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terça-feira, 20 de novembro de 2018

71 erros de português que precisam sumir dos seus e-mail.



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Escrever um e-mail não deveria ser uma coisa tão penosa. Não deveria ser 
aquele momento 
em que você excomunga o idioma porque hesita entre uma e outra 
forma de grafar as palavras. Não deveria ser como assumir um risco. 
Acima de tudo, não deveria ser um novo 7 a 1 todos os dias. Por isso, 
preparamos uma lista com os 71 erros de português e dúvidas 
ortográficas mais comuns em e-mails! Mais do que esclarecer suas 
dúvidas, você vai se espantar com algumas expressões que usa, mas 
que estão fora da norma gramatical. Guarde esta lista, caso se 
esqueça de algo, e aproveite para a compartilhar com seus colegas!
 Ah, aproveite também para ler este artigo sobre o 
falar? Empresas do mundo todo estão substituindo o e-mail por 
essas ferramentas, e transformando a maneira como as pessoas 
trabalham.

a) Depende do contexto

1. Ao invés de / Em vez de
“Em vez de” é usado como substituição. Ex: São Paulo em vez de BH.
“Ao invés de” é usado como oposição. Ex: Grande ao invés de pequeno.
2. De encontro a / Ao encontro de
“Ao encontro de” expressa harmonia. Ex: Obrigada! Sua ajuda veio ao 
encontro do que eu precisava.
“De encontro a” expressa embate. Ex: Brigaram porque a opinião dele ia de 
encontro ao que ela acreditava.
3. Através de / Por meio de
“Por meio de” é o mesmo que “por intermédio”. Ex: Conseguimos por meio de 
muito trabalho.
“Através de” expressa a ideia de atravessar. Ex: Olhava através da janela.
4. Em princípio / A princípio
“A princípio” equivale a “no início”. Ex: A princípio, achei que não seria capaz.
“Em princípio” equivale a “em tese”. Ex: Em princípio, todo homem é igual perante 
a lei.
5. Se não / Senão
“Senão” significa “caso contrário” ou “a não ser”. Ex: Me avise, senão vou 
esquecer. Não fez senão o prometido.
“Se não” é usado para expressar uma condição. Ex: Se não puder, nos avise 
antes.
6. Retificar / Ratificar
“Ratificar” é o mesmo que confirmar. Ex: Os dados ratificaram a previsão.
“Retificar” é o mesmo que corrigir, emendar. Ex: Vou retificar os dados da 
empresa.
7. À medida que / Na medida em que
“Na medida em que” equivale a “porque”. Ex: Cancelamos a reunião na 
medida em que a negociação havia sido adiada.
“À medida que” mostra relação de proporção. Ex: A produtividade aumenta à 
medida que a equipe usa a ferramenta.
8. Eminente / Iminente
“Eminente” significa “excelente”. Ex: É uma professora eminente.
“Iminente” significa deverá acontecer em breve. Ex: O sucesso do projeto é 
iminente.
9. Bastante / Bastantes
O uso mais comum de “bastante” é como advérbio de intensidade, como “muito”. 
Ex: Andei bastante rápido para chegar a tempo.
Mas “bastante” também pode ser um adjetivo, sinônimo de “suficiente”, e neste 
caso concorda com o substantivo a que se refere. Ex: Recebo bastantes e-mails 
todos os dias.
10. Sessão / Seção
“Sessão” com “ss” quer dizer o tempo de um evento. Ex: Sessão de 
cinema, ou sessão de acupuntura.
“Seção” com “ç” quer dizer “departamento” ou “divisão”. Ex: A seção de arte 
moderna do museu, ou a seção de carnes do supermercado.
11. Tachar / Taxar
“Tachar” com “ch” é “censurar”, “rotular”. Ex: Foi tachado de louco.
“Taxar” com “x” é receber taxa, imposto. Ex: Grandes fortunas serão taxadas.
12. Trás / Traz
“Trás” só existe na expressão “Para trás”.
Se você está se referindo ao verbo “trazer”, lembre-se da letra z nele e use 
sempre “traz”.
13. Descrição / Discrição
“Descrição” é o detalhamento de algo. Ex: Não havia uma descrição clara do 
trabalho.
“Discrição” é a qualidade do que é discreto, não chamativo. Ex: É bom ter 
discrição durante a negociação.
14. Afim / A fim de 
