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segunda-feira, 7 de março de 2011

O Pequeno livro das grandes emoções - Coleção Educadores (Download)


© UNESCO

Uma antologia de trabalhos literários brasileiros. Os textos são inspiradores, emocionantes e de leitura fácil.

Autores: Mário Quintana; Carlos Drummond de Andrade; Clarice Lispector; Cora Rónai; Victor Giudice; Humberto Teixeira; Luiz Gonzaga; Lygia Fagundes Telles; Chico Buarque; Paulo Mendes Campos; Marina Colasanti; Cora Coralina
Brasília: UNESCO, 2009. 60 p., il.
ISBN: 978-85-7652-098-6 

Download gratuito (PDF, 1.5 Mb)
Distribuição Institucional - Como Adquirir
 
Resumo: Preparada no âmbito da Década das Nações Unidas para a Alfabetização (2003-2012), esta publicação reúne textos de renomados escritores brasileiros, com textos inspiradores e de leitura empolgante e fácil, indicado primordialmente a leitores iniciantes.

Fonte: http://www.unesco.org/pt/brasilia/single-view/news/o_pequeno_livro_das_grandes_emocoes/back/19221/cHash/9766a77a41/

Fonte: http://crv.educacao.mg.gov.br/sistema_crv/INDEX.ASP?ID_OBJETO=23967&ID_PAI=23967&AREA=AREA&P=T&id_projeto=27



Fonte: http://crv.educacao.mg.gov.br
Organizado por: Professora Marcia Valeria

Educação Física - Fundamental - 6º ao 9º

Proposta Curricular - CBC

Conteúdo Básico Comum (CBC) de Educação Física do Ensino Fundamental do 6º ao 9º ano
 * Os tópicos obrigatórios são numerados em algarismos arábicos
 * Os tópicos complementares são numerados em algarismos romanos

Eixo Temático I
Esporte
TÓPICOS HABILIDADES Anos / C. Horária Anual
1. História 1.1. Conhecer a história de cada modalidade esportiva. 4 2

2. Elementos técnicos básicos 2.1. Identificar os elementos técnicos básicos de cada modalidade. 2 4 2
2.2. Executar os elementos técnicos básicos de cada modalidade. 2 2 5 4
2.3. Aplicar os elementos técnicos básicos de cada modalidade em situações de jogo. 2 2 2 5
3. Táticas das modalidades esportivas 3.1. Conhecer as táticas de cada modalidade. 2 2 5
3.2. Aplicar táticas em situações de jogo. 2 2
6
4. Regras 4.1. Conhecer os objetivos das regras de cada modalidade. 1 1 3
4.2. Modificar as regras de acordo com as necessidades do grupo, do material e do espaço. 3 2 1
4.3. Aplicar as regras em situações de jogo. 1 1 4 4
5. Riscos e benefícios da prática esportiva 5.1. Conhecer os benefícios da prática de cada modalidade esportiva. 1 1 4 4
5.2. Conhecer os riscos presentes em cada modalidade esportiva. 1 1 2 2
6. Diferença entre o esporte educacional, de rendimento e de participação 6.1. Compreender as diferenças entre os esportes: educacional, de rendimento e de participação.
1 1 1
6.2. Compreender o esporte como direito social.

2
6.3. Compreender a possibilidade do esporte como opção de lazer.
1 1 2
6.4. Diferenciar cooperação e hipercompetitividade no esporte.
1

6.5. Identificar o lúdico na prática esportiva. 1


7. Hidratação e vestuário nas práticas esportivas 7.1. Conhecer os efeitos da hidratação no organismo durante as práticas esportivas.

2
7.2. Aplicar os conhecimentos sobre a hidratação durante a atividade esportiva. 1 1 1 1
7.3. Compreender os benefícios do uso de vestuário adequado para a prática esportiva. 1 1 1 1
7.4. Identificar o vestuário adequado para a prática de cada modalidade esportiva. 1 1 1 1
8. A inclusão no esporte 8.1. Compreender o esporte na perspectiva de inclusão/exclusão dos sujeitos 1 2

8.2. Reconhecer as possibilidades corporais de pessoas portadoras de necessidades especiais nas práticas esportivas. 1 1 1 3
8.3. Compreender o esporte como espaço de respeito às diferenças. 1 1 1 1
8.4. Compreender as infl uências históricoculturais na participação da mulher no esporte. 1 1 1 2
9. A importância do esporte no desenvolvimento de atitudes e valores éticos e democráticos 9.1. Identificar o esporte como meio de superação de limitações dos sujeitos.
1

