Chega de sair de casa, pegar ônibus e enfrentar fila para fazer o exame do ENEM. Para o próximo ano, o MEC pretende inovar, criando um aplicativo para que as provas sejam feitas online através do Facebook. A parceria entre o Ministério da Educação e o Facebook foi anunciada na manhã desta segunda-feira (24). O Ministro da Educação, Fernando Haddad, disse que muitas pessoas não fizeram o exame do ENEM porque preferiram ficar em casa, na Internet, usando o Facebook. “Se os estudantes não saem do Facebook para fazer o ENEM, vamos levar o ENEM para o Facebook”, disse Haddad. O governo acredita que está cada vez mais difícil de retirar um adolescente da Internet para se dedicar aos estudos, então uma estratégia do MEC é levar os estudos para a Internet. Ainda conforme a assessoria do MEC, usar o Facebook para os estudantes fazerem o ENEM, no próximo ano, além de ser um avanço tecnológico, será também ecologicamente correto, pois economizará papel e consequentemente reduzirá o desmatamento. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Fonte: http://www.g17.com.br/noticia.php?id=460 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Postado por: Professora Marcia Valeria |
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
MEC confirma que em 2012 o ENEM será feito via Facebook
MEC confirma parceria com o Facebook para realizar, no próximo ano, o ENEM via Internet através de um aplicativo integrado a rede social
Dia da Reforma Protestante - 31 de Outubro
A Reforma Protestante foi um movimento reformista cristão iniciado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517 [1] [2] na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, protestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica, propondo uma reforma no catolicismo. Os princípios fundamentais da Reforma Protestante são conhecidos como os Cinco solas.[3]
Lutero foi apoiado por vários religiosos e governantes europeus provocando uma revolução religiosa, iniciada na Alemanha, e estendendo-se pela Suíça, França, Países Baixos, Reino Unido, Escandinávia e algumas partes do Leste europeu, principalmente os Países Bálticos e a Hungria. A resposta da Igreja Católica Romana foi o movimento conhecido como Contra-Reforma ou Reforma Católica, iniciada no Concílio de Trento.
O resultado da Reforma Protestante foi a divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e os reformados ou protestantes, originando o Protestantismo.
Protestantismo
Ver artigo principal: Protestantismo
A seguir, uma tabela ilustrando o surgimento a traves dos séculos das diferentes correntes ou ramos do Protestantismo.
Ramos do Protestantismo.
Martinho Lutero (Eisleben, 10 de novembro de 1483 -
18 de fevereiro de 1546) foi um sacerdote agostiniano e professor
Veementemente contestando a alegação de que a liberdade
da punição de Deus sobre o pecado poderia ser comprada, confrontou o
Sua recusa em retirar seus escritos a pedido do Papa Leão X em 1520
e do Imperador Carlos V na Dieta de Worms em 1521 resultou em sua
excomunhão pelo papa e a condenação como um fora-da-lei pelo imperador.
Lutero ensinava que a salvação não se consegue apenas com boas ações,
mas de um livre presente de Deus, recebida apenas pela graça
através da fé em Jesus como um redentor do pecado.
Sua teologia desafiou a autoridade papal na Igreja Católica Romana,
pois ele ensinava que a Bíblia é a única fonte de conhecimento
divinamente revelada[1] e opôs-se ao sacerdotalismo,
por considerar todos os cristãos batizados como um
sacerdócio santo.[2] Aqueles que se identificavam com os
ensinamentos de Lutero eram chamados luteranos.
Sua tradução da Bíblia em outros idiomas que não o latim)
fez o livro mais acessível, causando um impacto gigantesco
na Igreja e na cultura alemã. Promoveu um desenvolvimento
de uma versão padrão da língua alemã, adicionando vários
princípios à arte de traduzir[3], e influenciou a tradução para
o desenvolvimento do ato de cantar em igrejas.[5]
Seu casamento com Catarina von Bora estabeleceu um
modelo para a prática do casamento clerical, permitindo o
matrimônio de padres protestantes.[6]
Em seus últimos anos, Lutero tornou-se algo antissemita,
chegando a escrever que as casas judaicas deveriam ser
destruídas, e suas sinagogas queimadas, dinheiro confiscado e liberdade cerceada.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Reforma_Protestante
Os cinco solas são princípios fundamentais da
Reforma Protestante:

Sola fide (somente a fé);
Sola scriptura (somente a Escritura);
Solus Christus (somente Cristo);
Sola gratia (somente a graça);
Soli Deo gloria (glória somente a Deus).
.
Por que 5 Solas?
Na Reforma Protestante, foram enfatizadas cinco verdades
caracterizadas pela palavra “somente” para distinguir dos
ensinos equivocados do catolicismo romano: Somente a
Bíblia, somente a graça, somente a fé, somente Cristo
e glória somente a Deus!
Estas verdades distinguem históricamente os
evangélicos dos católicos romanos, que creem na Tradição
(em acréscimo à Bíblia), nas obras (em acréscimo à fé e à graça),
nos santos mortos (em acréscimo a Cristo) o que resulta na
glória do homem (em acrécimo à glória a Deus).

Postado por: Professora Marcia Valeria
Marcadores:
Biografia,
Datas Comemorativas,
Ensino Religioso,
Escola Bíblica de Férias,
Orientação Pedagógica,
Reunião Pedagógica
Carlos Drummond de Andrade

Biografia
Carlos Drummond de Andrade (Itabira, 31 de outubro de 1902 — Rio de Janeiro, 17 de agosto de 1987) foi um poeta, contista e cronista brasileiro.Nasceu em Minas Gerais, em uma cidade cuja memória viria a permear parte de sua obra, Itabira. Posteriormente, foi estudar em Belo Horizonte e Nova Friburgo com os Jesuítas no Colégio Anchieta. Formado em farmácia, com Emílio Moura e outros companheiros, fundou "A Revista", para divulgar o modernismo no Brasil. No mesmo ano em que publica a primeira obra poética, "Alguma poesia" (1930), o seu poema Sentimental é declamado na conferência "Poesia Moderníssima do Brasil", feita no curso de férias da Faculdade de Letras de Coimbra, pelo professor da Cadeira de Estudos Brasileiros, Dr. Manoel de Souza Pinto, no contexto da política de difusão da literatura brasileira nas Universidades Portuguesas. Durante a maior parte da vida, Drummond foi funcionário público, embora tenha começado a escrever cedo e prosseguindo até seu falecimento, que se deu em 1987 no Rio de Janeiro, doze dias após a morte de sua única filha, a escritora Maria Julieta Drummond de Andrade.[1] Além de poesia, produziu livros infantis, contos e crônicas.

No meio do caminho
"No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra."
"No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra."

Pensamentos
"No adultério há pelo menos três pessoas que se enganam."
"Há duas épocas na vida, infância e velhice, em que a felicidade está numa caixa de bombons."
"As dificuldades são o aço estrutural que entra na construção do caráter."
" O cofre do banco contém apenas dinheiro. Frustar-se-á quem pensar que nele encontrará riqueza. "
"Só é lutador quem sabe lutar consigo mesmo."
"A confiança é um ato de fé, e esta dispensa raciocínio."
"A leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede."
"Partido político é um agrupamento de cidadãos para defesa abstracta de princípios e elevação concreta de alguns cidadãos."

Definitivo
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...

Amar o perdido
deixa confundido
este coração.
Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão
Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão.


Assinar:
Postagens (Atom)
Colabora para que a Web Rádio Conexão.net volte ao ar.
Contadores
1578574
