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domingo, 29 de março de 2015

Pais de aluna dizem que ingressos para festa onde mineiro morreu foram vendidos na Unesp

A garota é uma das pessoas que passaram mal e precisaram ser hospitalizadas O estudante Humberto Moura Fonseca, de 23 anos, morreu após beber 25 doses de vodca no evento. Venda de ingressos dentro da universidade é proibida





Reprodução
Os pais de Gabriela Alves Correa, de 23 anos, estudante de Relações-públicas da Unesp de Bauru, divulgaram uma carta na quinta-feira, na qual revelam que os ingressos para a festa "open bar", realizada no sábado, foram vendidos dentro do câmpus da faculdade, o que é proibido. A Unesp reafirmou a proibição e informou que vai apurar a denúncia.

Na festa, o estudante de Engenharia Humberto Moura Fonseca, de 23 anos, morreu após beber 25 doses de vodca durante uma "competição" de resistência à bebida. Outros três estudantes da universidade, entre eles Gabriela, que também participaram da festa, foram internados em coma alcoólico. Gabriela foi a última a receber alta, às 17h08 de ontem.

Na carta, os pais da estudante, que assinam apenas com iniciais, afirmam que "a universidade teve seu nome envolvido e, até mesmo, os convites foram vendidos em suas dependências" e pedem que a escola reforce a fiscalização contra esse tipo de evento. "Não podemos responsabilizar a Unesp, entretanto, esperamos que haja uma maior fiscalização por parte da universidade nos eventos que envolvam seu nome."

Eles também agradecem as pessoas e instituições que ajudaram na recuperação da filha, prestam solidariedade à família de Fonseca e dizem esperar que "as próximas festas contem com melhor infraestrutura, que os organizadores sejam mais responsáveis e que haja mais fiscalização e rigor das autoridades para que fatalidades não voltem a acontecer". Eles também pedem que as famílias dos estudantes fiquem mais atentas e orientam constantemente os filhos que moram longe de casa.

Na quarta-feira, 4, a enfermeira e professora universitária Josely Pinto Moura, mãe do estudante morto, sugeriu uma grande campanha para conscientizar a comunidade acadêmica sobre os perigos do álcool. "As universidades, os pais dos estudantes, o Judiciário, enfim toda a sociedade, deveriam fazer uma grande campanha para conscientizar os estudantes sobre o perigo e os riscos dessas festas e do abuso do álcool", afirmou Josely.

"Isso não vai trazer meu filho de volta, mas pode evitar que muitas mães percam os seus, como eu perdi", completou. A enfermeira disse também que não pretende responsabilizar judicialmente ninguém pela morte do filho, mas pediu que a Unesp puna os estudantes que promoveram as competições de resistência à bebida.

Outro lado

A direção da Unesp afirmou que a venda de ingressos para festas com consumo de álcool é proibida dentro da faculdade e que vai apurar a denúncia feita pelos pais de Gabriela.

De acordo com a assessoria de imprensa da Unesp, a diretoria da Faculdade de Engenharia do câmpus de Bauru deverá instalar nos próximos dias uma Comissão de Apuração Preliminar, que vai investigar a morte de Fonseca e o envolvimento da universidade nos fatos.

A comissão deverá levantar informações e confrontar a veracidade delas, fiscalizar a existência de câmeras, fotos da festa e requerer providências que possam resultar em provas para abertura de uma sindicância para punir os responsáveis.
http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2015/03/06/interna_gerais,624684/pais-de-aluna-dizem-que-ingressos-para-festa-onde-mineiro-morreu-foram.shtml

Alunos fazem 'bichaço' na Ufop contra homofobia nas repúblicas estudantis Protesto foi motivado por denúncia de discriminação sexual em Ouro Preto. Ufop afirma que não tolera nenhum tipo de atitude discriminatória.

