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terça-feira, 14 de abril de 2015

Teoria de gênero - É O FIM DO MUNDO!!! ATENÇÃO PAIS E PROFESSORES...JESUS!

Marcia Valeria: Enquanto os "CRISTÃOS" estão só na "ORA", o inimigo está na 'AÇÃO", e pode ser com seu filho, filha.... CRISTÃOS, POR FAVOR, RESISTIR AO MALIGNO, DEUS NÃO MANDA FICARMOS DE BRAÇOS CRUZADOS. ELE ESTÁ TOMANDO O COMANDO EM UM PAÍS CRISTÃO!!! ACORDA CRISTÃO!!!

Marlon Marlon Boone Adami Adami compartilhou o vídeo de Bárbara Tonelli.
12 h · 
O que o seu filho, sobrinho, amigo, colega estuda no curso de Ciências Sociais? Já se fez essa pergunta antes?
O vídeo abaixo, aconteceu semana passada, é da turma do Primeiro Semestre de 2015 da UFSCAR . A aula é do Prof. Fabio Bechara Sanchez - Introdução a Sociologia.
Motivo do beijaço: Um calouro contestou a teoria de gênero e acabaram por fazer um "protesto contra a transfobia". Obs.: O Prof. Fábio estava DENTRO da sala quando os alunos resolveram fazer o "beijaço"

https://www.facebook.com/video.phpv=413508778809211&pnref=story



https://www.facebook.com/groups/178115482203319/1046261095388749/?notif_t=like









Vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor, e meu servo, a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Isaías 43:10
E disse-lhes: Ide por todo omundo, pregai o evangelho a toda criatura. Marcos 16:15

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Deus Não Está Morto Filme - Completo Dublado



Quando o jovem Josh Wheaton (Shane Harper) entra na universidade, ele conhece um arrogante professor de filosofia que não acredita em Deus. O aluno reafirma sua fé, e é desafiado pelo professor a comprovar a existência de Deus. Começa uma batalha entre os dois homens, que estão dispostos a tudo para justificar o seu ponto de vista – até se afastar das pessoas mais importantes para eles.

Resultado de imagem para deus não está morto


FELIZ PÁSCOA A TODOS EM NOME DE JESUS.
DEUS SEJA LOUVADO!
Professora Marcia Valeria

quarta-feira, 1 de abril de 2015

CCJ da Câmara aprova proposta que reduz maioridade penal.


Comissão de Constituição e Justiça decidiu que PEC poderá tramitar.
Texto ainda terá de passar por comissão especial e plenário da Câmara. 

Renan RamalhoDo G1, em Brasília



Manifestantes contrários à redução da maioridade penal protestam na sessão da CCJ (Foto: Renan Ramalho/G1)
Manifestantes contrários à redução da maioridade penal protestam na sessão da CCJ (Foto: Renan Ramalho/G1)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou nesta terça-feira (31) a admissibilidade da proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal no Brasil de 18 para 16 anos. Trata-se do primeiro passo para o andamento da proposta na Casa, no qual os deputados avaliam que o texto está de acordo com a própria Constituição.
O placar da votação na CCJ foi de 42 deputados favoráveis à PEC e 17 contrários.
O texto permite que jovens com idade acima de 16 anos que cometerem crimes possam ser condenados a cumprir pena numa prisão comum. Hoje, qualquer menor de 18 anos que comete algum crime é submetido, no máximo, a internação em estabelecimento educacional.
A sessão da CCJ teve também a participação de manifestantes favoráveis à PEC (Foto: Renan Ramalho/G1)A sessão da CCJ teve também a participação de manifestantes favoráveis à PEC (Foto: Renan Ramalho/G1)
Para avançar, a proposta agora precisa passar pela análise de uma comissão especial de deputados, que analisam o mérito (conteúdo) da PEC. Essa fase deve durar 40 sessões, o que leva aproximadamente dois meses.

