivo / Visar ao objetivo
O verbo visar, no sentido de almejar, pede a preposição “a”. No entanto, quando 
ele está junto de outro verbo, dispensa-se a preposição. Ex: Visamos viajar para o 
exterior este ano.
25. Precisar de fazer / Precisar fazer
Assim como o verbo anterior, “precisar” só vem junto da preposição “de” 
quando há um substantivo. Ex: Precisamos de mais foco. Precisavam 
tirar umas férias.
26. Media a reunião / Medeia a reunião
Lembre-se dos outros verbos irregulares com final “-iar”: ansiar, incendiar e 
odiar. Por maior que seja seu ódio, você não diz: “Eu odio”.
27. Interviu, interviram / Interveio, intervieram
O verbo “intervir”, assim como “convir”, se conjuga como o verbo “vir”.
28. Quando dispor / Quando dispuser
O verbo “dispor”, assim como “repor”, “propor” se conjuga como o verbo “pôr”.
29. Preveu, preveram / Previu, previram
O verbo “prever”, assim como “rever”, se conjuga como o verbo “ver”.
30. Tinha chego, Tinha trago / Tinha chegado, Tinha trazido
“Chego” e “trago” só existem na expressões “Eu chego” e “Eu trago”.
31. Foi imprimido, Tinha impresso / Foi impresso, Tinha imprimido
O verbo ser pede o particípio irregular, que não termina em -do. Por isso se diz 
“foi impresso” e não “foi imprimido”. O verbo ter pede o particípio regular. Por 
isso se diz “tinha acendido” e não “tinha aceso”.
32. A curto, médio, longo prazo / Em curto, médio, longo prazo
A expressão exige a preposição “em”.
33. Por hora / Por ora
A palavra “ora” não só existe como significa “agora”.
34. Quando ver / Quando vir
“Quando vir” se refere ao verbo ver no futuro e na condicional. Ex: Quando eu te 
vir, vou te dar um abraço apertado! Além disso, “quando ver” não existe.
35. Eu quiz / Eu quis
A menos que você se refira a um quiz (aqui estão vários!), escreva “quis”.
36. A nível de / Com relação a
“A nível de” é uma expressão coringa, que não tem sentido próprio. Procure 
substituir, por ex., “a nível de Brasil” por “a nível nacional”, ou ainda melhor, 
por “com relação ao Brasil”. Em outros casos, a expressão é inútil. Em vez de 
dizer “problemas a nível de foco”, diga apenas “problemas de foco”.
37. Benvindo / Bem-vindo
Mesmo após a última reforma ortográfica, a palavra continua sendo grafada com 
hífen.
38. Esquecer da reunião / Esquecer-se da reunião
O verbo “esquecer” só é usado com a preposição “de” quando vem acompanhado
 de um pronome oblíquo (me, te, se, nos…). O mesmo vale para o verbo “lembrar”.
39. Fazem dez anos / Faz dez anos
No sentido de tempo decorrido, o verbo “fazer” só é usado no singular.
40. A dois anos / Há dois anos ou Dois anos atrás
Para indicar tempo passado, usa-se o verbo haver. O “a”, como expressão de 
tempo, é usado para indicar apenas tempo futuro ou distância. Ex: Falarei com 
o diretor daqui a cinco dias. Ele mora a duas horas do escritório.
41. Haviam muitos, Vão haver muitos / Havia muitos, Vai haver muitos
No sentido de existir, o verbo “haver” fica sempre no singular. Já nas locuções 
verbais, ele concorda com o sujeito. Ex: Elas haviam feito um ótimo trabalho.
42. Estamos quite / Estamos quites
“Quite” deve concordar com o sujeito a que se refere. Ex: Estou quite com você.
43. Aonde está / Onde está
“Onde” se refere a um lugar em que alguém ou alguma coisa está. “Aonde”
 é formado pela preposição “a”, porque indica movimento. Quem vai vai a 
algum lugar. Nessa mesma lógica, não existe a expressão “daonde”, pois quem 
vem vem de algum lugar. Existe apenas “de onde”.
44. Assistir a palestra / Assistir à palestra
O verbo assistir, no sentido de ver, exige a preposição “a”. Caso contrário, 
significa “ajudar”. Ex: A enfermeira assistiu o paciente por horas.
45. Admite-se vendedores / Admitem-se vendedores
Quem admite admite “algo”. Quando isso ocorre, o verbo é chamado de 
transitivo direto. Direto porque não há preposição entre ele e o objeto da frase, 
como acontece por exemplo na frase “Precisa-se de vendedores”, em que há 
a preposição “de”. Assim sendo, quando o verbo é transitivo direto, ele concorda
 com o sujeito da oração, que no nosso exemplo é “vendedores”, no plural. 
Portanto, “Admitem-se vendedores”.
46. Precisam-se de vendedores/ Precisa-se de vendedores
Quem precisa precisa “de algo”. Isso classifica o verbo “precisar” como transitivo
 indireto. Quando isso ocorre, o verbo fica no singular.
47. Implicar em retrabalho / Implicar retrabalho
O verbo “implicar” tem sentido de “requerer” e também de “acarretar” e, em 
ambos casos, não admite preposição.
48. Somos em cinco / Somos cinco
Não se usa a preposição “em” nessa expressão.
49. Entre eu e você / Entre mim e você
“Entre eu” só pode ser usado antes de um verbo no infinitivo. Ex.: “Passou-se um 
bom tempo entre eu começar o trabalho e você me ajudar.”
50. Eles tem / Eles têm
Tem refere-se à 3ª pessoa do singular do verbo “ter” no Presente do Indicativo. 
Têm refere-se ao mesmo tempo verbal, porém na 3ª pessoa do plural. Vêm, 
Convêm e Retêm
51. Chegar em São Paulo / Chegar a São Paulo
Verbos de movimento exigem a preposição “a”.
52. Preferir… do que / Preferir… a
A regência do verbo preferir é com a preposição “a” e não “do que”.
53. Meio-dia e meio / Meio-dia e meia
O correto é meio-dia e meia, pois o numeral fracionário concorda em gênero com 
a palavra hora.
54. Meia ansiosa / Meio ansiosa
A menos que você esteja dizendo que a meia do seu pé está ansiosa, o correto
 é no masculino, sempre que quiser dizer “um pouco”. No sentido de “metade”,
 concorde com o substantivo. Ex: Meia hora, meia xícara de chá.
55. Menas / Menos
“Menas” não existe.
56. Perca de tempo / Perda de tempo

