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domingo, 22 de maio de 2011

Depoimento da Professora Amanda Gurgel do RN.


Gente, eu assisti esse vídeo hoje e confesso que fiquei chocada. Na verdade a Professora Amanda Gurgel fala da realidade brasileira no que diz respeito a educação e as condições do professor. Moro em cidade pequena, e por aqui a realidade não é diferente, talvez ainda pior, um professor de educação infantil ganha na média de R$ 500,00 por período e se tiver nível superior lhe é acrescentado mais R$ 50,00. Uma vergonha mesmo. Eu fico pensando, R$ 550,00? Então numa sala de 25 alunos o município me paga R$ 22,00 por aluno/mês, que quer dizer R$ 0,73 por dia!
Isso é vergonhoso.Então, simplificando os fatos, se trabalhar como manicure e fizer duas unhas por dia, ao final do mês estarei ganhando mais que o salário base do professor. E olha, que para fazer as unhas é necessário um curso básico de manicure, que no primeiro mês de salário se paga, e para se formar professor pedagogo é necessário 08 anos de estudos, (contanto do ensino médio com o nível superior).
Mantenho esse blog verdadeiramente por amor, mas cansei de muitas noites ir dormir brigada com meu marido pelo fato de não estar ganhando nada. Mas eu sempre paro e penso, meu Deus, como é difícil material, mas se tenho como fazer porque não dividir? É difícil querer mudar o mundo quando os que cuidam do mundo não querem nos ajudar. Gostaria de fazer a diferença para muitos e não para poucos, mas como ser humano muitas vezes limitada pelo salário e tempo curto tento fazer o que posso, assim como milhares de vocês.
Bom, assistam todo o vídeo e a entrevista com ela, eu recomendo, mas depois respirem fundo e pensem nas crianças em sala de aula, caso contrario, o sentimento será de verdadeira frustração.
 
 
 
 

Andreza Melo Menezes
Pedagoga




A professora de Língua Portuguesa, Amanda Gurgel, teve ontem a sua rotina alterada. Nada muito brusco, mas pequenos detalhes denunciavam as mudanças. Na assembleia dos professores, ontem à tarde, costumeiramente frequentada por Amanda, vez ou outra alguém a abordava para dar parabéns. Da mesma forma, o telefone celular da professora tocou bem mais vezes do que toca normalmente. Do outro lado da linha, mais congratulações. O motivo para tanto reconhecimento é um vídeo publicado no You Tube e difundido via Twitter onde Amanda expõe a situação dos professores do Estado. O discurso foi proferido no último dia 10 de maio, em uma audiência pública realizada na Assembleia Legislativa. Lá, Amanda Gurgel falou sobre as dificuldades dos professores no dia a dia e sobre o tratamento secundário dado pelos governos ao longo dos últimos anos à Educação. Pela contundência, o vídeo resultante dessa fala foi tomando aos poucos as redes sociais da internet. Ontem, nove dias depois, o nome “Amanda Gurgel” chegou a ser o sétimo mais citado no Twitter em todo o Brasil. Gilberto Gil e Zélia Duncan citaram o vídeo em suas contas no microblog. Marcelo Tas, apresentador do programa CQC, também fez uma postagem no Twitter, além de publicar em seu blog a mesma gravação. Amanda vê a rápida difusão do vídeo com ressalvas. Durante a entrevista concedida à TRIBUNA DO NORTE, a professora fez reiterados pedidos para que o “discurso político” e “a situação dos professores” tivessem mais peso na publicação do que a sua própria imagem. “Queria focar no discurso político, porque eu não tenho o menor interesse de focar na minha imagem”, disse. Jogada repentinamente no turbilhão das redes sociais da internet, Amanda Gurgel ganhou até mesmo perfis falsos no Twitter e no Facebook. “Não participo dessas redes sociais. Tenho uma conta no Orkut, mas nem foto tem lá. Fico surpresa com toda essa repercussão porque o meu discurso não trazia nada de novo. Qualquer professor conhece aquelas situações descritas”, complementa. A preferência da professora pelo lado “político” do vídeo em destaque vem do seu envolvimento no movimento sindical e da filiação ao Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU). Ela participa ativamente do movimento grevista em curso por parte dos professores e defende a mobilização como forma de diminuir as dificuldades da categoria e dar mais qualidade à educação. “Nesse momento, é muito importante para a nossa categoria a manutenção desse movimento”, opina.

Conte o início da sua história como professora.

