CLIQUE NO PLAY

sexta-feira, 5 de julho de 2019

PROJETO INTERDISCIPLINAR: Resgatando VALORES e brincadeiras no Ensino Fundamental.

Projeto:
Resgatando a GERAÇÃO DE VALOR, não de preço!

Um pequeno relato de minha infância, como meta e objetivo para a formação de novas gerações. Trabalho voltado na parceria: FAMÍLIA & ESCOLA.

Geração raiz é a que começou a trabalhar cedo, a maioria já aposentou e nunca foi presa. Sabe respeitar desde à criança até o idoso. Seu bem maior é a Família, abaixo de Deus, e por ela mata ou morre. Sempre brigava para ser o Policial, na brincadeira de polícia e ladrão, revesando o revolve de espoleta. Meninos vestiam azul e menias rosa, SIM! Uniforme escolar: meninas de saias e meninos de short e kichute . Se abrisse a boca para falar quando os adultos conversavam, era voadora do que estivesse perto das mãos da mãe. Pai provedor do lar e mãe auxiliadora (conforme preceitos bíblicos) , estava ali para educar, participar das reuniões escolares e apoiava as Professoras. No primeiro dia de aula era assim: "Professora, aqui você quem manda, se desrespeitar pode até bater". Ainda criança já aprendia os trabalhos domésticos e nas férias os praticava. Carrinho de rolimã, queimada, pique-esconde, etc..., tempo bom! As brincadeiras eram verdadeiras atividades psicomotoras e academias ao ar livre. A terra que nos produzia anticorpos, a alimentação bem natural e sempre feita com amor pela própria mãe. Hoje, passamos os mesmos valores para nossos filhos, mesmo com tantos "atrativos", mas a essência da honestidade, fidelidade, trabalho e caráter, sempre permanecerá se for transmitido com sabedoria . O patriotismo, amor pela Nação e respeito pelos símbolos nacionais nos faz lutar para recuperar o que é nosso, o Brasil. Poderia ficar aqui escrevendo por longo tempo, mas poucos irão ler.
Nós somos felizes, vivemos na melhor época, geração de VALORES, não de preço!
~Professora Marcia Valeria Cristovam~

O projeto terá várias etapas e tempo determinado de acordo com a realidade de cada escola/turma.

* PRIMEIRA ETAPA:
Conversa informal com às crianças (procure saber das brincadeiras que elas conhecem e gostam). Pergunte se tem idosos em casa, vizinhança ou círculo social. Se os avós são vivos e já escutaram as histórias de suas infâncias. Nesta etapa você poderá passar atividades para fazer em casa, reforçando sua "anamnese".
Enquanto isso, você Professor, pode pesquisar aqui mesmo no blog e na internet, brincadeiras que levem às crianças a respeitar o tempo e espaço do colega, que tenham regras, para brincarem juntos.

* SEGUNDA ETAPA:
Promova uma gincana para arrecadação de fraldas geriátricas, produtos de limpeza ou outra ideia que esteja de acordo com a realidade da turma.
Levar às crianças para conversar, ouvir histórias de vida de pessoas mais idosas nos asilos ou praças, se for o caso. Deixar às crianças interagir com os idosos e registrar cada detalhe.

* TERCEIRA ETAPA:
Se necessário, confeccione brinquedos com as crianças. Com essa e demais atividades você poderá trabalhar a disciplinaridade, pois todas as etapas podem estar distribuídas por cada matéria dia (planejamento).

* QUARTA ETAPA:
Agende uma data para exposição dos brinquedos confeccionados e suas regras, com as demais turmas da escola. Logo após, você divide o número de crianças em grupos e distribua cada brinquedo de forma que cada grupo possa brincar, respeitando ás regras, com todos os brinquedos. Lembrando que os brinquedos deverão ser manuseados de forma que não estrague, mas se acontecer, que os alunos se reúnam para reformá-los. Podendo formar uma brinquedoteca.

