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quinta-feira, 19 de setembro de 2019

MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO-QUAIS SÃO E COMO FUNCIONAM?

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alfabetizacao 1 - Métodos de Alfabetização-Quais são e como funcionam?
O melhor método para a alfabetização é um discussão antiga entre os especialistas no assunto e também entre os pais quando vão escolher um escola para seus filhos começaram a ler as primeiras palavras e frases. No caso brasileiro, com os elevados índices de analfabetismo e os graves problemas estruturais na rede pública de ensino, especialistas debatem qual seria o melhor método para revolucionar, ou pelo menos, melhorar a educação brasileira. Ao longo das décadas, houve uma mudança da forma de pensar a educação, que passou de ser vista da perspectiva de como o aluno aprende e não como o professor ensina.

São muitas as formas de alfabetizar e cada uma delas destaca um aspecto no aprendizado. Desde o método fônico, adotado na maioria dos países do mundo, que faz associação entre as letras e sons, passando pelo método da linguagem total, que não utiliza cartilhas, e o alfabético, que trabalha com o soletramento, todos contribuem, de uma forma ou de outra, para o processo de alfabetização.
Qual é o melhor método?
Neste artigo, você vai conhecer os métodos de alfabetização mais utilizados, como funcionam, quais são as vantagens e desvantagens de cada um deles, além da orientação dos Parâmetros Curriculares Nacionais da Língua Portuguesa, adotados pelo governo federal.
A proposta deste artigo não é apontar o melhor método de alfabetização, até porque os educadores e especialistas não têm um consenso sobre o tema. Pretendemos apenas mostrar as características de cada método para que os pais conheçam mais profundamente o método que está sendo aplicado na educação de seus filhos.
• Método Sintético
O método sintético estabelece uma correspondência entre o som e a grafia, entre o oral e o escrito, através do aprendizado por letra por letra, ou sílaba por sílaba e palavra por palavra.
Os métodos sintéticos podem ser divididos em três tipos: o alfabético, o fônico e o silábico. No alfabético, o estudante aprende inicialmente as letras, depois forma as sílabas juntando as consoantes com as vogais, para, depois, formar as palavras que constroem o texto.
No fônico, também conhecido como fonético, o aluno parte do som das letras, unindo o som da consoante com o som da vogal, pronunciando a sílaba formada. Já no silábico, ou silabação, o estudante aprende primeiro as sílabas para formar as palavras.
Por este método, a aprendizagem é feita primeiro através de uma leitura mecânica do texto, através da decifração das palavras, vindo posteriormente a sua leitura com compreensão.
Neste método, as cartilhas são utilizadas para orientar os alunos e professores no aprendizado, apresentando um fonema e seu grafema correspondente por vez, evitando confusões auditivas e visuais.
Como este aprendizado é feito de forma mecânica, através da repetição, o método sintético é tido pelos críticos como mais cansativo e enfadonho para as crianças, pois é baseado apenas na repetição e é fora da realidade da criança, que não cria nada, apenas age sem autonomia.
• Método Analítico
O método analítico, também conhecido como “método olhar-e-dizer”, defende que a leitura é um ato global e audiovisual. Partindo deste princípio, os seguidores do método começam a trabalhar a partir de unidades completas de linguagem para depois dividi-las em partes menores. Por exemplo, a criança parte da frase para extrair as palavras e, depois, dividi-las em unidades mais simples, as sílabas.
Este método pode ser divido em palavração, setenciação ou global. Na palavração, como o próprio nome diz, parte-se da palavra. Primeiro, existe o contato com os vocábulos em uma sequência que engloba todos os sons da língua e, depois da aquisição de um certo número de palavras, inicia-se a formação das frases.
Na setenciação, a unidade inicial do aprendizado é a frase, que é depois dividida em palavras, de onde são extraídos os elementos mais simples: as sílabas. Já no global, também conhecido como conto e estória, o método é composto por várias unidades de leitura que têm começo, meio e fim, sendo ligadas por frases com sentido para formar um enredo de interesse da criança. Os críticos deste método dizem que a criança não aprende a ler, apenas decora.
• Método Alfabético
Um dos mais antigos sistemas de alfabetização, o método alfabético, também conhecido como soletração, tem como princípio de que a leitura parte da decoração oral das letras do alfabeto, depois, todas as suas combinações silábicas e, em seguida, as palavras. A partir daí, a criança começa a ler sentenças curtas e vai evoluindo até conhecer histórias.
Por este processo, a criança vai soletrando as sílabas até decodificar a palavra. Por exemplo, a palavra casa soletra-se assim c, a, ca, s, a, sa, casa. O método Alfabético permite a utilização de cartilhas.
As principais críticas a este método estão relacionadas à repetição dos exercícios, o que o tornaria tedioso para as crianças, além de não respeitar os conhecimentos adquiridos pelos alunos antes de eles ingressarem na escola.