9.2. Reconhecer o potencial do esporte no desenvolvimento de atitudes e valores democráticos (solidariedade, respeito, autonomia, confiança, liderança). 1
1 2
9.3. Adotar atitudes éticas em qualquer situação de prática esportiva. 1 1 1 1
I - História
II - Fundamentos básicos
III - Estratégias de jogo
IV - Riscos e benefícios
V - Regras: significados
VI - Eventos: olimpíadas, campeonatos, passeios ciclísticos, caminhadas e maratonas
VII - Práticas esportivas vivenciadas na comunidade e em outras culturas
? Conhecer a história de cada modalidade esportiva.
? Identificar os fundamentos básicos de cada modalidade esportiva.
? Vivenciar os fundamentos básicos de cada modalidade.
? Aplicar os fundamentos básicos de cada modalidade em situações de jogo.
? Conhecer as estratégias básicas de jogo de cada modalidade.
? Conhecer os riscos e benefícios da prática de cada modalidade esportiva.
? Conhecer as regras de cada modalidade.
? Aplicar as regras em situações de jogo.
? Identificar os objetivos dos eventos esportivos.
? Identificar as diferentes formas de organização de eventos esportivos.
? Identificar as práticas esportivas presentes em sua comunidade.
2 2 2 2

Eixo Temático II

Temas: Jogos Populares, Jogos Esportivos, Jogos de Raquete, Jogos de Salão, Capoeira.
Jogos e Brincadeiras
TÓPICOS HABILIDADES Anos / C. Horária Anual
10. O brincar na vida dos sujeitos 10.1. Compreender a importância das brincadeiras na vida dos sujeitos. 1 1

10.2. Diferenciar jogos e brincadeiras de cada tema. 2 2

10.3. Conhecer a origem dos jogos e brincadeiras. 2


10.4. Vivenciar jogos e brincadeiras de cada tema. 3 3 2 2
10.5. Identificar os jogos e brincadeiras da comunidade local. 2 2 1 1
10.6. Identificar as implicações dos jogos eletrônicos e computadorizados na vida dos sujeitos. 1 1

10.7. Identificar valores éticos nos jogos e brincadeiras.
2

11. (Re) construção de jogos e brincadeiras 11.1. (Re)construir jogos e brincadeiras. 3 2 1 1
11.2. (Re)criar espaços para a vivência de jogos. 3 2 1 1
11.3. (Re)criar materiais para a vivência de jogos e brincadeiras. 2 2 1 1
12. Origem e história da capoeira 12.1. Conhecer a origem e a história da capoeira. 1 1

12.2. Diferenciar a capoeira angola da capoeira regional. 1 1

13. Elementos básicos da capoeira 13.1. Identificar os elementos básicos da capoeira. 1 1 2
13.2. Vivenciar os elementos básicos da capoeira. 2 2 2 4

Eixo Temático III

Temas: Ginástica Geral, Ginástica de Solo, Movimentos Acrobáticos
Ginástica
TÓPICOS HABILIDADES Anos / C. Horária Anual
14. Origem e história da Ginástica 14.1. Conhecer a história dos temas estudados. 1 1

15. Características da Ginástica 15.1. Conhecer características de cada modalidade de ginástica. 1 1 2 2
15.2. Vivenciar elementos ginásticos de cada modalidade. 3 2 2 3
16. A Ginástica como promotora de saúde, lazer e qualidade de vida 16.1. Compreender os benefícios dos exercícios físicos na promoção da saúde e qualidade de vida; 1 1 1
16.2. Conhecer os riscos da atividade física mal orientada na adolescência.

1 1
16.3. Compreender a ginástica como possibilidade para vivência no lazer.

1
16.4. Compreender a relação entre exercício físico, crescimento e postura.
1 1 2
16.5. Compreender as causas da dor e da fadiga muscular no organismo durante e depois da prática da ginástica.

1
17. Alimentação e atividade física 17.1. Compreender a relação entre a alimentação e a prática de atividade física.
1 1 1
17.2. Compreender a importância da atividade física na prevenção e no tratamento da obesidade.


