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sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Avaliação Diagnóstica do Ensino Fundamental - Atividades

Avaliação diagnóstica – 1º anos – Pintar nomes

Avaliação diagnóstica - 1º anos - Pintar nomes

Avaliação diagnóstica - 1º anos - Ditado

Avaliação diagnóstica - 1º anos - Desenho

Avaliação diagnóstica - 1º anos - Numerais

Avaliação diagnóstica - 1º anos - Alimentos

Avaliação diagnóstica - 1º anos - Leitura



Avaliação Diagnóstica de Matemática 2 Ano

Avaliação de Matemática para trabalhar com escrita de números, maior e menor e resolução de problemas e operações.

Avaliação Diagnóstica 2 Ano-Matemática para trabalhar com escrita de números, maior e menor e resolução de problemas e operações.

Avaliação Diagnóstica 2 ANO-Alfabeto-Parte 1

Avaliação Diagnóstica 2 ANO-Alfabeto-Parte 1. Esta Avaliação Diagnóstica de Língua Portuguesa trabalha com Leitura, Interpretação e Alfabeto.

Avaliação Diagnóstica de Língua Portuguesa 2º ANO-Alfabeto-Parte 1




 

Avaliação Diagnóstica 2 ANO-Alfabeto-Parte 2


Avaliação Diagnóstica 2 ANO-Alfabeto-Parte 2. Esta Avaliação Diagnóstica de Língua Portuguesa trabalha com Leitura, Interpretação e Alfabeto.

Avaliação Diagnóstica 2 ANO-Alfabeto-Parte 1-Folha 3

Avaliação Diagnóstica 2 ANO-Alfabeto-Parte 3

Esta Avaliação Diagnóstica de Língua Portuguesa trabalha com Leitura, Interpretação e Alfabeto.

Avaliação Diagnóstica 2 ANO-Alfabeto-Parte 1-Folha 6


Avaliação diagnóstica 2º ano - Português - 2015 Leitura

Avaliação diagnóstica 2º Ano - Português - 2015 Ditado



avaliação retorno recesso

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quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Planner 2020 para imprimir


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Planner 2020: palavra final

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Professor de 95 anos pega dois ônibus pra dar aulas de japonês de graça em Curitiba!




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Escrito por Lucas Sarzi
Ele nasceu no Japão e veio para o Paraná aos nove anos, em maio de 1940. Em Curitiba, chegou em dezembro de 1951 e aqui foi a cidade que escolheu não só para constituir família como também para escrever sua história. Hoje, aos 95 anos, Seizo Watanabe procura fazer a diferença na vida das pessoas dando aulas de japonês a partir do conhecimento que adquiriu sozinho ao longo de todos estes anos distante de sua terra natal. “Não queria morrer sem deixar isso para alguém”, destaca ele.
Essa é a homenagem da Tribuna do Paraná ao dia dos professores.


Ao vir para o Brasil, Seizo acabou estudando sozinho da forma que era possível na época. “Quando cheguei, só tinha terceiro ano de estudo no Japão, mas aqui no Brasil não me adaptei ao clima e fiquei dois anos sem poder sair de casa, por conta de uma alergia que tive. Por causa disso e pela guerra (Segunda Guerra Mundial), estudei sozinho, em casa, porque não podia reunir três japoneses, se não levavam para a cadeia”.
Em Curitiba, ele chegou quando já tinha 20 anos e aqui começou a escrever, em definitivo, sua história. Seizo casou, teve dois filhos e se aposentou como dono de uma lavanderia. “Junto disso, sempre gostei de ler. Nunca abandonei esse hábito e acredito que já tenha lido mais de mil volumes desde que cheguei em Curitiba”.