“A fim de” indica ideia de finalidade. Ex: Irei ao evento a fim de praticar o 
networking.
“Afim” é um adjetivo, o mesmo que “semelhante”. Ex: Temos ideias afins.
15. Desapercebido / Despercebido
“Despercebido” significa “sem atenção”. Ex: A mudança passou despercebida.
“Desapercebido” significa desprovido, desprevenido. Ex: Estava desapercebido 
de dinheiro.
16. De mais / Demais
“Demais” significa “excessivamente”. Também pode significar “os outros”, na 
expressão “os demais”.
“De mais” se opõe a “de menos”. Ex: Uns têm privilégios de mais; outros de menos.
17. Tão pouco / Tampouco
Tampouco corresponde a “também não”, “nem sequer”. Ex: Ele não fez o que 
pedi, tampouco o que você pediu.
Tão pouco corresponde a “muito pouco”. Ex: O fim de semana foi delicioso, mas 
durou tão pouco.
18. Mau / Mal
Mal opõe-se a bem. Ex: Acordo mal-humorada. Estava malfeito.
Mau opõe-se a bom. Ex: Hoje é um mau dia para conversarmos.
19. Obrigado / Obrigada
Homens dizem “obrigado”. Mulheres dizem “obrigada”.
20. Descriminar / Discriminar
“Discriminar” significa “separar” e também “discernir”. Ex: Discriminar por 
orientação sexual é desprezível. As notas fiscais já foram discriminadas.
“Descriminar” significa “inocentar” e também “descriminalizar”. Ex: A juíza 
descriminou o réu.
21. A cerca de / Acerca de
“Acerca de” é o mesmo que “a respeito de”. Ex: Deveríamos discutir mais 
acerca de política. Já “a cerca de” indica aproximação. Ex: Moro a cerca de 
3Km daqui.
b) A forma correta é a segunda
22. Responder o e-mail / Responder ao e-mail
Lembre-se que o sentido é “dar resposta a alguém”, portanto, sempre acompanha 
a preposição “a”.
23. Seguem as imagens em anexo / Seguem anexas as imagens
Para a maior parte dos linguistas, é preferível adotar a expressão “no anexo”, 
ou ainda, usar a palavra “anexo” como adjetivo, concordando com número e 
gênero do substantivo a que se refere. No exemplo, o substantivo “imagens” 
está no feminino e no plural, gerando, portanto, “anexas”.
24. Visar o objetivo / Visar ao objetivo
O verbo visar, no sentido de almejar, pede a preposição “a”. No entanto, quando 
ele está junto de outro verbo, dispensa-se a preposição. Ex: Visamos viajar para o 
exterior este ano.
25. Precisar de fazer / Precisar fazer
Assim como o verbo anterior, “precisar” só vem junto da preposição “de” 
quando há um substantivo. Ex: Precisamos de mais foco. Precisavam 
tirar umas férias.
26. Media a reunião / Medeia a reunião
Lembre-se dos outros verbos irregulares com final “-iar”: ansiar, incendiar e 
odiar. Por maior que seja seu ódio, você não diz: “Eu odio”.
27. Interviu, interviram / Interveio, intervieram
O verbo “intervir”, assim como “convir”, se conjuga como o verbo “vir”.
28. Quando dispor / Quando dispuser
O verbo “dispor”, assim como “repor”, “propor” se conjuga como o verbo “pôr”.
29. Preveu, preveram / Previu, previram
O verbo “prever”, assim como “rever”, se conjuga como o verbo “ver”.
30. Tinha chego, Tinha trago / Tinha chegado, Tinha trazido
“Chego” e “trago” só existem na expressões “Eu chego” e “Eu trago”.
31. Foi imprimido, Tinha impresso / Foi impresso, Tinha imprimido
O verbo ser pede o particípio irregular, que não termina em -do. Por isso se diz 
“foi impresso” e não “foi imprimido”. O verbo ter pede o particípio regular. Por 
isso se diz “tinha acendido” e não “tinha aceso”.
32. A curto, médio, longo prazo / Em curto, médio, longo prazo
A expressão exige a preposição “em”.
33. Por hora / Por ora
A palavra “ora” não só existe como significa “agora”.
34. Quando ver / Quando vir
“Quando vir” se refere ao verbo ver no futuro e na condicional. Ex: Quando eu te 
vir, vou te dar um abraço apertado! Além disso, “quando ver” não existe.
35. Eu quiz / Eu quis
A menos que você se refira a um quiz (aqui estão vários!), escreva “quis”.