2
VIII ? Jogos e brincadeiras aquáticas
IX? Jogos de outras culturas
X - Tipos e características
XI - Práticas corporais da cultura oriental: caratê, muay thai, kung fu, aikido, tae kwon do, tai chi chuan, ioga, dentre outras
? Vivenciar jogos e brincadeiras no meio líquido.
? Conhecer jogos e brincadeiras de outras culturas.
? Diferenciar as características das modalidades.
? Vivenciar exercícios das diferentes modalidades.
? Identificar práticas corporais de outras culturas.
? Conhecer as características das práticas corporais de outras culturas.
? Compreender o processo de esportivização das práticas corporais.
4 4 4 4

Eixo Temático IV

Temas: Dança Criativa, Dramatização, Pantomima
Dança e Movimentos Expressivos
TÓPICOS HABILIDADES Anos / C. Horária Anual
18. Elementos constitutivos da dança: formas, espaço, tempo 18.1. Vivenciar os elementos constitutivos da dança. 1 1

18.2. Identificar os elementos constitutivos da dança. 1 1

19. O corpo na dança e nos movimentos expressivos 19.1. Vivenciar o movimento em diferentes ritmos. 1


19.2. Articular o gesto com sons e ritmos produzidos pelo próprio corpo, por diferentes objetos e instrumentos musicais. 1 1

19.3. Expressar sentimentos e idéias utilizando as múltiplas linguagens do corpo. 1 1 1 1
19.4. Conhecer as possibilidades do corpo na dança: impulsionar, dobrar, flexionar, contrair, elevar, alongar, relaxar, dentre outras. 1 1

19.5. Reconhecer as possibilidades corporais de pessoas portadoras de necessidades especiais na dança e nos movimentos expressivos.

1 1
20. Criação e improvisação 20.1. Vivenciar processos de criação e improvisação. 1 1 2 2
20.2. Compor pequenas coreografias a partir de temas, materiais ou músicas. 1 1 2 2
21. A diversidade cultural nas danças brasileiras 21.1. Reconhecer a pluralidade das manifestações culturais na dança em nosso país.

1 2
21.2. Vivenciar diferentes manifestações culturais da dança. 1 1 1 1
22. Dança e mídia 22.1. Identificar estereótipos na dança.

2
22.2. Identificar a influência da mídia nas formas de dançar.


2
23. Dança como meio de desenvolvimento de valores e atitudes 23.1. Compreender a dança como meio de desenvolvimento de valores e atitudes (afetividade, confiança, criatividade, sensibilidade, respeito às diferenças, inclusão).
1

24. Dança e relações de gênero 24.1. Identificar a dança como possibilidade de superação de preconceitos. 1


24.2. Compreender as relações sociais entre homens e mulheres na dança. 1 1

XII - Características de cada modalidade de dança
XIII - A dança nos eventos escolares: festivais
? Identificar as características das danças e dos movimentos expressivos.
? Vivenciar a dança em eventos escolares.
2 2 2 2

Fonte: http://crv.educacao.mg.gov.br/sistema_crv/index.asp?id_projeto=27&id_objeto=38771&tipo=ob&cp=999999&cb=&n1=&n2=Proposta%20Curricular%20-%20CBC&n3=Fundamental%20-%206%BA%20ao%209%BA&n4=Educa%E7%E3o%20F%EDsica&b=s
Organizado por: Professora Marcia Valeria

O que ensinar em Educação Física do 6º ao 9º ano

Cabe ao professor da disciplina lidar com as questões inerentes às transformações corporais dos adolescentes.


Fotos: Marcos Rosa
Fotos: Marcos Rosa



O ensino da Educação Física vai além da recreação e da cobrança pelo rendimento no esporte. Os conteúdos da disciplina contemplam as produções de nossa cultura corporal: o jogo, o esporte, a dança, a ginástica e a luta (conheça as expectativas de aprendizagem). A disciplina deixou de lado a ênfase no rendimento padronizado que a caracterizava até a década de 1980 para rever o conceito de corpo e considerar a dimensão cultural simbólica a ele inerente. Agora, considera o homem eminentemente cultural, contínuo construtor da cultura relacionada aos aspectos corporais. "Os documentos curriculares trouxeram para a Educação Física o universo do conhecimento cultural. O aluno continua praticando o esporte, mas vai além: entende seus contextos e sua criação", diz Caio Martins Costa, do Instituto Esporte e Educação, de São Paulo.

Trabalhando com corpos em fase de transformação

No Ensino Fundamental II, em plena puberdade, os jovens se aproximam. Iniciam-se os primeiros namoros e é importante que o professor esteja preparado para responder a questões que podem surgir. É nessa fase que aparecem tanto a vontade de exibir-se como a vergonha de expor seu corpo e seu desempenho.

"A sexualidade é um dos principais dilemas de nossa sociedade", afirma Caio. "O ideal é que boa parte das atividades seja praticada em conjunto, mas nem todas precisam ser misturadas. Há o momento em que os meninos vão querer jogar apenas com os meninos e as meninas com as meninas. Esses momentos também são importantes, embora a prática em conjunto seja essencial."