O método alfabético, apesar de não ser o indicado pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, ainda é muito utilizado em diversas cidades do interior do Nordeste e Norte do país, já que é mais simples de ser aplicado por professores leigos, através da repetição das Cartas de ABC, e na alfabetização doméstica.

• Método Fônico
O método fônico consiste no aprendizado através da associação entre fonemas e grafemas, ou seja, sons e letras. Esse método de ensino permite primeiro descobrir o princípio alfabético e, progressivamente, dominar o conhecimento ortográfico próprio de sua língua, através de textos produzidos especificamente para este fim.
O método é baseado no ensino do código alfabético de forma dinâmica, ou seja, as relações entre sons e letras devem ser feitas através do planejamento de atividades lúdicas para levar as crianças a aprender a codificar a fala em escrita e a decodificar a escrita no fluxo da fala e do pensamento.
O método fônico nasceu como uma crítica ao método da soletração ou alfabético. Primeiro são ensinadas as formas e os sons das vogais. Depois são ensinadas as consoantes, sendo, aos poucos, estabelecidas relações mais complexas. Cada letra é aprendida como um fonema que, juntamente com outro, forma sílabas e palavras. São ensinadas primeiro as sílabas mais simples e depois as mais complexas.
Visando aproximar os alunos de algum significado é que foram criadas variações do método fônico. O que difere uma modalidade da outra é a maneira de apresentar os sons: seja a partir de uma palavra significativa, de uma palavra vinculada à imagem e som, de um personagem associado a um fonema, de uma onomatopéia ou de uma história para dar sentido à apresentação dos fonemas. Um exemplo deste método é o professor que escreve uma letra no quadro e apresenta imagens de objetos que comecem com esta letra. Em seguida, escreve várias palavras no quadro e pede para os alunos apontarem a letra inicialmente apresentada. A partir do conhecimento já adquirido, o aluno pode apresentar outras palavras com esta letra.
Os especialistas dizem que este método alfabetiza crianças, em média, no período de quatro a seis meses. Este é o método mais recomendado nas diretrizes curriculares dos países desenvolvidos que utilizam a linguagem alfabética.
A maior crítica a este método é que não serve para trabalhar com as muitas exceções da língua portuguesa. Por exemplo, como explicar que cassa e caça têm a mesma pronúncia e se escrevem de maneira diferente?
A velha cartilha Caminho Suave
A grande maioria dos brasileiros alfabetizados até os anos de 1970 e início dos 80 teve na cartilha Caminho Suave o seu primeiro passo para o aprendizado das letras. Com mais de 40 milhões de exemplares vendidos desde a sua criação, a cartilha idealizada pela educadora Branca Alves de Lima, que morreu em 2001, aos 90 anos, teve um grande sucesso devido à simplicidade de sua técnica.
Na tentativa de facilitar a memorização das letras, vogais e consoantes, e depois das sílabas para aprender a formar as palavras, a então professora Branca, no final da década de 40, criou uma série de desenhos que continham a inicial das palavras: o “A” no corpo da abelha, o “F” no cabo da faca, o “G”, no corpo do gato.
Por causa da facilidade no aprendizado por meio desta técnica, rapidamente a cartilha tornou-se o principal aliado na alfabetização brasileira até o início dos anos 80, quando o construtivismo começou a tomar forma. Em 1995, o Ministério da Educação retirou a cartilha do seu catálogo de livros. Apesar disto, estima-se que ainda são vendidas 10 mil cartilhas por ano no Brasil.
Os parâmetros nacionais e o método construtivista.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais, também conhecido como PCN´s, são uma espécie de manual para as escolas sobre como deveria ser a orientação para o ensino, de acordo com o Ministério da Educação. Criado em 1998, este documento tem como função orientar e garantir a coerência dos investimentos no sistema educacional, socializando discussões, pesquisas e recomendações, subsidiando a participação de técnicos e professores brasileiros, principalmente daqueles que se encontram mais isolados, com menor contato com a produção pedagógica atual.
Os PCNs propõem um currículo baseado no domínio das competências básicas e que esteja em consonância com os diversos contextos de vida dos alunos. “Mais do que reproduzir dados, denominar classificações ou identificar símbolos, estar formado para a vida, num mundo como o atual, de tão rápidas transformações e de tão difíceis contradições, significa saber se informar, se comunicar, argumentar, compreender e agir, enfrentar problemas de qualquer natureza, participar socialmente, de forma prática e solidária, ser capaz de elaborar críticas ou propostas e, especialmente, adquirir uma atitude de permanente aprendizado”, diz o documento.
Os PCN´s foram estabelecidos a partir de uma série de encontros, reuniões e de discussão realizados por especialistas e educadores de todo o país, de acordo com as diretrizes gerais estabelecidas pela Lei de Diretrizes e Bases. Segundo o MEC, estes documentos foram feitos para ajudar o professor na execução de seu trabalho, servindo de estímulo e apoio à reflexão sobre a sua prática diária, ao planejamento das aulas e, sobretudo, ao desenvolvimento do currículo da escola, formando jovens brasileiros para enfrentar a vida adulta com mais segurança.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais defendem a linha construtivista como método de alfabetização. Surgida na década de 80, a partir de estudiosas da área como Ana Teberowsky e Emília Ferreiro, esta linha defende que a escola deve valorizar o conhecimento que a criança tem antes de ingressar no estabelecimento. A sua ênfase é na leitura e na língua escrita.
Os construtivistas são contra a elaboração de um material único para ser aplicado a todas as crianças, como as cartilhas, e rejeitam a prioridade do processo fônico. Por este método, as escolas, durante o processo de alfabetização, devem utilizar textos que estejam próximos do universo da criança.
Os defensores do método fônico culpam o construtivismo, base dos Parâmetros Curriculares Nacionais, pelos problemas de alfabetização no Brasil. Segundo os críticos, a concepção construtivista, em muitos casos, ignora que os estudantes de classe baixa, vindos de famílias menos letradas, trazem de casa uma bagagem cultural muito pequena, dificultando a sua adaptação a este método.