Ao vir para o Brasil, Seizo acabou estudando sozinho da forma que era possível na época. Foto: Felipe Rosa / Tribuna do Paraná

Casado há 68 anos, Seizo tem uma rotina bastante ativa com sua esposa, com quem não deixa de fazer uma série de atividades que gosta, como dançar e caminhar. “Ela mesmo é uma pessoa muito ativa. Se tem mulher com mais saúde que a minha esposa, desconheço: corre o dia todo, faz dança. Talvez esse seja o segredo, mas sentia a necessidade de passar meus conhecimentos, deixar um legado a alguém de alguma forma”, comentou o japonês.

Aulas de graça

Por conta dessa sede de ensinar e de, ao mesmo tempo, se obrigar a não ficar parado, há 17 anos Seizo desenvolve uma atividade diária que exige muito dele, mas de longe é perceptível que não lhe custa nada: morador do bairro Jardim das Américas, o idoso pega dois ônibus para chegar até a Praça Ouvidor Pardinho, no Rebouças, duas vezes por semana. O objetivo? Dar aulas de japonês para frequentadores do Centro de Atendimento ao Idoso (Cati).
Com a determinação que é característica de todo japonês, Seizo não vê o esforço de levantar cedo e ir até o Cati como algo que lhe tira energia. “Muito pelo contrário. Eu fico muito satisfeito porque o esforço de cada um, eu acho que vale muito, então cada um fazendo a sua parte me deixa muito feliz. Tenho muita gratidão”, disse ele, que leciona de forma voluntária para dois tipos de turmas: os que estão aprendendo agora e os que já têm certo conhecimento.

Muito mais do que as aulas de japonês, Seizo é um exemplo aos idosos do Cati que enxergam o professor como uma referência. Foto: Felipe Rosa / Tribuna do Paraná

Seizo avalia que, para os idosos, as aulas no Cati são extremamente importantes. “Quando o cidadão passa a fronteira, o idioma faz com que a pessoa não passe apuro na alfândega, por exemplo, mas tirando isso a pessoa adquire muito mais conhecimento. Por isso quanto mais idioma se aprende, melhor. Isso sem contar o fato de que conhecer nunca é demais. A pessoa que busca aprender mais, vive mais. Depois que aposentar, não fique sem fazer nada, procure estudar, porque isso impede que a gente se sinta desmotivado”.

Além do idioma

Para os alunos, que têm todos entre os 60 e mais de 80 anos, os encontros com Seizo são muito mais do que uma simples aula de um novo idioma. “Às vezes a gente não quer vir, levanta meio desanimado, com preguiça, mas quando lembramos o esforço que ele faz para estar na aula, a gente vem. Pra gente esse é um momento de encontrarmos pessoas, conversarmos e, além disso tudo, ainda aprendemos. Muita coisa que, por exemplo, eu ouvia com nossos pais, mas não entendia o que significava, aprendo com ele hoje”, disse Elis Miyazaki, 71 anos.

Os alunos têm entre 60 e mais de 80 anos. Foto: Felipe Rosa / Tribuna do Paraná

O pintor e desenhista aposentado Luiz Hiroshi, de 82, conheceu Seizo há 17 anos, quando dava aulas de pintura. “É um senhor admirável pela idade e por continuar como voluntário. Só tenho a agradecer porque, em termos de Japão, cultura, costume, idioma, ele entende demais. Eu, que procurei as aulas como uma forma de aprender um pouco mais, percebo que só melhoro meu conhecimento. A gente tem que sempre ter alguma atividade, se não enferruja, trava tudo, né? Seizo faz com que a gente se sinta bem”.
Quando procurou as aulas de japonês do Cati, a bancária aposentada Rosa Reiko Monma, 66 anos, disse que chegou motivada a manter a memória ativa, mas se surpreendeu com a lição de vida do professor. “Me motivou a aprender um pouco mais. Por ser japonesa, entendia um pouco, mas algumas coisas, que achava mais difícil, aprendi aqui. Às pessoas que estão se aposentando, digo que é sempre bom aprender, não parar no tempo”.

Exemplo mesmo!