Olha, eu preferia começar falando sobre outro assunto. Porque o mais importante na minha fala, que foi transformada em vídeo, e nessa repercussão toda que está tendo, é que isso reflete uma situação existente há muito tempo na nossa categoria. Quem é professor há 20 ou 30 anos conhece o processo de degeneração pelo qual as escolas vêm passando. Isso é o principal e não a minha imagem ou até mesmo as minhas palavras, mas a situação. Nós temos diversas discussões em nível nacional. Existe, por exemplo, o Plano Nacional de Educação, que está sendo discutido e são essas as questões principais. Eu não quero que as pessoas me vejam como aquela professora que falou e ficou famosa. Eu sou realmente uma professora que pega três ônibus todos os dias para ir ao trabalho e não acho isso bonito. Eu não acho isso interessante. Eu acho que essa é uma situação de opressão.

Depois da repercussão do vídeo, você aderiu ao twitter?

Não. Eu não participo de nenhuma rede social. Mas fiquei sabendo hoje que há uma conta com meu nome. Minha irmã viu e me avisou. Mas a conta não é minha. É um fake que está tanto no Twitter quanto no Facebook. Eu na verdade estou chocada com essa expansão tão rápida, que pode servir tanto para o bem quanto para o mal.

Como é o seu cotidiano como professora?

atividades pedagógicas na biblioteca e no laboratório de informática. Eu adoeci em decorrência da minha atividade em sala de aula. O que eu tentei foi falar sobre a condição de todos os trabalhadores. Daquele professor que tem o carro, mas não pode usá-lo todo dia porque não tem dinheiro para a gasolina. Porque a realidade dos trabalhadores é essa. Eu por exemplo moro em Nova Parnamirim e trabalho em Nova Natal e preciso acordar às 05h para chegar no horário. A minha realidade é mais suave, porque eu não tenho filho e não preciso dividir o meu salário. Na verdade, eu fico olhando para os meus colegas, da Escola Municipal Prof. Amadeu Araújo e da Escola Estadual Miriam Coeli, e pensando o quanto eles são corajosos. Isso porque são muitas as frustrações pelas quais nós passamos, desde quando escolhemos o curso de graduação, com todas as ilusões dos bancos de universidade, até chegar à realidade.

Você é professora de que disciplina e há quanto tempo?

Sou professora desde 2002. Entrei a Universidade em 2001 e no ano seguinte comecei a lecionar no Cursinho do DCE. A minha experiência exitosa na educação começou e se encerrou ali. Foi a experiência positiva que marcou. Sou professora de língua portuguesa, o que traz uma frustração maior ainda. Terminei um curso de licenciatura preparada para fazer com que os alunos produzam resenhas, crônicas, etc. Mas me deparei com uma sala de aula onde o aluno não é capaz de ler uma palavra simples como “bola”. Isso é desolador. A forma que eu encontrei de canalizar essa frustração é lutando pela categoria.

Por que você se interessou pelo magistério?

Eu tive uma professora, chamada Claudina, de Espanhol, que era uma fonte de admiração. Eu queria ser como ela. Eu sempre acreditei na educação. Não era a melhor aluna da classe, mas era aplicada. Então, eu quis ser professora por acreditar que nessa profissão seria possível mudar vidas.

Voltando ao vídeo, você preparou o discurso com antecedência?

Não. Eu prestei atenção nas falas anteriores e cada absurdo que era falado eu procurava um contraponto. No final, saiu aquilo ali. E não há nada naquelas palavras que não se diga todos os dias nas escolas, que os meus colegas não estejam cansados de saber. A realidade é a mesma há muito tempo. Eu não entendo toda essa repercussão. Talvez o grande lance do vídeo é ter sido gravado ali, na Assembleia Legislativa e na presença da secretária estadual de Educação. Algumas pessoas teriam medo, mas eu nem pensei nisso. Eu não tenho motivo para ter medo de Betânia Ramalho  e nem de deputado nenhum, porque eles não me deram emprego e não dependo deles para nada. São eles quem dependem da população.




Incomoda a repercussão que o vídeo teve?

Não chega a incomodar. Mas queria focar no discurso político, porque eu não tenho o menor interesse de focar na minha imagem. É uma surpresa para mim, já que essa é a nossa realidade e não é nada novo.

Você prefere não ser vista como um símbolo dessa luta por melhoria?

Nem símbolo de uma luta. Eu sou apenas mais uma peça. Assim como eu, há outros, milhares de trabalhadores. Eu não sou símbolo de nada e nem pretendo ser.