A inesquecível cartilha Caminho Suave - (Branca Alves de Lima). 

Famoso livro de alfabetização teve quase 40 milhões de exemplares em mais de 100 edições

Quando a professora Branca Alves de Lima desenvolveu um método de alfabetização baseado em imagens e publicou sua cartilha Caminho Suave em 1948, certamente não fazia ideia do fenômeno que a obra seria. Depois de observar seus alunos, a maioria vinda da zona rural do interior paulista, ela chegou à conclusão que associar imagens às palavras seria uma boa forma de as crianças aprenderem a identificar cada letra, sílaba e vocábulo.
Ela estava absolutamente certa! Caminho Suave foi o livro oficial de alfabetização do Ministério da Cultura por quase cinquenta anos, e mais de 40 milhões de exemplares foram impressos nesse período, tendo um total, até agora, de 132 edições. Não importa se você tem 25 ou 75 anos, a chance de você ter sido um aluno “indireto” da professora Branca é muito grande.
Quando pensamos em nossos primeiros dias de escola, fica difícil lembrar até do nome da professora, que dirá dos nossos primeiros livros. Mas com a Caminho Suave é diferente. Quase todo mundo que usou essa cartilha é capaz de lembrar disso, e até consegue visualizar as letras e sílabas ilustradas com imagens simples, mas muito significativas.
Houve até um material adicional composto de cartazes, carimbos, livros de exercício e até cards, usados como ferramentas de apoio no aprendizado das crianças.
Desde 1995, no entanto, os métodos de ensino mudaram, e a cartilha Caminho Suave não é mais o instrumento oficial de alfabetização do país. Mesmo assim, ainda é publicada e continua vendendo em média 10 000 exemplares por ano.
A Professora Branca felizmente viveu para ver seu método ser adorado e lembrado por milhões de alunos pelo país afora. Ela se foi em 2001, aos 90 anos de idade, com a certeza de ter cumprido seu papel de professora.
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sábado, 7 de setembro de 2019

🇧🇷 7 de Setembro, dia da Independência do BRASIL 🇧🇷

🇧🇷 PARABÉNS BRASIL! 🇧🇷
















MENINO PEGA ‘CARONA’ COM BOLSONARO NO DESFILE DE 7 DE SETEMBRO
07 DE SETEMBRO DE 2019 • 15:47

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Com informações G1

A primeira quebra de protocolo do presidente Jair Bolsonaro no desfile de 7 de setembro deste sábado, em Brasília, não estava planejada: o estudante Ivo Cezar Gonzaga, de 9 anos, corria pelo gramado da Biblioteca do Senado tentando acompanhar o Rolls-Royce presidencial quando foi chamado para subir a bordo do conversível.

Ivo mora com os pais na Vila Planalto, região localizada a menos de 2 km do Palácio do Planalto. A família dele chegou ao desfile às 8h45, poucos minutos antes da “carona” presidencial.

“Eu estava correndo para dar tchau para ele. Ele me reconheceu, porque já tinha me visto no [evento] Moto Capital, e me chamou. Ele mandou o segurança me pegar para me colocar dentro do carro”, contou o menino, vestido com a camisa 10 da seleção brasileira.

Ivo acompanhou todo o desfile no palanque presidencial, ao lado de Bolsonaro e dos convidados do Palácio do Planalto. Ele disse que tirou foto “com um montão de ministros”, como Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública).