A técnica de referência do Cati, Rosane de Carvalho Contin, tem Seizo como uma referência de pessoa que mostra que a vida não termina quando se aposenta. “Como aqui especificamente atendemos pessoas acima dos 60 anos, vemos um pouco de tudo, mistura um pouco das situações, mas ele é um exemplo. Ao mesmo tempo, é o perfil do idoso dos próximos anos, que mostra que aquele idoso que ficava em casa sentado, vendo TV e fazendo crochê está acabando”.
Rosane enxerga Seizo como uma forma de mostrar aos idosos que eles têm que, sim, continuar a viver após a tão esperada aposentadoria. “É uma mudança de paradigma que a própria sociedade tem que perceber, que esse idoso não é mais igual o de antigamente. Hoje os idosos participam, fazem atividades e estão cada vez mais inseridos dentro de um contexto social na cidade. E eles têm, sim, muito a contribuir. Temos que mudar a cabeça com relação aos idosos”.
Para ela, que é responsável por manter essas pessoas ativas e acreditando em si mesmas, a missão que divide com o japonês é importantíssima. “Não dá mais para ficar em casa parado. O idoso tem que sair, se relacionar, fazer parte da sociedade, se inserir nesse contexto social, pois é assim que se ajuda a prevenir doenças, manter a memória ativa. Sou testemunha da forma que chegam os idosos, com problema de autoestima, depressão, e começando a participar das aulas passam a ter outro olhar e se sentem mais capazes”.

sábado, 11 de janeiro de 2020

CERTAMENTE SEU PROFESSOR DE HISTÓRIA NÃO TE ENSINOU ISSO NA ESCOLA 🇧🇷


Santos Dumont almoçava 3 vezes por semana na casa da Princesa Isabel em Paris.
A ideia do Cristo na montanha do Corcovado partiu da Princesa Isabel.
A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos os imóveis da família. D. Pedro II tentou ao parlamento a abolição da escravatura desde 1848. Uma luta contra os poderosos fazendeiros por 40 anos.
D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo que 17 era fluente.
A primeira tradução do clássico árabe “Mil e uma noites” foi feita por D. Pedro II, do árabe arcaico para o português do Brasil.
D. Pedro II doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes.
D. Pedro Augusto Saxe-Coburgo era fã assumido de Chiquinha Gonzaga.
 Princesa Isabel recebia com bastante frequência amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para saraus e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época.
 Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava numerários para alforriá-los.
Os pequenos filhos da Princesa Isabel possuíam um jornalzinho que circulava em Petrópolis, um jornal totalmente abolicionista.
D. Pedro II recebeu 14 mil votos na Filadélfia para a eleição Presidencial, devido sua popularidade, na época os eleitores podiam votar em qualquer pessoa nas eleições.
Uma senhora milionária do sul, inconformada com a derrota na guerra civil americana, propôs a Pedro II anexar o sul dos Estados Unidos ao Brasil, ele respondeu literalmente com dois “Never!” bem enfáticos.
 Pedro II fez um empréstimo pessoal a um banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca. Em uma época que ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica.
• Quando D. Pedro II do Brasil subiu ao trono, em 1840, 92% da população brasileira era analfabeta.
Em seu último ano de reinado, em 1889, essa porcentagem era de 56%, devido ao seu grande incentivo a educação, a construção de faculdades e, principalmente, de inúmeras escolas que tinham como modelo o excelente Colégio Pedro II.