36. A nível de / Com relação a
“A nível de” é uma expressão coringa, que não tem sentido próprio. Procure 
substituir, por ex., “a nível de Brasil” por “a nível nacional”, ou ainda melhor, 
por “com relação ao Brasil”. Em outros casos, a expressão é inútil. Em vez de 
dizer “problemas a nível de foco”, diga apenas “problemas de foco”.
37. Benvindo / Bem-vindo
Mesmo após a última reforma ortográfica, a palavra continua sendo grafada com 
hífen.
38. Esquecer da reunião / Esquecer-se da reunião
O verbo “esquecer” só é usado com a preposição “de” quando vem acompanhado
 de um pronome oblíquo (me, te, se, nos…). O mesmo vale para o verbo “lembrar”.
39. Fazem dez anos / Faz dez anos
No sentido de tempo decorrido, o verbo “fazer” só é usado no singular.
40. A dois anos / Há dois anos ou Dois anos atrás
Para indicar tempo passado, usa-se o verbo haver. O “a”, como expressão de 
tempo, é usado para indicar apenas tempo futuro ou distância. Ex: Falarei com 
o diretor daqui a cinco dias. Ele mora a duas horas do escritório.
41. Haviam muitos, Vão haver muitos / Havia muitos, Vai haver muitos
No sentido de existir, o verbo “haver” fica sempre no singular. Já nas locuções 
verbais, ele concorda com o sujeito. Ex: Elas haviam feito um ótimo trabalho.
42. Estamos quite / Estamos quites
“Quite” deve concordar com o sujeito a que se refere. Ex: Estou quite com você.
43. Aonde está / Onde está
“Onde” se refere a um lugar em que alguém ou alguma coisa está. “Aonde”
 é formado pela preposição “a”, porque indica movimento. Quem vai vai a 
algum lugar. Nessa mesma lógica, não existe a expressão “daonde”, pois quem 
vem vem de algum lugar. Existe apenas “de onde”.
44. Assistir a palestra / Assistir à palestra
O verbo assistir, no sentido de ver, exige a preposição “a”. Caso contrário, 
significa “ajudar”. Ex: A enfermeira assistiu o paciente por horas.
45. Admite-se vendedores / Admitem-se vendedores
Quem admite admite “algo”. Quando isso ocorre, o verbo é chamado de 
transitivo direto. Direto porque não há preposição entre ele e o objeto da frase, 
como acontece por exemplo na frase “Precisa-se de vendedores”, em que há 
a preposição “de”. Assim sendo, quando o verbo é transitivo direto, ele concorda
 com o sujeito da oração, que no nosso exemplo é “vendedores”, no plural. 
Portanto, “Admitem-se vendedores”.
46. Precisam-se de vendedores/ Precisa-se de vendedores
Quem precisa precisa “de algo”. Isso classifica o verbo “precisar” como transitivo
 indireto. Quando isso ocorre, o verbo fica no singular.
47. Implicar em retrabalho / Implicar retrabalho
O verbo “implicar” tem sentido de “requerer” e também de “acarretar” e, em 
ambos casos, não admite preposição.
48. Somos em cinco / Somos cinco
Não se usa a preposição “em” nessa expressão.
49. Entre eu e você / Entre mim e você
“Entre eu” só pode ser usado antes de um verbo no infinitivo. Ex.: “Passou-se um 
bom tempo entre eu começar o trabalho e você me ajudar.”
50. Eles tem / Eles têm
Tem refere-se à 3ª pessoa do singular do verbo “ter” no Presente do Indicativo. 
Têm refere-se ao mesmo tempo verbal, porém na 3ª pessoa do plural. Vêm, 
Convêm e Retêm
51. Chegar em São Paulo / Chegar a São Paulo
Verbos de movimento exigem a preposição “a”.
52. Preferir… do que / Preferir… a
A regência do verbo preferir é com a preposição “a” e não “do que”.
53. Meio-dia e meio / Meio-dia e meia
O correto é meio-dia e meia, pois o numeral fracionário concorda em gênero com 
a palavra hora.
54. Meia ansiosa / Meio ansiosa
A menos que você esteja dizendo que a meia do seu pé está ansiosa, o correto
 é no masculino, sempre que quiser dizer “um pouco”. No sentido de “metade”,
 concorde com o substantivo. Ex: Meia hora, meia xícara de chá.
55. Menas / Menos
“Menas” não existe.
56. Perca de tempo / Perda de tempo