“Hoje foi o melhor desfile de todos, porque isso nunca tinha acontecido na minha vida. Conhecer os políticos, andar no carro do Bolsonaro, poder ver as viaturas de perto. Foi um dia muito legal.”

A mãe dele disse que Ivo tentou fazer um registro da outra vez em que encontrou Bolsonaro, mas não conseguiu. “Hoje, foi mais que uma foto. Vai influenciar na vida dele”, afirmou.
Crédito da reportagem : https://clicrdc.com.br/cultura/menino-pega-carona-com-bolsonaro-no-desfile-de-7-de-setembro/








segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Alerta para Professores e Famílias.

Crianças recebem laudos falsos de retardo mental para aumentar o Ideb em curral eleitoral de Ciro Gomes.
A cidade de Sobral, sertão do Ceará obteve o maior índice do Ideb do Brasil. Para conquistar este posto, o município gastou mais de R$ 300 mil em falsos laudos de demência e retardo mental que destruíram a vida de várias famílias na região. Um adolescente por pouco não tirou a vida após ser diagnosticado falsamente com retardo mental
25/08/2019 às 21:51 - por Oswaldo Eustáquio

A simpática cidade de Sobral, no sertão Cearense, base eleitoral dos irmãos Ciro e Cid Gomes, que comandam a política no estado há anos, ficou famosa no Brasil pelos belos índices de alfabetização alcançando a primeira posição no IDEB. Em 2017, superou a cidade mineira de Nova Ponte com a média 7,2, equivalente a alunos do Reino Unido. A cidade é governada pelo irmão caçula de Ciro e Cid Gomes, Ivo Ferreira Gomes.
As informações foram amplamente divulgadas no Brasil às vésperas da eleição de 2018, colocando Ciro Gomes como um grande governante no quesito educação. Tudo isso seria maravilhoso se não fosse uma fraude contra a criança e o adolescente, destruindo famílias para chegar a um índice falso. Um adolescente chegou a pensar em suicídio após receber o falso diagnóstico de retardo mental.
Após três anos de investigação, a equipe de reportagem do Agora Paraná, descobriu graves crimes na cidade Sobral e Coreaú. A média alta no IDEB só foi possível porque a Secretaria de Educação do Município, gastou mais de R$ 300 mil em laudos falsos de retardo mental e demência em alunos que tiravam notas baixas, dentro na média nacional, mas notas que atrapalhariam um alto desempenho da cidade cearense no Ideb.
Veja o vídeo completo da reportagem:

Com depoimentos de médicos, professores, mães de alunos, a reportagem desmonta a maior fraude na educação infantil da história do Brasil. Os vídeos e documentos foram enviados para o Ministério Público Federal e Polícia Federal que estão investigando o caso.
Segundo as informações apuradas pelo Agora Paraná, os documentos também são usados para solicitar benefícios do INSS. Dois médicos cearenses estão sendo investigados, suspeitos de emitirem centenas de laudos, atestando falsas informações cognitivas de crianças do ensino fundamental de Sobral e Coreaú, no sertão do Ceará.
Segundo o relato das mães, as próprias diretoras organizam todo o esquema. Elas selecionam os alunos de baixo desempenho escolar, levam as crianças para a consulta e pagam até 300 reais por cada laudo.
As mães contam que além de terem os filhos saudáveis, atestados como sendo portadores de retardo mental, as crianças também foram encaminhadas pela direção da escola para tentarem benefícios do INSS usando os documentos, mas foram reprovados na perícia médica.
Desconfiadas das informações descritas nos laudos, as mães procuraram outros profissionais e eles atestaram que as crianças não sofrem de retardo mental, além de identificarem que elas  possuem grande potencial de aprendizado, culpando a escola de não aplicar métodos lúdicos e motivadores para o melhor aprendizado.
Com medo de perder o emprego e sem querer ser identificada, uma professora afirmou que realmente tem crianças com laudos de retardo mental que não tem nada. “Meu Deus, mas tem uns meninos mesmo que a gente vê que não tem nada. Dá vontade é de procurar outro emprego em outro lugar, mas infelizmente dependo do meu emprego”, revelou.
Ouvido por nossa equipe, o médico pediatra Francisco Manuel Guedes confirmou que os documentos são usados para tentarem benefícios no INSS e para influenciar nas avaliações das crianças de baixo desempenho escolar.
O Pediatra confirmou também que a Secretaria Municipal de Educação encaminha grupos de alunos do ensino fundamental de várias escolas, para que sejam emitidos os laudos, atestando retardo mental, autismo e outros diagnósticos. Segundo ele, cada laudo custa 300 reais, contudo, não soube informar quantos foram emitidos em 2018, para a prefeitura de Sobral.
Ainda segundo o médico, a Secretaria Municipal de Educação solicita laudos que confirmem que as crianças não têm condições de enfrentar as avaliações. Guedes disse que o aluno com o laudo pode fazer a prova, mas que o peso na contagem de pontos não pode ser o mesmo aplicado na correção das provas de uma criança sem o laudo. “O aluno pode ir para a prova, porém o peso dele na contagem não pode ser o mesmo de uma criança de desenvolvimento normal”, finalizou Guedes.