Você viu quem citou o seu vídeo na internet nos últimos dias?

Fico sabendo quando alguém me liga e fala. Soube que o Gilberto Gil e a Zélia Duncan citaram.

O Marcelo Tas postou o vídeo no blog dele também...

É. Isso entre as celebridades. Contudo, o importante é porque muitas pessoas vão poder ver e não o fato de serem celebridades em si.

Fonte: http://tribunadonorte.com.br/noticia/eu-nao-entendo-essa-repercussao/181782
Postado por: Professora Marcia Valeria

Cuidados com as Mochilas


Cuidado com as mochilas escolares.

De segunda a sexta, milhares de crianças e adolescentes saem de casa levando seu material escolar nas mochilas. Quanto a isso não restam dúvidas. Porém, em algumas situações, elas podem representar um risco a saúde dos estudantes.

Existe uma preocupação crescente por parte dos pediatras, fisioterapeutas e principalmente dos pais com relação ao aumento no número de crianças em idade escolar com queixas de dores na coluna vertebral, no pescoço e nos ombros. Estes sintomas têm sido atribuídos ao fato de se carregar peso demais nas mochilas, além do desconhecimento das orientações básicas quanto ao uso correto das mochilas.
Todos os fisioterapeutas, mesmo aqueles que não trabalham com pediatria, tem noção de que o excesso de carga nas mochilas pode resultar em dor e desvios posturais, principalmente durante a fase de crescimento.

Algumas Regras Básicas

Pois bem, não é só o peso que pode trazer problemas posturais. Alguns estudantes ajustam a mochila muito baixo, na altura dos glúteos, outros as carregam só de um lado, isso sem contar aqueles que carregam peso demais (considerando o seu tamanho e força). Então vamos analisar um por um os erros mais comuns.

Não carregue a mochila de lado, apoiada em apenas um dos ombros
Carregar a mochila só de um lado faz com que boa parte do peso do corpo e da mochila sejam transferidos para um só lado do corpo. Quando se carrega uma mochila pesada sobre apenas um dos ombro, a criança tende a inclinar o corpo para o outro lado na tentativa de compensar o peso extra.
Os músculos do lado que carrega o peso podem vir a desenvolver espasmos. Além disso, o ombro também sofre pois precisa suportar sozinho a pressão para baixo aplicada pela alça da mochila. Esta sobrecarga assimétrica também tem efeitos sobre o quadril joelho e tornozelos do lado em que está a mochila.
Na figura abaixo, pode-se ver o desvio na coluna e a sobrecarga sobre o ombro e o quadril que acontece quando se carrega uma mochila sobre apenas um dos lados.

Atenção às alças da mochila.

As mochilas possuem um sistema de ajuste do tamanho das alças. Estas devem obviamente ser simétricas (com o mesmo comprimento) e reguladas de forma que a base da mochila fique na linha da cintura, ou pouco abaixo dela. Alças muito frouxas fazem com que a mochila seja carregada muito baixa, na altura dos glúteos, o que favorece uma postura inclinada para frente, como na figura


Além disso, ao escolher uma mochila, dê preferência aquelas com alças largas e acolchoadas, pois distribuem o peso da mochila por uma área maior dos ombros, o que além de torná-las mais confortáveis também minimiza uma eventual sobrecarga sobre os ombros.

É importante lembrar qu o fato de se inclinar para a frente carregando uma mochila pesada, faz com que a criança "enrole os ombros para a frente". Alças na altura do peito e abdômen são bastante úteis também, mas não são comuns em mochilas infantis.

Mochila pesada
Este é o cuidado mais famoso e que todo mundo lembra (justamente por isso deixei este item por último). Especialistas recomendam que uma criança não deve carregar mais do que 10% do peso corporal em uma mochila. Isso me parece razoável. Para muitas crianças ir pra escola já é um saco. Imagine ainda ter de carregar a casa nas costas, ou você acha que a menina da foto abaixo parece feliz em ir pra escola?


