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sábado, 21 de maio de 2011

Não é Homofobia...


É o respeito pela palavra de Deus e à moral e bons costumes.
Assim como o criador, não somos contra os homossexuais, somos contra a prática homossexual.
E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem viva só: far-lhe-ei uma ADJUNTORA que esteja como diante dele.
Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua MULHER e serão ambos uma carne.
Gn 2:18 e 24
Com varão não te deitarás, como se fosse mulher; ABOMINAÇÃO É. Lv 18:22
Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
E semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homem com homem, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
Os quais conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também as consentem em fazer. Rm 1: 26, 27 e 32
Jesus os ama!


Fonte: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=104189536
Postado por: Professora Marcia Valeria

Contando Histórias...


Ao entrar no universo infantil, o adulto fascina a criança. Elas adoram ouvir histórias. Ficam na expectativa de saber se a princesa de cabelos dourados vai fugir da torre. Torcem pelos irmãos que enfrentam a bruxa malvada.
Envolvem-se e encantam-se. Os pais deveriam ler sempre para os filhos.É um momento especial.A criança depara com os adultos falando com voz diferente, um brilho alterado no olhar, movimentos ou expressões faciais incomuns. A mudança no comportamento dos pais fascina os pequenos.
O resultado desse momento tão particular não poderia ser diferente: a hora do conto se eterniza na memória.
os pais devem valorizar essa rotina, pois contar histórias é uma forma de aprendizado.

-Entonação -Nada é mais entediante para uma criança do que uma leitura monótona. A voz dramatiza a história.Mas cuidado para não exagerar.

-Ler ou contar -Tanto faz.Improvisar exige mais criatividade.Mas a leitura é também uma ótima ferramenta. Cria no filho a idéia de que as histórias moram nos livros.

-Cenário -Não é preciso muita elaboração para criar cenas. Um simples lápis que se transforma em vara de condão ou um lenço que vira uma capa mágica são capazes de encantar a criança.

-Estabeleça um momento do dia para a história, como antes de dormir. Mas não há regras,pode também contar as histórias durante as viagens de carro e também aproveita as refeições para prender a atenção das crianças.

-Não obrigue a criança a ouvir histórias quando ela não quer.

-Tente não mudar o enredo das histórias. Crianças pequenas pedem que se repita várias vezes a mesma história. Esperam determinadas partes só para confirmar que as ouviram antes. É assim que também vão compreendendo melhor o conto.

Dicas de livros para cada idade
Entre um ano e meio e três anos: Nas crianças menores,entre os brinquedos livros de papelão, plástico ou pano, contendo gravuras que permitirão a criança explorar o ambiente pelo tato e nomear os objetos.

Até os 3 anos-O enredo deve ser curto, contendo humor e mistério, com repetição dos elementos para a manutenção de sua atenção.As crianças assimila melhor enredos com crianças, bichinhos, brinquedos ou animais com características humanas, ou seja, que falam e têm sentimentos.

Dos 3 aos 6 anos-as histórias devem abusar da fantasia com reviravoltas no enredo e também de crianças ou animais como personagens. Os contos de fada são imbatíveis.

Aos 7 anos, leia aventuras em ambientes conhecidos, como a escola, o bairro, a família. As fábulas continuam em alta.Revistas em quadrinhos.

Aos 8 anos- as fantasias mais elaboradas (Mágico de Oz, Alice no País das Maravilhas, Harry Potter) são ideais.

A partir dos 9 anos- histórias de explorações, viagens, as invenções, os enredos humorísticos prendem a atenção, assim como os contos de mitos e lendas.

Fonte: http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com
Postado por: Professora Marcia Valeria

Rubem Alves

“Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música
não começaria com partituras, notas e pautas.
Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas
e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música.
Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria
que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas.
Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas
para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes”.
Rubem Alves
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.

Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.

Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.

 Fonte: Internet
Postado por: Professora Marcia Valeria

Caligrafia



O grafismo é uma forma de expressão do ser humano. O desenho e a escrita são as manifestações mais usuais. Ambas dependem de uma base física.
O termo caligrafia – como ocorre com várias palavras – possui diversas conotações. No sentido literal significa escrita bonita, boa, perfeita.