*QUINTA ETAPA:
Elaborar atividades que a crianças possam expressar, no papel, sua vivência em cada etapa do projeto. Não esqueça de solicitar detalhes, mudança de vida, momento ímpar, como a família reagiu ao projeto, enfim, tudo que puder explorar.
Autoria: Professora Marcia Valeria Cristovam - (05/07/2019)



Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70


Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70



A palavra é:

brincadeiras dos anos 80 e 90
Brincadeira que mistura música e memória. Uma pessoa é a responsável por ditar uma palavra para o grupo. Quem for o primeiro a cantar uma musica com a palavra ditada, ganha um ponto. (Palavra: Gato/ Musica: Atirei o pau no gato to… mas o gato to…). Aquele que cantou primeiro toma a posição de responsável. O legal é pensar em palavras difíceis.




Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70

brincadeiras dos anos 80 e 90
Tem que ter no mínimo dois participantes. O desafiador precisará pensar em uma palavra e colocar, através de traços, quantas letras essa palavra possuí. O desafiante terá que falar uma letra. Se essa letra fizer parte da escrita dessa palavra, o desafiador preenche a lacuna. Porém se essa letra não existir dentro da palavra em jogo, o desafiante fica a um passo da forca, ou seja, ele ganha uma cabeça, depois um corpo, depois as pernas, os braços e por ultimo ele é enforcado. A cada letra que ele errar, um membro será desenhado na forca. O desafiante ganha se ele adivinhar a palavra antes de ser enforcado.


Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70

Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70


Elástico de mão:

brincadeiras dos anos 80 e 90Essa brincadeira é conhecida como cama de gato. Corte um pedaço de barbante (pode ser elástico ou fita também), dê um nó entre as duas pontas. Deixando as mãos verticalmente paralelas, coloque o barbante nas pontas dos dedos, formando uma espécie de retângulo uniforme. Sem dobrar os dedos, ou tirar o barbante da posição inicial, leve a mão direita até a esquerda e passe-a por baixo da lateral do barbante de forma que este fique enrolado. Faça a mesma coisa com a mão esquerda. Passe o dedo do meio de cada mão por baixo do barbante recém enrolado, algo semelhante a letra x se formará em cada um dos lados. A partir daí o objetivo é passar o barbante para a mão do outros jogadores sem que este saia da mão do primeiro, formando outra ‘figura’ a ser desatada em seguida.


Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70


Stop:

brincadeiras dos anos 80 e 90

Todos fazem uma tabela em um papel em branco com os seguintes itens: nome, cidade, cor, animal, fruta, objeto, artista… Essa tabela pode ser modificada de acordo com o interesse dos participantes. O grupo precisa escolher uma letra (isso pode ser através de sorteio, ditado ou até mesmo uma pessoa que está fora da brincadeira pode falar uma letra qualquer do abecedário). Assim que definida a palavra, todos falam “Já” e começam a preencher essa tabela com o palavras que representem cada item e que comece com a letra selecionada. Quem terminar primeiro, grita “Stop” e ganha um ponto. A brincadeira se inicia novamente, só que agora com outra letra… e assim vai…quem fizer mais pontos, ganha.


Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70


Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70


Pega – Pega:

brincadeiras dos anos 80 e 90

Começa com um dos participantes sendo o pegador. Quando ele falar “já” todos os outros saem correndo e ele tenta pegá-los. Tem que escolher um lugar para ser o “pique” (lugar onde os fugitivos estão salvos. Não vale ficar no pique por muito tempo). Se o pegador encostar em alguém, esta pessoa está pega e passa a ser ela a pegadora. Não vale aproveitar a proximidade do antigo pegador para pegá-lo de novo! O bacana é tentar pegar outra pessoa.


Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70


Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70

Imagem relacionada

Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70

Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70

Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70

Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70


Esconde – Esconde:

brincadeiras dos anos 80 e 90
Pode brincar quantas pessoas quiser. Uma criança tapa os olhos e encosta em uma parede (local que será titulado de “Pique”) e conta até 10 (ou quanto tempo for combinado). As outras crianças precisam se esconder. Assim que o tempo acabar, aquela que estava de olhos tapados, abre os olhos e vai em busca dos outros integrantes dessa brincadeira. Assim que ele encontra alguém, ambos precisam sair correndo até o “Pique”. Se quem chegar primeiro ao “pique” for quem estava contando, essa pessoa deve gritar “Pego 1, 2, 3…e fala o nome da pessoa”. Se quem chegar primeiro for quem estava escondido, ele grita “Salvo 1, 2, 3”. O primeiro que o pegador gritar o nome no pique será o próximo pegador, mas mesmo assim tem que achar todos os participantes, até o final!

Imagem relacionada

Imagem relacionada

Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70

Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70



Estátua:

brincadeiras dos anos 80 e 90
Para essa brincadeira é bom ter mais de 3 pessoas. Você vai precisar de um aparelho de som. Todos os jogadores fazem um círculo e um fica como o mestre, controlando o som. Quando o mestre quiser ele abaixa o volume e diz “estátua”! Os jogadores devem ficar em posição de estátua, sem se mexer e o mestre vai tentar fazer caretas e brincadeiras para ver quem se mexe primeiro. Não vale fazer cócegas. Quem se mexer ou rir espera até que sobre somente um para reiniciar a brincadeira.



Imagem relacionada


Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70

Resultado de imagem para brincadeiras dos anos 70

Corre Cotia:
brincadeiras dos anos 80 e 90
Para essa brincadeira você vai precisar de um lenço, uma bolinha ou até uma meia enrolada. Faça uma roda e todos tapam os olhos com as mãos. Escolha uma criança para começar. Enquanto todos estão com os olhos fechados, ela vai andar por fora da roda, passando pelas costas dos outros enquanto canta:
“Corre cotia, na casa da tia, corre cipó, na casa da vó, lencinho na mão caiu no chão, moça bonita do meu coração! Pode pegar? Pode! Ninguém vai olhar? Não!”.
Assim que a música acabar, ela coloca o lenço atrás de uma das pessoas da roda. Assim que ela autorizar todos a abrirem os olhos, os integrantes dessa roda olham para trás para ver com quem está o lenço. Quem estiver com o lenço tem que sair correndo atrás da criança que iniciou a brincadeira. Se ele pega-la, ela sai. Mas se ela conseguir sentar no lugar que era desse integrante antes de ser pega, ela está salva e ele assume o papel do dono do lenço.
Fonte das imagens e textos com imagens: Internet

Inscreva no Canal, acione o sininho, deixe seu like e compartilhe. 😉👍 Paz!!! #ProfessoraMarciaValeria


http://webradioconexao.net/ 





quinta-feira, 4 de julho de 2019

"Grupo Docentes pela Liberdade realiza eventos em todo o país."

Resultado de imagem para docentes pela liberdade

Tiago Cordeiro, especial para a Gazeta do Povo[03/07/2019] [12:31]

A coruja tocando um sino tem sido a imagem mais utilizada pelo grupo para divulgar suas ideias. Foto: Reprodução | Facebook.
Ao longo desta quinta-feira (4), centenas de professores conservadores e liberais vão se reunir, em diferentes cidades de todas as regiões do país, para debater a liberdade de expressão no ambiente acadêmico. Trata-se do primeiro evento público do movimento Docentes pela Liberdade, lançado em maio deste ano a partir da reunião de docentes em grupos de WhatsApp.

Leia também: Perseguidos pela esquerda, professores criam associação para defender a liberdade no ensino

E também: Perseguidos, universitários de direita contam suas histórias

Um primeiro evento será realizado nesta quarta, dia 3, às 20h, em Londrina, na sede da Associação Comercial e Industrial da cidade (Acil). O jornalista Paulo Briguet e os professores Gabriel Giannattasio e Fabrizio Almeida Prado vão debater o tema “O conceito de Liberdade para Direita e Esquerda”.