Fonte: fisioterapiahumberto.blogspot.com/ 
Postado por: Professora Marcia Valeria

Gustavo Ioschpe: "Sem Educação, minha vida seria outra"

O economista faz uma reflexão sobre o impacto do estudo em sua trajetória


27/04/2011 11:13
Educar
Foto: Gustavo Ioschpe saiu de Porto Alegre aos 18 anos para fazer faculdade nos Estados Unidos
Gustavo Ioschpe saiu de Porto Alegre aos 18 anos para fazer faculdade nos Estados Unidos
Para entender o impacto da Educação na minha vida, me propus um simples exercício mental: imaginar quem eu seria se não tivesse estudado. Eu não moraria na cidade em que moro, não teria os trabalhos que hoje tenho, não teria o filho que tenho, já que não seria casado com a minha atual esposa, que conheci quando ambos fazíamos o mestrado. Aliás, é provável que não fosse casado com ninguém, ou pelo menos ninguém que valesse a pena: que mulher direita gostaria de se casar com um analfabeto, bruto, ignorante e fracassado? Sem Educação, provavelmente não teria descoberto o segundo grande amor da minha vida, depois da família: os livros.

Saí da minha Porto Alegre natal aos 18 anos para fazer faculdade nos Estados Unidos. Essa foi uma viagem literal e simbólica: além de conhecer outras culturas, de gente de todos os lugares do mundo, o conhecimento me abriu portas da percepção que eu nem sabia existirem. Me levou a outros países, outras épocas, e me levou também a mim mesmo: a descoberta de que e como pensamos, a sensação extática de estar (pelo menos um pouco mais) em controle dessa máquina fascinante e hermética que é o nosso cérebro, só foram possíveis por conta das horas e horas em bibliotecas e salas de aula.

Meu DNA vem do DNA dos meus pais, mas quase todo o resto vem de experiências e pensamentos que não teriam ocorrido se não fosse a educação. Se pudesse trocar todos os meus genes e manter tudo aquilo que aprendi, o ser resultante certamente teria mais em comum comigo do que se mantivéssemos o DNA e substituíssemos a educação. Já dizia Descartes: cogito, ergo sum.

Gustavo Ioschpe é economista e especialista em Educação. Graduou-se em Ciência política e Administração Estratégica na Universidade da Pensilvânia e fez mestrado em Economia internacional e Desenvolvimento Econômico pela Universidade Yale

Educar para Crescer
Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br
Postado por: Professora Marcia Valeria

Etapas do desenvolvimento da habilidade motora fina


0-3 meses
•as mãos frequentemente permanecem fechados
•tem reflexo de agarrar (objetos agarra involuntariamente se colocado na palma da mão)
2-4 meses
•alcança objetos
4-8 meses
•pode transferir objetos de um lado para o outro
•pode pegar cubo/objetos coloridos ou contraste(preto/branco ou amarelo/vermelho) linha média
10 meses
•pega brinquedos para a frente e a lado
12 meses
•capazes de pegar objetos pequenos com o polegar e o dedo indicador
2 ANOS
•coloca sapatos, meias, tira os sapatos e meias
•pode usar uma colher por si mesmo, mantendo-o na posição vertical
•pode desenhar e copiar uma linha vertical

3 ANOS
•seqüências de grandes contas
•recortar o papel com uma tesoura
•faz bolinhas e rolinhos com a massinha
•pode desenhar e copiar uma linha horizontal

4 ANOS
•capaz de completar puzzles simples
•pode construir uma torre de nove pequenos blocos ou mais
•pode obter-se vestir / despir de forma independente; só precisa de ajuda com botões, ainda confunde frente / trás para a roupa, e à direita / esquerda para calçados
•pode alimentar-se com pouco ou nenhum vazamento, bebidas de um copo de vidro com uma mão
•pode derramar sua bebida de uma jarra se não for muito pesado
•pode colocar pequenas estacas em pequenos orifícios

5 ANOS
•pode usar a tesoura e cortar a seguir duas linhas retas e curvas
•pode gerenciar botões, zíperes, fechos e completamente
•pode desenhar e copiar uma cruz (uma vertical e uma horizontal linhas se cruzam)
•pode conter garfo com os dedos
•pode se alimentar com sopa derramando pouca ou nenhuma
•dobras de papel ao meio
•coloca uma chave em uma fechadura e abre
5-6 ANOS
•Pode vestir-se completamente sozinho e, geralmente, amarrar os sapatos
•cortes quadrado, triângulo, círculo e imagens simples com uma tesoura
•usa uma faca para espalhar os alimentos (geléia, manteiga de amendoim, maionese, etc), usa uma faca para cortar alimentos macios
•capaz de desenhar e copiar uma linha diagonal

6 ANOS
•mão de coordenação bilateral suficiente para cortar as imagens complexas, seguindo exatamente o contorno
•capaz de copiar uma seqüência de letras ou números corretamente
•poder completar puzzles complexos.
Fonte: http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com
Postado por: Professora Marcia Valeria