De 2013 a 2015 só em Coreaú (CE), 300 laudos foram emitidos atestando problemas cognitivos nas crianças do ensino fundamental, todos assinados ou pelo Dr. Bruno Gomes, ou pelo Pediatra Manuel Guedes. O Dr. Bruno, segundo relatos das mães, atende as crianças do 2º e do 5º ano, dentro das escolas sem o acompanhamento dos familiares.
A dona de casa Maria Vieira conta que nunca nem levou o filho para ser atendido pelo Doutor Bruno, e ficou assustada quando soube do laudo diagnosticando o seu filho com retardo mental.
Em Sobral, também há relatos de que o médico Bruno Gomes atende numa sala de aula da escola Maria do Carmo Andrade, sem a presença de familiares. 
Em novembro de 2018, em um só dia, mais de 10 alunos acompanhados pela diretora Fátima Farias, foram atendidos no CAPS AD, pelo Dr. Manuel Guedes. Segundo as investigações, naquela manhã, ele emitiu documentos da Santa Casa de Sobral com datas retroativas de 14 agosto e 14 de setembro, para atender a demanda da Secretaria Municipal de Educação. As mães confirmam que os documentos seriam usados para excluir os filhos da contabilidade da avaliação externa, manipulando o desempenho do município no ranking nacional.
Procuramos falar com o médico Bruno Gomes da Silva Vasconcelos, mas além de não responder nossas perguntas, ainda bloqueou o nosso contato no WhatsApp. O mesmo fez a diretora Fátima Farias, citada por várias mães como uma das diretoras que organizam todo o esquema criminoso. A Secretaria de Educação não respondeu o nosso e-mail.



"25/08/2019 às 21:51 - por Oswaldo Eustáquio", continue lendo em: http://www.agoraparana.com.br/noticia/criancas-recebem-laudos-falsos-de-retardo-mental-para-aumentar-o-ideb-em-curral-eleitoral-de-ciro-gomes#.XWMupSw9-4Y.whatsapp
http://www.agoraparana"25/08/2019 às 21:51 - por Oswaldo Eustáquio",



segunda-feira, 19 de agosto de 2019

MEC lança Política Nacional de Alfabetização - PNA


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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

A Revolução Francesa e a opressão do politicamente correto.


Nas muitas vezes em que, na história, sociedades eliminaram a moral religiosa, o que a substituiu foi uma implacável imposição estatal do que é considerado virtude ou não

1 de agosto de 2019 10:26
AvatarBraulia Ribeiro
braulia_ribeiro@yahoo.com

“A história não repete a si mesma, mas faz rimas, às vezes até tem soluços…” Assim começa um artigo interessante publicado no Wall Street Journal no dia 25 de julho. A autora Peggy Noonan tece uma comparação da Revolução Francesa com o que se vive hoje na América. Gostei da comparação e acredito que a semelhança da França de 1789 e o Brasil é ainda maior do que o que se vê no panorama cultural americano.

Muitas pessoas pensam que uma vez eliminada a religião, também acaba a noção do certo e errado. Afinal é o cálice (cale-se) da moral cristã o pai de todas as repressões. A sociedade utópica ideal, ao deixar de cultivar moralismos “medievais” como o códex cristão, seria completamente livre. Como queria o nosso Raul Seixas na letra de “Viva a Sociedade Alternativa:” –“Faz o que tu queres, Há de ser tudo da Lei, Viva A Sociedade Alternativa” Ou como na música Imagine de Lennon, “nem céu nem inferno, apenas o firmamento” – nada de ideias metafísicas que sustentem a moral, só existe o universo físico acima de nós.

A verdade é que, nas muitas vezes em que na história sociedades eliminaram a moral religiosa, o que a substituiu foi uma implacável imposição estatal do que é considerado virtude ou não.

Alguns poucos governantes decidem para todos o que é o comportamento adequado naquela sociedade e impõem sanções fortíssimas aos transgressores. Estabelece-se uma moral Estatal arbitrária, gerada por uma elite intelectual, imposta sobre o povo sob a égide da lei civil. Moral deixa de ser uma decisão do indivíduo para ser uma obrigação sancionada pelo poder coercivo do Estado autoritário.