No fim da tarde desta terça, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou em plenário a criação do colegiado. A instalação da comissão, com a designação de membros e escolha de presidente e relator, deverá ocorrer no próximo dia 8.
Se aprovada na comissão, a proposta vai ao plenário, onde são exigidos 308 votos, do total de 513 deputados, para aprovação, em duas votações. Depois, a proposta precisa passar pela CCJ do Senado e mais duas votações no plenário, onde são exigidos 49 votos entre os 81 senadores.
A PEC foi apresentada em agosto de 1993 e ficou mais de 21 anos parada. Neste ano, a CCJ da Câmara retomou as discussões, encerradas nesta terça após várias tentativas de adiamento por parlamentares contrários, em minoria na comissão.
Nesta terça, deputados do PT, PC do B e PSOL, os maiores críticos, tentaram mais uma vez impedir a votação, por meio de manobras para alterar a ordem dos trabalhos da CCJ. Como estavam em minoria, no entanto, foram derrotados nas votações desses pedidos.
Na sessão também estavam presentes manifestantes contrários e a favor da PEC. Eles carregavam faixas e cartazes e gritavam palavras de ordem. Não houve tumulto.
Ação ao Supremo
Após a aprovação da admissibilidade, parlamentares do PT, contrário à proposta, disseram que vão preparar uma ação a ser apresentada ao Supremo Tribunal Federal para impedir o andamento da proposta no Congresso.
Com base em decisões anteriores da Corte, eles citam trecho da Constituição que impede que seja “objeto de deliberação” proposta tendente a abolir direitos e garantias individuais. “Ainda temos tempo de fazer um mandado de segurança e o faremos. E temos apoio de importantes juristas, como Dalmo de Abreu Dallari, Alexandre de Moraes e José Afonso da Silva”, disse Alessandro Molon.
Discussão
A liderança do governo se manifestou contra a PEC, mas boa parte dos deputados de partidos formalmente aliados ao Planalto votaram a favor. Os líderes do PRB, PSD e PR, por exemplo, orientaram os deputados a votarem a favor da PEC. Na oposição, pediram votos pela admissibilidade da proposta líderes do PSDB, DEM e SD. PMDB, PDT e PROS liberaram a bancada. Votaram contra PT, PC do B, PSOL, PPS e PSB.
O sistema penitenciário brasileiro é uma escola do crime. 70% dos que passam pelo sistema prisional voltam a cometer crimes. Quando falamos do sistema infracional, a reincidência é de 20%"
Deputado Orlando Silva (PC do B-RJ)
Falando pelo governo, o deputado e ex-ministro do Esporte Orlando Silva (PC do B-RJ) tentou convencer os colegas a votar contra a redução da maioridade.
“70% dos países do mundo têm a maioridade penal a partir dos 18 anos. Uma modificação causará estranheza por parte dos países mais avançados, das democracias mais maduras, que aprenderam a respeitar os direitos humanos. O sistema penitenciário brasileiro é uma escola do crime. 70% dos que passam pelo sistema prisional voltam a cometer crimes. Quando falamos do sistema infracional, a reincidência é de 20%”, argumentou o ex-ministro.
Na tentativa de rejeitar a admissibilidade, o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) também argumentou que levar um jovem para o sistema penitenciário poderá torná-lo mais violento. “Vamos seguir o exemplo do mundo, onde o conjunto de políticas sociais para infância, adolescência e juventude, tem sim reduzido o conflito com a lei desses jovens”, disse.
Na mesma linha, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) disse que é importante aperfeiçoar outras políticas de recuperação de jovens infratores. “Os problemas brasileiros têm que ser resolvidos num outro plano. Queremos discutir o Estatuto da Criança e do Adolescente, estamos inclusive reunindo assinaturas para adequações. Essa temática, ainda que possa prosperar na CCJ, não prosperará no plenário dessa Casa nem no Senado”, disse o petista.
O relator da proposta, Tadeu Alencar (PSB-PE), também contrário, argumentou que a idade de 18 anos prevista pela Constituição para a maioridade penal é uma cláusula pétrea, isto é, uma regra que não pode ser mudada pelo Congresso.
“A vítima tem, sim, o direito de ver o seu algoz punido. (...) O que é permitido pela Constituição é que haja modulação entre esses dois direitos individuais"
Deputado Evandro Gussi (PV-SP)
“Trata-se de uma garantia individual, que assegura ao adolescente ser considerado inimputável. Tal garantia decorre do princípio da dignidade humana e cuida de proteção da infância e da adolescência, um dos fundamentos do Estado Democrático de Direito”, afirmou Alencar.
Favorável à proposta, o deputado Evandro Gussi (PV-SP) argumentou que a maioridade penal deve ter uma “modulação” para se adequar ao direito da vítima de ver punido seu agressor. “A vítima tem, sim, o direito de ver o seu algoz punido. Há sim um direito fundamental à persecução penal por parte da vítima. O que é permitido pela Constituição é que haja modulação entre esses dois direitos individuais”, afirmou o deputado.
Também favorável à PEC, o deputado Marcos Rogério (PDT-RO) afirmou que a proposta busca reduzir a impunidade contra atos de violência. “Essa admissibilidade não vai prejudicar quem faz as coisas certas. Não estamos colocando jovens na cadeia. Vamos fazer com que aqueles que cometem crimes não tenham certeza da impunidade, só isso”.
Outro deputado favorável, Giovani Cherini (PDT-RS) disse que a mudança pode diminuir a certeza da impunidade. “É uma tentativa de que essa mudança possa, quem sabe, diminuir, através do medo do crime, a certeza da impunidade, que a sociedade toda tem. A sociedade comete crime porque tem certeza que vai ser impune. Quem é que tem a bolinha de cristal para dizer que vai ficar pior. Eu estou no time do Tiririca: ‘Pior que tá não fica’. É só cumprir a lei, fazer as coisas certas. Eu não quero colocar nenhum jovem na cadeia, acho que é horrível.”
Também a favor da redução, Felipe Maia (DEM-RN) disse que essa posição é “majoritária nas ruas”. Ele disse que a medida não exclui a necessidade de prover ensino em tempo integral, para prevenir a criminalidade entre jovens, e a reforma do sistema prisional, para efetivamente recuperar criminosos. “Isso que o Brasil e esta comissão deseja há 22 anos”, afirmou.
Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/03/camara-aprova-admissibilidade-de-proposta-que-reduz-maioridade-penal.html