“Perca” é verbo. Ex: Não quero que você perca sua fé em mim. “Perda”
 é substantivo. Foi uma perda incalculável.

c) Abandonando pleonasmos
57. Na minha opinião pessoal = Na minha opinião
58. Repetir de novo = Repetir
59. Multidão de gente = Multidão
60. Encarar de frente = Encarar
61. Duas metades iguais = Metades
62. Preferir mais = Preferir
63. Há anos atrás = Há anos ou Anos atrás

d) Descomplicando o uso da crase

Motivo de erros de português há gerações, a crase é simplesmente quando duas
 letras se fundem numa só: a preposição “a” e o artigo feminino “a”.
Algumas pessoas inclusive preferem ler “à” como “a a”. Tendo isso em mente, 
fica bem mais fácil entender quando a crase é necessária.
Veja alguns erros:
64. De segunda à sexta / De segunda a sexta
Você está dizendo “De segunda até sexta” e não “De segunda até a sexta”. 
Portanto, não há duas vezes o “a”. Logo, não faz sentido haver crase.
65. Das 17 até às 18h / Das 17 às 18h
É o mesmo caso que acabamos de explicar.
66. À partir de / A partir de
Nenhum verbo exige crase antes.
67. À prazo / A prazo
Prazo é uma palavra masculina e, portanto, não acompanha o artigo feminino “a”,
 necessário para haver crase.
68. Refiro-me aquilo / Refiro-me àquilo
As palavras “aquilo” e “aquele”, masculinas, levam acento quando provêm 
da fusão do “a” preposição com a letra “a” de “aquilo”. Ex: Refiro-me àquilo 
que você disse na reunião ontem.
69. Disse à você / Disse a você
Não ocorre crase antes de pronome pessoais (eu, você, ele, ela, nós, vocês, 
eles, elas), uma vez que nenhum deles vem acompanhado do artigo feminino “a”.
70. A vista, a disposição, a beira, a espera, a base / À, à, à, à, à
Sem o acento grave, todas essas expressões são apenas substantivos.
71. Vou à Curitiba, Vou a Bahia / Vou a Curitiba, Vou à Bahia
Quando estiver se referindo a cidades e países, lembre-se: Vou a, volte de… 
Crase pra quê? Vou a, volta da… Crase há! No exemplo: Vou a Curitiba (porque 
volto dE Curitiba) vs. Vou à Bahia (porque volto dA Bahia)

e) Descomplicando os porquês

Por fim, um dos mais célebres erros de português é a confusão que se faz entre 
os porquês. Veja como é mais simples do que parece!
  • Sempre que a palavra “motivo” estiver implícita na expressão, use “por que”.
  •  Mesmo que não seja uma pergunta.
  • Caso haja pontuação (ponto final, de exclamação ou interrogação) após, 
  • acentue a palavra “quê”, ficando “por quê”.
  • Se é possível substituir por “pois”, use “porque”.
  • Se é possível trocar pela palavra “motivo”, use o substantivo “porquê”.
Exemplo 1: Você não sabe por que [motivo] eu fiz aquilo, e agora me pede que eu 
explique por quê. Mas eu não irei dizer o porquê! Ainda estou triste porque você 
me ofendeu.
Exemplo 2: Você fez isso porque me amava? Eu nem sei por que [motivo] eu 
ainda continuo com você. Eu não sei por quê. Deve ser assim mesmo, a gente 
nunca sabe o porquê total de continuar amando.
Fonte: Internet

Tente não rir! Frases de Paulo Freire que parecem os discursos doidos da Dilma.


Ninguém melhor que Paulo Freire para ser nomeado o patrono da pior educação do mundo.

Quem já leu pelo menos um de seus livros sabe o quanto a escrita dele é ruim. Não que ele seja um intelectual que escreve de forma difícil. Ele simplesmente não sabe escrever! É uma linguagem confusa, ele inventa palavras, repete mais de 10 vezes o mesmo termo numa página só e escreve frases óbvias, como: "não há professor sem aluno" ou "quem ensina, ensina alguma coisa a alguém."