Outro ponto que pode surgir é o da participação de alunos com necessidades especiais. "O sistema educativo e os programas de ensino devem ser planejados e aplicados tendo em vista as diferenças, constituindo assim uma pedagogia centralizada no aluno, capaz de atender a qualquer tipo de necessidade de aprendizagem", explica Ricardo Jacó de Oliveira, da Universidade Católica de Brasília. É papel do professor também localizar as competências corporais em que alguns alunos apresentam dificuldades e promover atividades para que eles possam progredir. Deve ainda ajudar os jovens a ganhar consciência da cultura do movimento - as diferentes formas de movimento do homem, desde as mais simples e naturais, como caminhar, correr e pular, até as mais complexas possibilidades, como a ioga, a capoeira, a dramatização, as danças, as ginásticas, as lutas, os esportes e assim por diante (leia uma proposta de plano plurianual para a área). Veja a seguir quatro situações didáticas fundamentais para pensar o ensino de Educação Física para os alunos do 6º ao 9º ano.

Fonte:http://revistaescola.abril.com.br
Organizado por: Professora Marcia Valeria

Os Desafios do Coordenador Pedagógico

Mais do que resolver problemas de emergência e explicar as dificuldades de relacionamento ou aprendizagem dos alunos, seu papel é ajudar na formação dos professores;

SILVANA AUGUSTO . Foto: Gustavo Lourenção
SILVANA AUGUSTO   "O coordenador
centraliza as conquistas do grupo
e assegura que as boas idéias tenham
continuidade." Foto: Gustavo Lourenção


Muito se tem falado sobre o papel do coordenador pedagógico. Afinal, por que ele é necessário? Quem dera coordenar fosse simples como diz o dicionário: dispor segundo certa ordem e método; organizar; arranjar; ligar.
O coordenador pedagógico, muito antes de ganhar esse status, já povoava o imaginário da escola sob as mais estranhas caricaturas. Às vezes, atuava como fiscal, alguém que checava o que ocorria em sala de aula e normatizava o que podia ou não ser feito. Pouco sabia de ensino e não conhecia os reais problemas da sala de aula e da instituição. Obviamente, não era bem aceito na sala dos professores como alguém confiável para compartilhar experiências.
Outra imagem recorrente desse velho coordenador é a de atendente. Sem um campo específico de atuação, responde às emergências, apaga focos de incêndios e apazigua os ânimos de professores, alunos e pais. Engolido pelo cotidiano, não consegue construir uma experiência no campo pedagógico. Em ocasiões esporádicas, ele explica as causas da agressividade de uma criança ou as dificuldades de aprendizagem de uma turma. Hoje o coordenador organiza eventos, orienta os pais sobre a aprendizagem dos filhos e informa a comunidade sobre os feitos da escola.
Mas isso é muito pouco. Na verdade, ele se faz cada vez mais necessário porque professores e alunos não se bastam. Além das histórias individuais que todos escrevemos, é preciso construir histórias institucionais. É duro constatar a fragilidade de tantas escolas que montam um currículo e uma prática efetiva durante anos e perdem tudo com a transferência ou a aposentadoria de professores. Construir história nos torna humanos, e é de estranhar que, justamente na escola, tantas vezes tudo recomece do zero. O coordenador eficiente centraliza as conquistas do grupo de professores e assegura que as boas idéias tenham continuidade.
Além do que se passa dentro das quatro paredes da sala de aula, há muito mais a aprender no convívio do coletivo - no parque, no refeitório, na rua, na comunidade. A dinâmica nesses espaços deve ser ritmada pelo coordenador. É preciso lembrar ainda que só quem não está em classe, imerso naquela realidade, é capaz de estranhar. E isso é ótimo! É do estranhamento que surgem bons problemas, o que é muito mais importante do que quando as respostas aparecem prontas.
Só assim é possível que o coordenador efetivamente forme professores (e esse é o seu papel primordial). Ampliando a significação do dicionário, eu diria que no dia-a-dia de uma instituição educativa é preciso:
- dispor segundo certa ordem e método as ações que colaboram para o fortalecimento das relações entre a cultura e a escola;
- organizar o produto da reflexão dos professores, do planejamento, dos planos de ensino e da avaliação da prática;
- arranjar as rotinas pedagógicas de acordo com os desejos e as necessidades de todos; e ligar e interligar pessoas, ampliando os ambientes de aprendizagem.
Esse é o sentido de ser um bom coordenador, não de uma instituição, mas de processos de aprendizagem e de desenvolvimento tão complexos como os que temos nas escolas. Que os que desejam se responsabilizar por essa importante função vejam aqui um convite para criar um estilo de coordenar.
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br
Organizado por: Professora Marcia Valeria

Produção de texto: como ensinar os alunos a escrever de verdade

Para produzir textos de qualidade, seus alunos têm de saber o que querem dizer, para quem escrevem e qual é o gênero que melhor exprime essas ideias. A chave é ler muito e revisar continuamente.