• A Imperatriz Teresa Cristina cozinhava as próprias refeições diárias da família imperial apenas com a ajuda de uma empregada (paga com o salário de Pedro II).
• (1880) O Brasil era a 4º economia do Mundo e o 9º maior Império da história.
• (1860-1889) A média do crescimento econômico foi de 8,81% ao ano.
• (1880) Eram 14 impostos, atualmente são 98.
• (1850-1889) A média da inflação foi de 1,08% ao ano.
• (1880) A moeda brasileira tinha o mesmo valor do dólar e da libra esterlina.
• (1880) O Brasil tinha a segunda maior e melhor marinha do Mundo, perdendo apenas para a da Inglaterra.
• (1860-1889) O Brasil foi o primeiro país da América Latina e o segundo no Mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais.
• (1880) O Brasil foi o maior construtor de estradas de ferro do Mundo, com mais de 26 mil km.
• A imprensa era livre tanto para pregar o ideal republicano quanto para falar mal do nosso Imperador.
"Diplomatas europeus e outros observadores estranhavam a liberdade dos jornais brasileiros" conta o historiador José Murilo de Carvalho.
Mesmo diante desses ataques, D. Pedro II se colocava contra a censura. "Imprensa se combate com imprensa", dizia.

• O Maestro e Compositor Carlos Gomes, de “O Guarani” foi sustentado por Pedro II até atingir grande sucesso mundial.
• Pedro II mandou acabar com a guarda chamada Dragões da Independência por achar desperdício de dinheiro público. Com a república a guarda voltou a existir.
• Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honorários de Botânica e Astronomia pela Universidade de Cambridge.
• A mídia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manutenção dos palácios da Quinta da Boa Vista e Petrópolis. Pedro II não admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase diárias nos jornais, mantinha a total liberdade de expressão e nenhuma censura.
• D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu exílio sempre com um saco de veludo ao bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele.
Fonte: Biblioteca Nacional RJ, IMS RJ, Diário de Pedro II, Acervo Museu Imperial de Petrópolis RJ, IHGB, FGV, Museu Nacional RJ, Bibliografia de José Murilo de Carvalho.


A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, sapatos e atividades ao ar livre

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sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Avaliação Diagnóstica - 1º Ano do Ensino Fundamental.

Objetivo da Avaliação Diagnóstica:

Identificar as habilidades relacionadas à leitura, escrita, conceitos matemáticos básico
e  psicomotricidade. 

Não lhes diga que é uma avaliação, essa palavra costuma intimidar. O bom é estar em um ambiente descontraído, fazer a dinâmica de apresentação e depois solicitar que os alunos façam as atividades. Coloque uma música instrumental bem baixinho, que relaxa e estimula o cérebro. 

Você pode utilizar de sua própria avaliação, com conteúdo ministrado no ano anterior. Sempre observando, de forma individual, toda ação e reação do aluno diante  das atividades propostas. Jamais cobrar perfeição ou término dentro de prazo determinado. A avaliação diagnóstica também foca no tempo individual. Anote o tempo na ficha individual, assim você sempre saberá as habilidades e dificuldades de cada aluna, podendo lhe proporcionar um trabalho individualizado. Não é impossível e sim necessário!

Ficha Individual do aluno.

Tem como objetivo sinalizar possíveis mudanças no planejamento de acordo com o tempo do aluno. 







Português.


Avaliação diagnóstica 1 ano de Português e Matemática

Avaliação diagnóstica 1 ano de Português e Matemática

Avaliação diagnóstica 1 ano de Português e Matemática

 Matemática.


Avaliação diagnóstica 1 ano de Português e Matemática

Avaliação diagnóstica 1 ano de Português e Matemática

Avaliação diagnóstica 1 ano de Português e Matemática

Fonte: Internet



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Professora Marcia Valeria

EVANGÉLICOS PELO ESCOLA SEM PARTIDO

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Contadores

"Feliz aquele que transfere o que sabe
e aprende o que ensina."
(Cora Coralina)

Feliz Dia das Crianças para todos!
Responsabilidade, Honestidade e Pontualidade faz parte de nossas vidas e temos que estar atentos para não pecarmos nessas áreas. Isso faz parte do ser adulto. Mas nada nos impede de sermos crianças em alguns momentos, principalmente na humildade e sinceridade. Só que a sinceridade as vezes ofende, pois as pessoas não estão preparadas para ouvirem a verdade, mesmo que venha da boca de uma criança.

Professora Marcia Valeria-2010.