Depoimento da professora Amanda Gurgel



Parabéns para Professora Amanda Gurgel por ter desabafado na hora certa com as pessoas certas. Mas quero deixar claro que não é privilégio dos políticos do Rio Grande do Norte esse salário vergonhoso. Em Minas Gerais nosso Piso Salarial é de R$ 500,00 (QUINHENTOS REAIS). Professores pós-graduados, alguns mestrando.
É lindo o comercial  "UM BOM PROFESSOR, UM BOM COMEÇO", mas o Governo não fiscaliza os Estados. Não basta lançar um Piso Salarial Federal se não cobrar dos Governadores sua obrigação de repasse.
Está na hora de darmos um basta nessa pouca vergonha. A primeira ação no dia da posse é aumentar os salários dos Políticos, o que já é um absurdo!!! Isso para não colocar lenha na fogueira, e lembrar o caso dos vereadores do Rio de Janeiro querendo carro de Luxo (R$ 70.000,00 cada um) para "trabalhar"... Isso é uma falta de respeito conosco que realmente TRABALHAMOS  E  MUITO! Que pegamos 4 ônibus por dia, alguns pegando trem ou metrô, tudo super lotado. Vamos fiscalizar essa minoria privilegiada.

É revaltante!
Postado por: Professora Marcia Valeria

Destreza e Habilidade Manual



Destreza manual é a capacidade para as mãos e os dedos para fazer movimentos coordenados. Fortes habilidades motoras finas, como as utilizadas para escrever, tricô, costura,tocar um instrumento e outras atividades que envolvem as mãos e dedos,exigem uma maior destreza manual.
A destreza pode ser qualificada quanto à proporcionalidade física ou não, tendo em conta que ainda temos no mesmo grupo,VELOCIDADE,FORÇA,RESISTÊNCIA.
Destreza também é uma maneira de dizer HABILIDADE,AGILIDADE,APTIDÃO.
Em crianças,a destreza manual normalmente é desenvolvido através de atividades que exijam também de coordenação motora e visual. Algumas crianças desenvolvem as habilidades motoras finas são mais rápidos e mais fortes do que os dos outros, e algumas crianças com fracas habilidades motoras finas são mais lentas para cópia de quadro,para as atividades colorir,desenhar,recortar e nas tarefas de casa.

Uma vez que existem muitas razões pelas quais as habilidades motoras finas e os associados destreza manual pode ser afetado, terapeutas ocupacionais pediátricos trabalham com crianças para melhorar a sua destreza manual.


Existem muitas formas de ajudar a melhorar as habilidades manuais do seu filho ou seu aluno através de exercicios com os dedos e mãos da criança.Algumas atividades para trabalhar a destreza manual são:
-atividades modelagem(massinha,argila,barro,areia e porcelana fria)
-atividades enroscar e desenroscar
-alinhavo
-dobradura
-costura na tela talagarça
-tocar uma instrumento
-brinquedos com legos(peças vários tamanhos)
-colagem com cereais,pedrinhas,emborrachado(tipo mosaico)
-confeccionar brinquedos com sucatas
(bilboquê,boliche,vai e vem,pião,maracá,quebra-cabeça,peteca,bola de meia,boneco de pano,porta-treco,cofrinho)
-brinquedos com legos(peças vários tamanhos)
Dica de livro:Confeccção de Brinquedos e Brincadeiras-Da Educação Infantil á Melhor Idade. Autora:Kacciani de Sousa Ferreira brinquedoscomsucata.blogspot.com
Fonte: http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com
Postado por: Professora Marcia Valeria

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  • Escritores da Liberdade
  • Filhos do Silêncio
  • Meu Mestre minha Vida
  • Nell
  • O Livro Perigoso
  • O Milagre de Anna Sullivan
  • O Nome da Rosa
  • O Triunfo
  • O Óleo de Lorenzo
  • Sociedade dos Poetas Mortos

Contadores

"Feliz aquele que transfere o que sabe
e aprende o que ensina."
(Cora Coralina)

Feliz Dia das Crianças para todos!
Responsabilidade, Honestidade e Pontualidade faz parte de nossas vidas e temos que estar atentos para não pecarmos nessas áreas. Isso faz parte do ser adulto. Mas nada nos impede de sermos crianças em alguns momentos, principalmente na humildade e sinceridade. Só que a sinceridade as vezes ofende, pois as pessoas não estão preparadas para ouvirem a verdade, mesmo que venha da boca de uma criança.

Professora Marcia Valeria-2010.

CANAL - Professora Marcia Valeria

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