Os demais eventos serão realizados na quinta-feira. Serão promovidos encontros abertos, com debates e mesas redondas em pelo menos dez cidades: Porto Alegre (RS), Aracaju (SE), Brasília (DF), Recife (PE), Campinas (SP), Belém (PA), Montes Claros (MG), Maceió (AL), Teresina (Piauí) e Cuiabá (MT). Em outros locais, serão realizados jantares e encontros informais – é o caso de municípios como Natal (RN), Palmas (TO), Rio Branco (AC), Vitória (ES), Cruz das Almas (BA).

Debates e mesas-redondas
Em Aracaju, por exemplo, o evento vai reunir os professores Denise Leal Albano, Fernando Barroso e Rodorval Ramalho, às 19h, no auditório do CECH, no campus São Cristóvão da Universidade Federal de Sergipe. Os três vão debater o tema “Universidade e Pluralidade”. Em Recife, às 16h, na Universidade Federal de Pernambuco, o assunto é “A liberdade de pensar e agir com responsabilidade nas universidades”.

No Distrito Federal, o organizador do evento é Marcelo Hermes-Lima, professor da Universidade de Brasília (UnB) e um dos fundadores do Docentes pela Liberdade. Realizado a partir das 16h, na UnB, o evento vai contar com a participação do escritor Bruno Garschagen, da jurista Denia Magalhães, do analista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) Fabiano Borges, do presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) Guto Ferreira e do professor da universidade José Roberto Leite.

Leia também: Estudantes lançam manifesto contra UNE: “não nos representa”

Associação a caminho
Em Cuiabá, no auditório Licínio Monteiro da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o evento começa às 18h30 e debate “A inovação no pensar e agir na educação”. Já em Porto Alegre, o evento acontece às 19h, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. O tema “A liberdade de pensar e agir com responsabilidade nas universidades” será debatido pelo procurador Fábio Costa Pereira, pelo advogado e deputado estadual Giuseppe Riesgo, pelo arquiteto e empresário Percival Puggina, pelo conselheiro do Instituto Alanto Roberto Rachewsky e pelo deputado estadual Ten. Cel. Zucco.

O grupo Docentes pela Liberdade reúne mais de 300 professores e profissionais ligados ao ensino, principalmente de universidades, em 24 estados da federação. Surgido a partir de grupos de WhatsApp, cresceu, e agora se organiza para, até o fim do ano, se tornar uma associação formalizada. Em seu site oficial, os participantes se definem como “unidos pela defesa da liberdade com responsabilidade e em oposição ao patrulhamento ideológico nas instituições de ensino. Prezamos pela qualidade acadêmica, liberdade, eficiência administrativa, respeito ao dinheiro público, sustentabilidade, justiça e igualdade de todos perante a Lei e pela verdade”.

"
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/professores-pela-liberdade-realizam-eventos-em-todo-o-pais/
Copyright © 2019, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Enem na era digital – Provas serão aplicadas no computador a partir de 2020.


Inscreva no Canal, acione o sininho, deixe seu like e compartilhe. 😉👍 Paz!!! #ProfessoraMarciaValeria http://professoramarciavaleria.blogsp... http://webradioconexao.net/


O Exame Nacional do Ensino - Médio começa a ser aplicado digitalmente a partir do ano que vem, em fase piloto. A prova deixará de ter versão em papel em 2026.



terça-feira, 4 de junho de 2019

Forma diferente de trabalhar ENCONTROS VOCÁLICOS.

Hoje os encontros vocálicos foi no mundo encantado das histórias. Os três Reis: Rei Ditongo, Rei Tritongo e Rei Hiato. No reino do Rei Ditongo só nasciam gêmeos, no reino do Rei Tritongo só nasciam trigêmeos e no Reino do Rei Hiato nasciam uma criança de cada vez. Esses reinos tinham suas palavras de sabedoria, mas num belo Dia os Reis trombaram entre si e suas palavras de sabedoria se misturam, mas a turma do 3° ano resolveram o problema devolvendo a cada reino suas palavras de sabedoria.