Foi assim na Rússia de Lênin e Stalin e foi assim na França do psicopata que liderou a revolução francesa, Robespierre. Uma vez eliminada a noção de uma consciência moral individual como uma necessidade sine-qua-non para a construção de uma sociedade melhor, entre outras palavras, religião, a única esperança se torna a imposição coerciva de uma moral coletiva. Robespierre acreditava piamente que iria criar um reino de virtude, de acordo com a ideia de virtude definida por ele e seus correligionários. É dele a ideia de que a educação conduz à liberdade: “O segredo da liberdade está em educar as pessoas e, o do tirania, em mantê-las ignorantes”.

Mas ele não usa a palavra educação como nós a usamos. De acordo com seu projeto, os indivíduos seriam doutrinados para se enquadrarem ao que ele e seus comparsas definiam como sendo virtude. O truque é que o Estado não se limita a si mesmo. Enquanto os cidadãos obedecem, o Estado se dá o direito de se impor por meio do terror. Virtude e terror seriam mesma coisa desde que tivessem como alvo a “liberdade.”

Liberdade para viver debaixo da nova república, mas não para examinar a república e questioná-la. Ele não promovia uma educação para a emancipação do individuo, mas uma espécie de adestramento para a nova ordem instaurada por ele. Qualquer semelhança com a doutrinação sugerida mais tarde por Gramsci não é mera coincidência.

A religião cristã se coloca como a inimiga natural deste doutrinamento, porque ela tende a conectar o crente com a realidade humana além dos limites da cultura criada pela revolução.

Ela desmascara a falsa esperança produzida pelos revolucionários ao inspirar uma leitura diferente do que seja a natureza humana e do que seja o mundo. A ideia de que eu faço a minha parte e você faz a sua para construir uma sociedade melhor implica em algumas pressuposições.

Primeira: eu sei qual é minha parte – que se refere à consciência individual. E segundo, a minha ideia do que é certo, ou do que seja a minha parte, é a mesma que a sua. Parte-se de um alicerce moral comum ao qual eu e você temos acesso. Esta noção de sociedade é possível onde existe uma fé religiosa comum.

Robespierre e seus comparsas tinham como alvo destruir a civilização francesa que consideravam podre até a raiz e, ao invés de reformar a monarquia, rota escolhida pelos ingleses, decidiram eliminá-la. Guiado por impulsos messiânicos junto com seus intelectuais Jacobinos, queria criar uma nova cultura com novas imagens simbólicas que substituíram a velha ordem derivada da religião. Até o calendário eles se determinaram a mudar.

E aqui está o paralelo claro com a esquerda de hoje no mundo ocidental, o soluço histórico como sugere a autora do artigo do WSJ. A intenção dos “neo-Jacobinos” atuais é mudar todas as referências da cosmovisão judaico-cristã para o novo código virtuoso elaborado pelos intelectuais de plantão.

Países como o Canadá, Suécia, Islândia, e muitos outros vão sucumbindo devagar ao peso do moralismo estatal. O assassinato dos fetos portadores de síndrome-de-Down e de outras deficiências físicas, a prática da eutanásia para os depressivos e velhos, a liberação do incesto e da pedofilia – que são as últimas barreiras a serem transpostas para o fim completo de todas as regras que restringem o comportamento sexual –, todas estas são imposições da “virtude” idealizada pelo Estado nesses países.

Um dos exemplos mais absurdos disto é a obsessão como os pronomes “corretos” que agora se impõe no espaço público. Um website sustentado por um destes grupos pseudo-virtuosos, por exemplo, sugere 63 pronomes que devem ser usados no dia-a-dia, substituindo os odiados pronomes binários ele/ela, eles/elas. Imagine a dificuldade que nos será imposta na comunicação uns com os outros.

O resultado da revolução moral de Robespierre foi a implantação de um reino do terror responsável por derramar rios de sangue nas ruas da França. Só nos resta orar, enquanto nos for permitido, para que esta sandice morra no berço antes de nos atacar a todos, porque, nos revela a história, a moral implantada pelo Estado certamente mata.
Fonte: https://olivre.com.br/a-revolucao-francesa-e-a-opressao-do-politicamente-correto


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sexta-feira, 5 de julho de 2019

PROJETO INTERDISCIPLINAR: Resgatando VALORES e brincadeiras no Ensino Fundamental.

Projeto:
Resgatando a GERAÇÃO DE VALOR, não de preço!

Um pequeno relato de minha infância, como meta e objetivo para a formação de novas gerações. Trabalho voltado na parceria: FAMÍLIA & ESCOLA.