 

TEXTOS DE QUALIDADE  Editorial, biografia, fábula e conto. Para redigir textos com significado, alunos de São Paulo, do Recife e do Rio de Janeiro leram o gênero estudado e aprenderam a planejar o que vão produzir e a revisar o material antes que ele possa circular entre colegas e familiares. Foto: Marcos Rosa


Narração, descrição e dissertação. Por muito tempo, esses três tipos de texto reinaram absolutos nas propostas de escrita. Consenso entre professores, essa maneira de ensinar a escrever foi uma das principais responsáveis pela falta de proficiência entre nossos estudantes. O trabalho baseado nas famosas composições e redações escolares tem uma fragilidade essencial: ele não garante o conhecimento necessário para produzir os textos que os alunos terão de escrever ao longo da vida. "Nessa abordagem, ninguém  considerava quem seriam os leitores. Não havia a ref lexão sobre a melhor estratégia para colocar uma ideia no papel", resume Telma Ferraz Leal, da Universidade Federal de Pernambuco.
Para aproximar a produção escrita das necessidades enfrentadas no dia-a-dia, o caminho atual é enfocar o desenvolvimento dos comportamentos leitores e escritores. Ou seja: levar a criança a participar de forma eficiente de atividades da vida social que envolvam ler e escrever. Noticiar um fato num jornal, ensinar os passos para fazer uma sobremesa ou argumentar para conseguir que um problema seja resolvido por um órgão público: cada uma dessas ações envolve um tipo de texto com uma finalidade, um suporte e um meio de veiculação específicos. Conhecer esses aspectos é condição mínima para decidir, enfim, o que escrever e de que forma fazer isso. Fica evidente que não são apenas as questões gramaticais ou notacionais (a ortografia, por exemplo) que ocupam o centro das atenções na construção da escrita, mas a maneira de elaborar o discurso .
Há outro ponto fundamental nessa transformação das atividades de produção de texto: quem vai ler. E, nesse caso, você não conta. "Entregar um texto para o professor é cumprir tarefa", argumenta Fernanda Liberali, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. "Escrever não é fácil. Para que o aluno fique estimulado com a proposta, é preciso que veja sentido nisso." O objetivo é fazer com que um leitor ausente no momento da produção compreenda o que se quis comunicar - e esse desafio requer diferentes aprendizagens.

O primeiro passo é conhecer os diversos gêneros. Mas é preciso atenção: isso não significa que os recursos discursivos, textuais e linguísticos dos contos de fadas e da reportagem, por exemplo, sejam conteúdos a apresentar aos alunos sem que eles os tenham identificado pela leitura, como ressalta Delia Lerner no livro Ler e Escrever na Escola. Um primeiro risco é o de cair na tentação de transmitir verbalmente as diferentes estruturas textuais. De acordo com a pesquisadora em didática, cabe a todo professor permitir que as crianças adquiram os comportamentos do leitor e do escritor pela participação em situações práticas e não "por meras verbalizações".

Ensinar a produzir textos nessa perspectiva prevê abordar três aspectos principais: a construção das condições didáticas, a revisão e a criação de um percurso de autoria, como se pode ver a seguir.
Fonte:http://revistaescola.abril.com.br/
Organizado por: Professora Marcia Valeria

Tudo sobre Produção de Texto

  Reconceitualização do Objeto de Ensino


Provocação
Como um professor que acompanha as pesquisas sobre didática, você abandonou de vez as redações sobre as férias, a primavera ou de tema livre. Agora, você trabalha com gêneros e sua aula vai ser sobre fábula. Então, você diz aos alunos que a fábula tem uma narrativa breve, na qual os personagens geralmente são animais tipificados como humanos, que se envolvem em uma situação-problema. O enredo se resolve com a solução do problema e uma lição de moral. Depois dessa explicação, você pede para que os alunos produzam cartazes sobre as características da fábula. Sua concepção de ensino de produção de texto mudou mesmo?

Não, ainda. A escrita é uma prática social e o professor que pretende ensinar a escrever deve ter como referência fundamental os conteúdos envolvidos nas práticas sociais da leitura e da escrita. Isso não se faz verbalmente, como no exemplo acima. É preciso desenvolver os chamados comportamentos leitores e escritores, algo que se conquista por meio da familiarização com os textos em situação de leitura e com a prática da escrita de diferentes gêneros.

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