Nenhuma descrição de foto disponível.

Nenhuma descrição de foto disponível.

Nenhuma descrição de foto disponível.

A imagem pode conter: velas e texto


Nenhuma descrição de foto disponível.
Crédito: Professora Elaine Oliver Bahia 


terça-feira, 28 de maio de 2019

ALFABETIZAÇÃO: Atividades e modelos de materiais em Braille. Quem foi Dorina Nowill???



Alfabetização da criança cega





Resultado de imagem para dorina nowill

Dorina nasceu em São Paulo, no dia 28 de maio de 1919 e acabou ficando cega aos 17 anos de idade, vítima de uma doença não diagnosticada. Ela foi a primeira aluna cega a frequentar um curso regular na Escola Normal Caetano de Campos, e conseguiu a integração de outra menina cega num curso regular da mesma escola. Posteriormente, Dorina colaboraria para a elaboração da lei de integração escolar, regulamentada em 1956.Percebendo a carência, no Brasil, de livros em braille – sistema de escrita e leitura para cegos –, criou a então Fundação para o Livro do Cego no Brasil, que iniciou suas atividades em 11 de março de 1946.  Dorina se especializou em educação de cegos no Teacher´s College da Universidade de Columbia, em New York, EUA. Naquela ocasião, participou de uma reunião com a Diretoria da Kellog’s Foundation, onde expôs o problema da falta de livros em braille para cegos brasileiros e a necessidade de se conseguir uma imprensa braille para a Fundação que havia criado no Brasil.Assim, em 1948, a Fundação para o Livro do Cego no Brasil recebeu, da Kellog’s Foundation e da American Foundation for Overseas Blind, uma imprensa braille completa, com maquinários, papel e outros materiais.Madrinha da campanha “Acessibilidade: Siga Esta Ideia”, da Prefeitura de São Paulo, Dorina sempre lutou para o desenvolvimento pleno e pela inclusão social das pessoas com deficiência visual. Por isso, trabalhamos há mais de 70 anos para facilitar a inclusão social de pessoas cegas e com baixa visão, por meio de produtos e serviços especializados.Hoje, nossa Imprensa Braille é uma das maiores do mundo em capacidade produtiva, com produção em larga escala, equipamentos de grande porte, recursos humanos especializados e matéria-prima especial. Há quem diga que, nos últimos 70 anos, não há uma só pessoa cega alfabetizada no Brasil que não tenha tido em suas mãos pelo menos um livro em braille produzido por nós, da Fundação Dorina Nowill para Cegos.Além dos avanços tecnológicos para a produção dos livros em braille, nós sempre procuramos acompanhar e cumprir as recomendações da UNESCO, no que diz respeito à composição de livros para crianças.Seguindo o empreendedorismo da Dorina, oferecemos ainda, como um dos nossos serviços, a produção de livros falados e livros digitais acessíveis, visando diminuir os problemas de comunicação das pessoas cegas ou com baixa visão ocasionados pela limitação visual.

Além da educação, outra preocupação de Dorina sempre foi a prevenção da cegueira.

Em 1954,

ela conseguiu que o Conselho Mundial para o Bem-Estar do Cego se reunisse no Brasil, em conjunto com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia e a Associação Panamericana de Saúde.


De 1961 a 1973,

Dorina dirigiu a Campanha Nacional de Educação de Cegos do Ministério da Educação e Cultura (MEC). Em sua gestão foram criados os serviços de educação de cegos em todas as Unidades da Federação.

Em 1982,

Dorina lutou, também, pela abertura de vagas e encaminhamento das pessoas com deficiência para o mercado de trabalho. Durante a Conferência da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, Dorina conseguiu que a Recomendação 99, sobre a reabilitação profissional, fosse discutida.