O Brasil passando por uma crise que compromete o futuro de nossas gerações e esses estudantes DOUTRINADOS PELO MARXISMO CULTURAL se manifestando contra a "homofobia". É tudo que esse DESGOVERNO PT quer, alienados em movimentos para que o pão e circo continue, ou melhor, mortadela. ACORDA JUVENTUDE, VOCÊS ESTÃO SENDO USADOS PARA MASCARAR UM DESGOVERNO CORRUPTO QUE QUER NOS TRANSFORMAR EM UMA VENEZUELA E CUBA. Estão querendo escravizar o Povo Brasileiro (ACABAR COM A FAMÍLIA E IGREJA) e vocês se preocupando com discriminação. Discriminação existe porque ELES estão embutindo isso nas mentes de vocês. Educação Moral vem de casa, se você tem uma FAMÍLIA NORMAL você não discrimina ninguém pois somos Cristãos, filhos do mesmo Pai. O Foco não é esse e sim o PEDIDO DA INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL MILITAR URGENTE, para acabar com essa corrupção em nosso país. Vamos parar de sermos COITADINHOS e nos portarmos como CIDADÃO PERANTE NOSSA CONSTITUIÇÃO QUE NOS COLOCA EM IGUALDADE DE DIREITOS. A Lei existe para isso!!! Hoje em dia só não tem informação quem não quer, alienado, na Bíblia diz que pecamos por falta de conhecimento, e ele está por toda parte é só colocar essa máquina PERFEITA que Deus lhe deu chamada CÉREBRO para agir e tirar esses PETRALHAS que estão usando o estômago do Brasileiro para continuar no poder. ATÉ QUANDO???
Professora: Marcia Valeria
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27/03/2015 18h13 - Atualizado em 27/03/2015 22h16

Thais Pimentel
Estudantes participam de bichaço no campus da Ufop (Foto: Aleone Rodrigues/Arquivo pessoal)

 Estudantes participam de bichaço no campus da Ufop (Foto: Aleone Rodrigues/Arquivo pessoal)
Estudantes participam de bichaço no campus da Ufop (Foto: Aleone Rodrigues/Arquivo pessoal)
Pelo menos 150 pessoas participaram de uma manifestação contra a homofobia nesta sexta-feira (27), no campus da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), na Região Central de Minas Gerais. O protesto, chamado de "Bichaço", foi motivado por um texto escrito pelo estudante de engenharia metalúrgica, Cláudio Porto Ribeiro, de 22 anos, que teria sido barrado em oito repúblicas federais e particulares por ser homossexual.
"Procurando por repúblicas para morar, me deparei com um problema que eu jamais imaginei que minha geração ainda precisaria lidar: ninguém me queria", escreveu.
Cláudio afirmou ao G1 que foi rejeitado por todas as casas que procurou em Ouro Preto. "Quando eu passei no curso, recebi vários e-mails de repúblicas me convidando para morar nas casas. Na matrícula, me deram folhetos, me chamaram pra tomar um café. Aí eu visitei oito repúblicas particulares e federais. Quando eu disse que era gay, a coisa mudou. No mesmo dia recebi mensagens de todas dizendo que a vaga já havia sido preenchida, que eu não tinha perfil. Uma até disse que o estatuto da casa não permitia gays", disse o estudante.
Por não ter sido aceito, a solução foi montar uma república própria. "Por sorte eu tinha amigos aqui. Agora a gente encontrou uma casa pra morar junto", desabafa.
Estudantes da Ufop se vestem de mulher para prostestar contra homofobia  (Foto: Aleone Rodrigues/Arquivo pessoal)
Estudantes da Ufop se vestem de mulher para
prostestar contra homofobia em Ouro Preto
(Foto: Aleone Rodrigues/Arquivo pessoal)
Estudantes da Ufop se vestem de mulher para prostestar contra homofobia  (Foto: Aleone Rodrigues/Arquivo pessoal)
O estudante decidiu falar sobre o assunto porque, segundo ele, há colegas que não estão conseguindo morar em repúblicas por serem homossexuais e ainda não recebe ajuda da universidade. O texto ganhou repercussão nas redes sociais, motivando a ação desta sexta-feira.
A Ufop informou que oferece a alunos de baixa renda 96 vagas em apartamentos para quatro pessoas, 64 quartos individuais com banheiros, além de bolsas para os interessados em morar nas repúblicas particulares.
De acordo com o pró-reitor de Assuntos Comunitários e Estudantis da Ufop, Rafael Magdalene, o órgão repudia qualquer atitude discriminatória. "A homofobia é um tema recorrente e a universidade está atenta a essas questões. São questões que estão presentes na sociedade como um todo. Movimento que teve hoje (27) é importante e a Ufop dá apoio para que manifestações dessa natureza aconteçam", defendeu.
Segundo a Ufop, as 59 repúblicas federais oferecem 792 vagas, sendo que há 158 disponíveis no momento. Ainda de acordo com a universidade, há mais de 300 repúblicas particulares em Ouro Preto.

http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2015/03/alunos-fazem-bichaco-na-ufop-contra-homofobia-nas-republicas-estudantis.html

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Professora Marcia Valeria-2010.

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