Geração raiz é a que começou a trabalhar cedo, a maioria já aposentou e nunca foi presa. Sabe respeitar desde à criança até o idoso. Seu bem maior é a Família, abaixo de Deus, e por ela mata ou morre. Sempre brigava para ser o Policial, na brincadeira de polícia e ladrão, revesando o revolve de espoleta. Meninos vestiam azul e menias rosa, SIM! Uniforme escolar: meninas de saias e meninos de short e kichute . Se abrisse a boca para falar quando os adultos conversavam, era voadora do que estivesse perto das mãos da mãe. Pai provedor do lar e mãe auxiliadora (conforme preceitos bíblicos) , estava ali para educar, participar das reuniões escolares e apoiava as Professoras. No primeiro dia de aula era assim: "Professora, aqui você quem manda, se desrespeitar pode até bater". Ainda criança já aprendia os trabalhos domésticos e nas férias os praticava. Carrinho de rolimã, queimada, pique-esconde, etc..., tempo bom! As brincadeiras eram verdadeiras atividades psicomotoras e academias ao ar livre. A terra que nos produzia anticorpos, a alimentação bem natural e sempre feita com amor pela própria mãe. Hoje, passamos os mesmos valores para nossos filhos, mesmo com tantos "atrativos", mas a essência da honestidade, fidelidade, trabalho e caráter, sempre permanecerá se for transmitido com sabedoria . O patriotismo, amor pela Nação e respeito pelos símbolos nacionais nos faz lutar para recuperar o que é nosso, o Brasil. Poderia ficar aqui escrevendo por longo tempo, mas poucos irão ler.
Nós somos felizes, vivemos na melhor época, geração de VALORES, não de preço!
~Professora Marcia Valeria Cristovam~

O projeto terá várias etapas e tempo determinado de acordo com a realidade de cada escola/turma.

* PRIMEIRA ETAPA:
Conversa informal com às crianças (procure saber das brincadeiras que elas conhecem e gostam). Pergunte se tem idosos em casa, vizinhança ou círculo social. Se os avós são vivos e já escutaram as histórias de suas infâncias. Nesta etapa você poderá passar atividades para fazer em casa, reforçando sua "anamnese".
Enquanto isso, você Professor, pode pesquisar aqui mesmo no blog e na internet, brincadeiras que levem às crianças a respeitar o tempo e espaço do colega, que tenham regras, para brincarem juntos.

* SEGUNDA ETAPA:
Promova uma gincana para arrecadação de fraldas geriátricas, produtos de limpeza ou outra ideia que esteja de acordo com a realidade da turma.
Levar às crianças para conversar, ouvir histórias de vida de pessoas mais idosas nos asilos ou praças, se for o caso. Deixar às crianças interagir com os idosos e registrar cada detalhe.

* TERCEIRA ETAPA:
Se necessário, confeccione brinquedos com as crianças. Com essa e demais atividades você poderá trabalhar a disciplinaridade, pois todas as etapas podem estar distribuídas por cada matéria dia (planejamento).

* QUARTA ETAPA:
Agende uma data para exposição dos brinquedos confeccionados e suas regras, com as demais turmas da escola. Logo após, você divide o número de crianças em grupos e distribua cada brinquedo de forma que cada grupo possa brincar, respeitando ás regras, com todos os brinquedos. Lembrando que os brinquedos deverão ser manuseados de forma que não estrague, mas se acontecer, que os alunos se reúnam para reformá-los. Podendo formar uma brinquedoteca.

*QUINTA ETAPA:
Elaborar atividades que a crianças possam expressar, no papel, sua vivência em cada etapa do projeto. Não esqueça de solicitar detalhes, mudança de vida, momento ímpar, como a família reagiu ao projeto, enfim, tudo que puder explorar.
Autoria: Professora Marcia Valeria Cristovam - (05/07/2019)



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A palavra é:

brincadeiras dos anos 80 e 90
Brincadeira que mistura música e memória. Uma pessoa é a responsável por ditar uma palavra para o grupo. Quem for o primeiro a cantar uma musica com a palavra ditada, ganha um ponto. (Palavra: Gato/ Musica: Atirei o pau no gato to… mas o gato to…). Aquele que cantou primeiro toma a posição de responsável. O legal é pensar em palavras difíceis.




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brincadeiras dos anos 80 e 90
Tem que ter no mínimo dois participantes. O desafiador precisará pensar em uma palavra e colocar, através de traços, quantas letras essa palavra possuí. O desafiante terá que falar uma letra. Se essa letra fizer parte da escrita dessa palavra, o desafiador preenche a lacuna. Porém se essa letra não existir dentro da palavra em jogo, o desafiante fica a um passo da forca, ou seja, ele ganha uma cabeça, depois um corpo, depois as pernas, os braços e por ultimo ele é enforcado. A cada letra que ele errar, um membro será desenhado na forca. O desafiante ganha se ele adivinhar a palavra antes de ser enforcado.