Além do fato de ele fazer questão de citar supostas autoridades de ensino, como Lênin, Che Guevara, Fidel Castro, Mao e Karl Marx.

Alguém poderia me explicar essa tara de Paulo Freire por ditadores assassinos?

Obviamente, antes de ler seus livros, eu não sabia de nada disso, então como uma boa estudante de pedagogia, peguei para ler.

Seus livros 'Pedagogia da Autonomia' e 'Pedagogia do Oprimido' têm por volta de 200 páginas. Bem finos. Mas levei quase três meses para terminá-los de tão ruim que são.

Veja as frases e divirta-se:




REFERÊNCIAS:
"É preciso que pelo contrário, desde os começos do processo, vá ficando cada vez mais claro que, embora diferentes entre si, quem forma se forma e re-forma ao formar e quem é formado forma-se e forma ao ser formado." (Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 25)

"Na verdade, não há eu que se constitua sem um não-eu. Por sua vez, o não-eu constituinte do eu se constitui na constituição do eu constituído. Desta forma, o mundo constituinte da consciência se torna mundo da consciência, um percebido objetivo seu, ao qual se intenciona." (Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 99)

"Esta é a razão pela qual o animal não animaliza seu contorno para animalizar-se, nem tampouco se desanimaliza." (Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 124)

"Não temo dizer que inexiste validade no ensino em que não resulta um aprendizado em que o aprendiz não se tornou capaz de recriar ou de refazer o ensinado, em que o ensinado que não foi apreendido não pode ser realmente aprendido pelo aprendiz.” (Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 26)

“Na verdade, seria incompreensível se a consciência de minha presença no mundo não significasse já a impossibilidade de minha ausência na construção de minha presença.” (Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 20)

“Tenho pena e, às vezes, medo, do cientista demasiado seguro da segurança...” (Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 62)

“Ao ser produzido, o conhecimento novo supera outro que antes foi novo e se fez velho e se “dispõe” a ser ultrapassado por outro amanhã. Daí que seja tão fundamental conhecer o conhecimento existente quanto saber que estamos abertos e aptos à produção do conhecimento ainda não existente.” (Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 30)

"Uma unidade epocal se caracteriza pelo conjunto de idéias, de concepções, esperanças, dúvidas, valores, desafios, em interação dialética com seus contrários, buscando plenitude. A representação concreta de muitas destas idéias, destes valores, destas concepções e esperanças, como também os obstáculos ao ser mais dos homens, constituem os temas da época." (Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 128)

“Somente na medida em que os produtos que resultam da atividade do ser “não pertençam a seus corpos físicos”, ainda que recebam o seu selo, darão surgimento à dimensão significativa do contexto que, assim, se faz mundo.” (Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 127)

“Sem ele [o diálogo], não há comunicação e sem esta não há verdadeira educação. A que, operando a superação da contradição educador-educandos, se instaura como situação gnosiológica, em que os sujeitos incidem seu ato cognoscente sobre o objeto cognoscível que os mediatiza.” (Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 115)

“O ponto de partida deste movimento está nos homens mesmos. Mas, como não há homens sem mundo, sem realidade, o movimento parte das relações homens-mundo. Dai que este ponto de partida esteja sempre nos homens no seu aqui e no seu agora que constituem a situação em que se encontram ora imersos, ora emersos, ora insertados.” (Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 103)

Fonte: http://www.jenifercastilho.com/2017/08/tente-nao-rir-frases-de-paulo-freire.html?fbclid=IwAR08ewtcrp9PFq8g0rq0COIaqpjO5UB9x44stJMtldv9WoXNwzFodD2nEOc

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Professora Marcia Valeria

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"Feliz aquele que transfere o que sabe
e aprende o que ensina."
(Cora Coralina)

Feliz Dia das Crianças para todos!
Responsabilidade, Honestidade e Pontualidade faz parte de nossas vidas e temos que estar atentos para não pecarmos nessas áreas. Isso faz parte do ser adulto. Mas nada nos impede de sermos crianças em alguns momentos, principalmente na humildade e sinceridade. Só que a sinceridade as vezes ofende, pois as pessoas não estão preparadas para ouvirem a verdade, mesmo que venha da boca de uma criança.

Professora Marcia Valeria-2010.