Em 1983,
Quando a Conferência da OIT se reuniu no congresso, os representantes do governo brasileiro, dos empresários e dos trabalhadores votaram a favor da proposta do Conselho Mundial para o Bem-Estar do Cego, pela aprovação da Convenção 159 e da Recomendação 168, que convocam os Estados membros a cumprirem o acordo, oferecendo programas de reabilitação, treinamento e emprego para as pessoas com deficiência.





Braille

  • Descrição: o ensino da metodologia Braille visa a alfabetização, o conhecimento da técnica de leitura e escrita, manejo da reglete e máquina Perkins e a utilização do conhecimento através dos exercícios de leitura e escrita.
  • Objetivos: domínio da técnica para ter acesso à informações através da leitura e/ou para aplicar aos conteúdos constantes do ensino regular.
  • Público alvo: deficientes visuais totais.
  • Período de realização: tempo provável para se apropriar da técnica é de tres anos, porém depende do perfil de cada aluno. O planejamento é individual, respeitando o rítmo de cada um e privilegiando os conteúdos escolares caso estejam engajados em outras atividades escolares, sociais e culturais.
Reglete e Punção (prancheta para trabalhar o Braille)

Resultado de imagem para atividades em braille

Imagem relacionada


Resultado de imagem para reglete e punção

Resultado de imagem para atividades em braille

Máquina de Datilografia em Braille.

Resultado de imagem para reglete e punção


Resultado de imagem para atividades em braille

Resultado de imagem para atividades em braille

Atividades de Vida Autônoma e Social (A.V.A.S.)

  • Descrição: as dificuldades da vida diária é sem dúvida, um dos grandes prejuízos acarretados pela cegueira e se não for devidamente considerada, levará o indivíduo à contínua dependência. O desenvolvimento das habilidades necessárias para realização das atividades cotidianas constitui um dos aspectos mais importantes.
  • Objetivo: desenvolver os sentidos remanescentes, mediante atividades funcionais contextualizadas, a fim de que o aluno se torne auto-suficiente para alimentar-se, vestir-se, executar as tarefas rotineiras do lar, conviver adequadamente e participar em sua comunidade.
  • Público Alvo: deficientes visuais totais e de visão subnormal, desde que apresentem insegurança ou dificuldades para realizar atividades de rotina (para alunos de ingresso recente, acima de 14 anos)
  • Período de realização: as atividades mais comuns são repassadas pelo professor aos alunos para avaliar o domínio das situações de auto cuidado. O atendimento é realizado em grupo ( individual quando necessário) de acordo com as características e necessidades. O planejamento é individual e busca desenvolver posturas, habilidades e rotinas na vida diária de cada um.

Soroban

  • Descrição: Sorobã ou Ábaco é um instrumento de calcular de origem milenar largamente usado nos Países orientais. No Brasil foi adaptado para o uso das pessoas com deficiência visual nos anos quarenta.
  • Objetivo: desenvolver o raciocínio lógico – matemático através de cálculos matemáticos efetuados no instrumento. Além da aprendizagem da utilização do instrumento de cálculo e registro em Braille dos resultados numéricos, a atividade disponibiliza aos alunos jogos matemáticos adaptados.
  • Público alvo: oferecido preferencialmente aos alunos cegos e com baixa visão onde o comprometimento visual os impedem de efetuar os cálculos da forma convencional (em tinta).
  • Período de realização: o período total de duração depende do rítmo de cada aluno, podendo se estender, por exemplo, pelo período em que estiver frequentando o ensino regular.



ATIVIDADES...
Material Pedagógico e 
de apoio (adaptado) para cego.