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Elástico de mão:

brincadeiras dos anos 80 e 90Essa brincadeira é conhecida como cama de gato. Corte um pedaço de barbante (pode ser elástico ou fita também), dê um nó entre as duas pontas. Deixando as mãos verticalmente paralelas, coloque o barbante nas pontas dos dedos, formando uma espécie de retângulo uniforme. Sem dobrar os dedos, ou tirar o barbante da posição inicial, leve a mão direita até a esquerda e passe-a por baixo da lateral do barbante de forma que este fique enrolado. Faça a mesma coisa com a mão esquerda. Passe o dedo do meio de cada mão por baixo do barbante recém enrolado, algo semelhante a letra x se formará em cada um dos lados. A partir daí o objetivo é passar o barbante para a mão do outros jogadores sem que este saia da mão do primeiro, formando outra ‘figura’ a ser desatada em seguida.


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Stop:

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Todos fazem uma tabela em um papel em branco com os seguintes itens: nome, cidade, cor, animal, fruta, objeto, artista… Essa tabela pode ser modificada de acordo com o interesse dos participantes. O grupo precisa escolher uma letra (isso pode ser através de sorteio, ditado ou até mesmo uma pessoa que está fora da brincadeira pode falar uma letra qualquer do abecedário). Assim que definida a palavra, todos falam “Já” e começam a preencher essa tabela com o palavras que representem cada item e que comece com a letra selecionada. Quem terminar primeiro, grita “Stop” e ganha um ponto. A brincadeira se inicia novamente, só que agora com outra letra… e assim vai…quem fizer mais pontos, ganha.


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Pega – Pega:

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Começa com um dos participantes sendo o pegador. Quando ele falar “já” todos os outros saem correndo e ele tenta pegá-los. Tem que escolher um lugar para ser o “pique” (lugar onde os fugitivos estão salvos. Não vale ficar no pique por muito tempo). Se o pegador encostar em alguém, esta pessoa está pega e passa a ser ela a pegadora. Não vale aproveitar a proximidade do antigo pegador para pegá-lo de novo! O bacana é tentar pegar outra pessoa.


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Esconde – Esconde:

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Pode brincar quantas pessoas quiser. Uma criança tapa os olhos e encosta em uma parede (local que será titulado de “Pique”) e conta até 10 (ou quanto tempo for combinado). As outras crianças precisam se esconder. Assim que o tempo acabar, aquela que estava de olhos tapados, abre os olhos e vai em busca dos outros integrantes dessa brincadeira. Assim que ele encontra alguém, ambos precisam sair correndo até o “Pique”. Se quem chegar primeiro ao “pique” for quem estava contando, essa pessoa deve gritar “Pego 1, 2, 3…e fala o nome da pessoa”. Se quem chegar primeiro for quem estava escondido, ele grita “Salvo 1, 2, 3”. O primeiro que o pegador gritar o nome no pique será o próximo pegador, mas mesmo assim tem que achar todos os participantes, até o final!

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Estátua:

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Para essa brincadeira é bom ter mais de 3 pessoas. Você vai precisar de um aparelho de som. Todos os jogadores fazem um círculo e um fica como o mestre, controlando o som. Quando o mestre quiser ele abaixa o volume e diz “estátua”! Os jogadores devem ficar em posição de estátua, sem se mexer e o mestre vai tentar fazer caretas e brincadeiras para ver quem se mexe primeiro. Não vale fazer cócegas. Quem se mexer ou rir espera até que sobre somente um para reiniciar a brincadeira.



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Corre Cotia:
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Para essa brincadeira você vai precisar de um lenço, uma bolinha ou até uma meia enrolada. Faça uma roda e todos tapam os olhos com as mãos. Escolha uma criança para começar. Enquanto todos estão com os olhos fechados, ela vai andar por fora da roda, passando pelas costas dos outros enquanto canta:
“Corre cotia, na casa da tia, corre cipó, na casa da vó, lencinho na mão caiu no chão, moça bonita do meu coração! Pode pegar? Pode! Ninguém vai olhar? Não!”.
Assim que a música acabar, ela coloca o lenço atrás de uma das pessoas da roda. Assim que ela autorizar todos a abrirem os olhos, os integrantes dessa roda olham para trás para ver com quem está o lenço. Quem estiver com o lenço tem que sair correndo atrás da criança que iniciou a brincadeira. Se ele pega-la, ela sai. Mas se ela conseguir sentar no lugar que era desse integrante antes de ser pega, ela está salva e ele assume o papel do dono do lenço.
Fonte das imagens e textos com imagens: Internet

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Professora Marcia Valeria

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"Feliz aquele que transfere o que sabe
e aprende o que ensina."
(Cora Coralina)

Feliz Dia das Crianças para todos!
Responsabilidade, Honestidade e Pontualidade faz parte de nossas vidas e temos que estar atentos para não pecarmos nessas áreas. Isso faz parte do ser adulto. Mas nada nos impede de sermos crianças em alguns momentos, principalmente na humildade e sinceridade. Só que a sinceridade as vezes ofende, pois as pessoas não estão preparadas para ouvirem a verdade, mesmo que venha da boca de uma criança.

Professora Marcia Valeria-2010.