“Perca” é verbo. Ex: Não quero que você perca sua fé em mim. “Perda”
 é substantivo. Foi uma perda incalculável.

c) Abandonando pleonasmos
57. Na minha opinião pessoal = Na minha opinião
58. Repetir de novo = Repetir
59. Multidão de gente = Multidão
60. Encarar de frente = Encarar
61. Duas metades iguais = Metades
62. Preferir mais = Preferir
63. Há anos atrás = Há anos ou Anos atrás

d) Descomplicando o uso da crase

Motivo de erros de português há gerações, a crase é simplesmente quando duas
 letras se fundem numa só: a preposição “a” e o artigo feminino “a”.
Algumas pessoas inclusive preferem ler “à” como “a a”. Tendo isso em mente, 
fica bem mais fácil entender quando a crase é necessária.
Veja alguns erros:
64. De segunda à sexta / De segunda a sexta
Você está dizendo “De segunda até sexta” e não “De segunda até a sexta”. 
Portanto, não há duas vezes o “a”. Logo, não faz sentido haver crase.
65. Das 17 até às 18h / Das 17 às 18h
É o mesmo caso que acabamos de explicar.
66. À partir de / A partir de
Nenhum verbo exige crase antes.
67. À prazo / A prazo
Prazo é uma palavra masculina e, portanto, não acompanha o artigo feminino “a”,
 necessário para haver crase.
68. Refiro-me aquilo / Refiro-me àquilo
As palavras “aquilo” e “aquele”, masculinas, levam acento quando provêm 
da fusão do “a” preposição com a letra “a” de “aquilo”. Ex: Refiro-me àquilo 
que você disse na reunião ontem.
69. Disse à você / Disse a você
Não ocorre crase antes de pronome pessoais (eu, você, ele, ela, nós, vocês, 
eles, elas), uma vez que nenhum deles vem acompanhado do artigo feminino “a”.
70. A vista, a disposição, a beira, a espera, a base / À, à, à, à, à
Sem o acento grave, todas essas expressões são apenas substantivos.
71. Vou à Curitiba, Vou a Bahia / Vou a Curitiba, Vou à Bahia
Quando estiver se referindo a cidades e países, lembre-se: Vou a, volte de… 
Crase pra quê? Vou a, volta da… Crase há! No exemplo: Vou a Curitiba (porque 
volto dE Curitiba) vs. Vou à Bahia (porque volto dA Bahia)

e) Descomplicando os porquês

Por fim, um dos mais célebres erros de português é a confusão que se faz entre 
os porquês. Veja como é mais simples do que parece!
  • Sempre que a palavra “motivo” estiver implícita na expressão, use “por que”.
  •  Mesmo que não seja uma pergunta.
  • Caso haja pontuação (ponto final, de exclamação ou interrogação) após, 
  • acentue a palavra “quê”, ficando “por quê”.
  • Se é possível substituir por “pois”, use “porque”.
  • Se é possível trocar pela palavra “motivo”, use o substantivo “porquê”.
Exemplo 1: Você não sabe por que [motivo] eu fiz aquilo, e agora me pede que eu 
explique por quê. Mas eu não irei dizer o porquê! Ainda estou triste porque você 
me ofendeu.
Exemplo 2: Você fez isso porque me amava? Eu nem sei por que [motivo] eu 
ainda continuo com você. Eu não sei por quê. Deve ser assim mesmo, a gente 
nunca sabe o porquê total de continuar amando.
Fonte: Internet

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Professora Marcia Valeria

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"Feliz aquele que transfere o que sabe
e aprende o que ensina."
(Cora Coralina)

Feliz Dia das Crianças para todos!
Responsabilidade, Honestidade e Pontualidade faz parte de nossas vidas e temos que estar atentos para não pecarmos nessas áreas. Isso faz parte do ser adulto. Mas nada nos impede de sermos crianças em alguns momentos, principalmente na humildade e sinceridade. Só que a sinceridade as vezes ofende, pois as pessoas não estão preparadas para ouvirem a verdade, mesmo que venha da boca de uma criança.

Professora Marcia Valeria-2010.