 Resultado de imagem para Alfabeto em braille

Imagem relacionada

Resultado de imagem para reglete e punção

Imagem relacionada



Resultado de imagem para Alfabeto em braille


Imagem relacionada


Resultado de imagem para atividades em braille


Resultado de imagem para atividades em braille


Resultado de imagem para atividades em braille



Imagem relacionada

Imagem relacionada

Imagem relacionada

Resultado de imagem para atividades em braille

Resultado de imagem para atividades em braille

Resultado de imagem para atividades em braille


Imagem relacionada

Resultado de imagem para atividades em braille


Estimulação Visual

  • Descrição: a Estimulação Visual pode ser entendida como um conjunto de procedimentos sensibilizadores da capacidade perceptiva visual, objetivando o emprego adequado da visão de portadores de comprometimentos ópticos diversos não passíveis de correção refrativa satisfatória.
  • Objetivo: proporcionar ao aluno experiências em situações que propiciam o desenvolvimento das funções ópticas defasadas, estacionárias ou latentes.
  • Público alvo: além das pessoas com visão subnormal, os amblíopes e os que possuem distúrbios de alta refração. Dos três grupos mencionados o que exige prioridade em termos de atendimentos educacionais é o grupo de significativa redução de Acuidade Visual que acarreta complicações no desenvolvimento global da aprendizagem e no desempenho da vida cotidiana. Os atendimentos são oferecidos para alunos sem limite de idade e de visão subnormal com menos de 30% de visão.
  • Período de realização: atendimento individualizado de cinqüenta minutos em uma ou duas sessões semanais de acordo com o programa estipulado através do estudo de caso. Durante esse atendimento são usados materiais específicos para a estimulação das três funções ópticas: óptica, perceptiva e viso- perceptiva, para o desenvolvimento funcional da visão e foi estruturado de forma hierarquizada buscando o desenvolvimento destas funções. O Instituto Roberto Miranda dispõe de uma fotocopiadora para ampliação de textos, provas e livros, possui também sala especial escurecida com blackout, um computador para realizar atividades específicas de estimulação visual, lupa eletrônica, luminárias, jogos e brinquedos.

Imagem relacionada


Imagem relacionada


Imagem relacionada

Resultado de imagem para atividades em braille

Imagem relacionada


Resultado de imagem para atividades em braille

Imagem relacionada

Resultado de imagem para atividades em braille

Resultado de imagem para atividades em braille

Imagem relacionada


Imagem relacionada

Resultado de imagem para atividades em braille

Resultado de imagem para atividades em braille

Imagem relacionada


Imagem relacionada

Imagem relacionada

Imagem relacionada

Imagem relacionada



Resultado de imagem para Alfabetização em braille
Imagem relacionada
Imagem relacionada 
Imagem relacionada

Resultado de imagem para atividades em braille

Resultado de imagem para Alfabetização em braille



 Confeccione seu material.

Imagem relacionada

Imagem relacionada

Resultado de imagem para atividades em braille


Imagem relacionada

Imagem relacionada

Imagem relacionada


Imagem relacionada

Imagem relacionada

Resultado de imagem para atividades em braille

Imagem relacionada

Imagem relacionada

Resultado de imagem para atividades em braille


Resultado de imagem para atenção

Pode acontecer do aluno não aprender por não estar enxergando, fique sempre atento!

Imagem relacionada

Crédito das Imagens: Internet

www.webradioconexao.net curta no facebook https://www.facebook.com/emconexaocomomundo/

www.webradioconexao.net  curta no facebook https://www.facebook.com/emconexaocomomundo/
Clique na imagem e conheça nosso site.

Professora Marcia Valeria

EVANGÉLICOS PELO ESCOLA SEM PARTIDO

EVANGÉLICOS PELO ESCOLA SEM PARTIDO
Clique no símbolo e vá para nossa TL.

Contadores

"Feliz aquele que transfere o que sabe
e aprende o que ensina."
(Cora Coralina)

Feliz Dia das Crianças para todos!
Responsabilidade, Honestidade e Pontualidade faz parte de nossas vidas e temos que estar atentos para não pecarmos nessas áreas. Isso faz parte do ser adulto. Mas nada nos impede de sermos crianças em alguns momentos, principalmente na humildade e sinceridade. Só que a sinceridade as vezes ofende, pois as pessoas não estão preparadas para ouvirem a verdade, mesmo que venha da boca de uma criança.

Professora Marcia Valeria-2010.