O ensino da caligrafia, no contexto escolar, tem dois objetivos: escrever com LEGIBILIDADE e FLUÊNCIA. A legibilidade é uma condição da linguagem escrita-o homem escreve para o outro ler.
A escrita não é uma forma de expressão, é, antes de mais nada, uma forma de comunicação.
O segundo é o critério da fluência. O uso funcional da escrita – a alfabetização funcional – requer que a escrita seja feita num ritmo adequado às exigências da escola e da vida. Na escola há tempo para tudo, inclusive para copiar o que está no quadro, para dar respostas por escrito, fazer redações, testes, fazer anotações em aula, etc. Na vida há os recados, atas, registros, anotações e diversas outras oportunidades em que precisamos escrever “em tempo real”, ou seja, próximos à velocidade da fala.

A fluência para escrever se avalia pela velocidade (palavras por minuto) e legibilidade.A fluência é uma exigência da alfabetização funcional: para escrever de forma funcional, na escola ou nas situações concretas da vida, o indivíduo precisa escrever com uma velocidade compatível com as exigências da situação. E, claro, sempre assegurando a legibilidade e correção ortográfica.

Como atividade motora, a caligrafia pode ser facilitada pelo desenvolvimento de competências motoras grossas e finas ao longo dos anos que precedem a pré-escola. O movimento de pinça (pegar um grão de feijão) é o indicador e o polegar mais próximo de que a criança tem condições de pegar no lápis e usá-lo de forma adequada. Brincadeiras e atividades bem orientadas, a partir de modelagem,colagem,desenho
pintura,etc.

Os pais e educadores infantis ajudam a preparar o aluno para as exigências posteriores da caligrafia. Se desde cedo a criança já aprender a desenhar, garatujar e “escrever” adotando posturas corretas, usando adequadamente o espaço da mesa ou carteira, o papel e o lápis e pincéis, mais facilidade terá para se desenvolver na caligrafia.

O ensino caligrafia normalmente começa por volta dos 4 a 5 anos, por meio de atividades planejadas, mas que são executadas de maneira informal e lúdica. Exercícios que promovem a coordenação viso-motora, lateralidade, controle de movimentos, atenção a detalhes, capacidade de seguir linhas, instruções, enfim, uma série de habilidades fundamentais para preparar o aluno para os aspectos motores da escrita. Esses exercícios, bem como atividades de “escrita espontânea” também preparam a criança para entender a importância e os usos práticos da escrita nas várias situações sociais (escrever o nome, dar título aos trabalhos que faz, nomear os objetos representados, etc.). Nesse período, a maioria das crianças que vive em ambientes letrados também aprende a copiar o formato das letras – pelo menos das letras de forma.

O ensino formal da caligrafia normalmente acompanha o processo de alfabetização. Um bom programa de caligrafia inclui três conjuntos importantes de competências: o espaço gráfico, lateralidade e controle do lápis; o domínio das formas básicas de grafismo (tipos de traço, controle do limite, etc.); o domínio das formas das letras (de forma e depois cursiva).

O domínio da letra cursiva é não tirar o lápis do papel, a escrita se torna mais eficiente, e isso ajuda a desenvolver a fluência. Existem princípios de aquisições motoras grossas e finas para orientar a seqüência adequada para o ensino das letras e suas formas.

http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com/search/label/CALIGRAFIA
Postado por: Professora Marcia Valeria

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"Feliz aquele que transfere o que sabe
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Feliz Dia das Crianças para todos!
Responsabilidade, Honestidade e Pontualidade faz parte de nossas vidas e temos que estar atentos para não pecarmos nessas áreas. Isso faz parte do ser adulto. Mas nada nos impede de sermos crianças em alguns momentos, principalmente na humildade e sinceridade. Só que a sinceridade as vezes ofende, pois as pessoas não estão preparadas para ouvirem a verdade, mesmo que venha da boca de uma criança.

Professora Marcia Valeria-2010.

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