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http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,ministro-do-supremo-diz-que-cadeia-nao-conserta-ninguem,1662180

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,ministro-do-supremo-diz-que-cadeia-nao-conserta-ninguem,1662180
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Cadeia pode não consertar ninguém no país do faz de conta, mas enquanto estiverem encarcerados deixarão de matar milhares aqui fora.



segunda-feira, 16 de março de 2015

ATENÇÃO: `Professores e Pais - Olhem o que nossos jovens estão estudando nas escolas.



Professora Marcia Valeria; O FINAL DE TODO SOCIALISTA/COMUNISTA (DOUTRINAÇÃO NA ESCOLA COM JOVENS DO ENSINO MÉDIO) , PROFESSOR QUE QUEIRA FAZER A CABEÇA DOS ALUNOS PARA SUAS MALUQUICES TERMINA ASSIM: PRESO OU INTERNADO. CUIDADO PROFESSOR, TÊM PAIS QUE SE PREOCUPAM COM O FUTURO DE SEUS FILHOS! EU SOU MÃE/PAI E NÃO ACEITAREI ISSO NUNCA!

A ONDA (título original: Die Welle) é um filme alemão de 2008 dirigido por Dennis Gansel e estrelado por Jürgen Vogel, Frederick Lau, Jennifer Ulrich eMax Riemelt. É inspirado no livro homônimo de 1981 do autor americano Todd Strasser e no experimento social da Terceira Onda. O filme foi produzido por Christian Becker para a Rat Pack Filmproduktion. Obteve sucesso nas bilheterias alemãs e depois de dez semanas, 2,3 milhões de pessoas haviam assistido ao filme.
O filme abre com o professor colegial Rainer Wenger (Jürgen Vogel) dirigindo ao trabalho enquanto canta um cover de "Rock 'n' Roll High School".
A escola está oferecendo alguns cursos de uma semana e Rainer ministra o de autocracia, após o professor do outro curso, o de anarquismo, que Rainer preferia, recusar-se a trocar de matéria. Seus alunos, parte da terceira geração após a Segunda Guerra Mundial,1 não acreditam que uma ditadura poderia surgir na Alemanha moderna, então Rainer começa um experimento para mostrar o quão fácil é manipular as massas. RESUMINDO: O filme termina com Rainer sendo levado preso pela polícia até a viatura, enquanto os alunos, seus respectivos pais e os professores (incluindo sua esposa) o observam. A última cena mostra Rainer, já na viatura em movimento, observando algo à frente que o deixa assustado, mas a câmera não mostra o que é (o filme seguinte de Gansel, Wir sind die Nacht, termina da mesma maneira). "Uma experiência que saiu do controle."

http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Onda_%28filme%29



terça-feira, 6 de agosto de 2013

90 livros para ler antes de morrer.

Obs.: Eu coloco em primeiro lugar A Bíblia Sagrada. Livro em que você encontra tudo que necessita nesta vida. Professora Marcia Valeria. http://www.bibliaonline.com.br
livro_universia
Até o último dia em que você viver, haverá uma lista imensa de livros que podem ser lidos. No site Universia Brasil  existem mais de 90 clássicos daliteratura mundial. Tudo de graça, prontos para o download.
Na lista, obras como “Madame Bovary”, de Gustave Flaubert; “Fausto”, de Goethe; “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri e muito mais. 
ღ¸.•*¨)✿♥Professora: Marcia Valeria♥✿ ღ¸.•*¨)

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Professora Marcia Valeria

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