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segunda-feira, 30 de março de 2015

Páscoa - JESUS o Sacrifício para nos limpar de nossos Pecados.












Pra fazer este acabamento lisinho da boca da garrafa pet, aí vão algums dicas...


1 – Antes de iniciar o acabamento, enxugue bem cada peça. Se estiver molhada, a peça poderá ficar deformada.
2 – Aqueça o ferro elétrico e coloque sobre ele um retalho qualquer de pet. Quando o retalho começar a fazer voltas, a chapa do ferro está na temperatura ideal, se ela aquecer demais irá deixar a garrafa áspera;
3 – Pegue cada peça, pressione contra a chapa do ferro e vá girando, aos poucos, até atingir o acabamento desejado;
4 – Faça o acabamento total, deixando a borda da garrafa voltar-se para dentro em cerca de 0,5 cm;
5 – Para o acabamento parcial, deixe a peça por menos tempo sobre a chapa, apenas para retirar a parte cortante.









Estou postando lembrancinha para a páscoa cristã... Estas ovelhinha são feitas com EVA e garrafa pet, cada uma mais linda que a outra. Ótima ideia, super econômica!

Pra fazer, basta corta uma garrafa pet na altura que você deseja e encapar com eva. Pra isto você deve ir colando e moldando, bem justo pra ficar perfeito. Depois cole a cabeça e os pés. Use eva atoalhado pra ficar ainda mais bonito o seu trabalho.

Não se esqueça de encher de guloseimas...





 

“O cordeiro, o sangue nas laterais e nas vigas superiores das portas, a morte dos primogênitos, ser livrado de um país hostil, e a celebração da festa da Páscoa durante toda a História de Israel — tudo isso foi destinado por Deus para ser um grandioso quadro histórico de Cristo, o Cordeiro Pascal, que por seu sangue nos livrou do mundo hostil e da escravidão ao pecado” (H. H. Halley).
A Páscoa
“A Páscoa simboliza livramento, tanto dos animais quanto dos seres humanos, ao passo que a Festa dos Pães sem Fermento representa a fuga e a evasão do Egito. Ou seja, são necessárias duas atividades para descrever o pleno significado do ato em que Israel é libertado e separado do Egito. De modo semelhante, o livramento pelo cordeiro pascal é constituído de duas partes, e ambas devem ocorrer no dia 14 do mês: 1) o abate e a aspersão do sangue do cordeiro (Êx 12.3-8); 2) a ceia na mesma noite, ocasião em que se come o cordeiro assado com ervas amargas e pão sem fermento, enquanto os israelitas estão vestidos como peregrinos prontos para a viagem (v. 7-14). Assim, a própria Páscoa exige duas atividades para descrever seu pleno significado. Ela tanto salva Israel da morte quanto sustenta o povo peregrino que ruma para Terra Jurada” (Bruce K. Waltke).
Os elementos da Páscoa
O pão. “Havia outra festa relacionada com a Páscoa: a Festa dos Pães Asmos. Naquela primeira noite de Páscoa, o povo saiu com muita pressa e não houve tempo para levedar a massa de pão (v. 34,39). Poste­riormente, ao observarem a festa durante sete dias, os israelitas lembrariam a rapidez com que saíram do Egito. Contudo, uma vez que o fermento é um símbolo do pecado, também lembrariam que os redimidos pelo sangue precisavam abandonar o pecado e deixar o mundo (representado pelo Egito) para trás” (William MacDonald).
As ervas amargas. “A endívia, a chicória e outras plantas de sabor amargo são naturais do Egito. Comê-las relembraria os anos amargos de servidão naquele país (v. 1,14)” (Bíblia de estudo NVI).
O cordeiro. “O animal para o sacrifício devia ser um cordeiro macho de um ano, isto é, um carneiro plenamente desenvolvido e na plenitude de sua vida. Assim Jesus morreu quando tinha 33 anos aproximadamen­te. O cordeiro tinha de ser sem mácula. Para assegurar que assim fosse, os israelitas o guardavam em casa durante quatro dias. De igual maneira Jesus era impecável e foi provado durante quarenta dias no deserto. O cordeiro foi sacrificado pela tarde como substituto do primogênito. Por isso morreram os primogênitos das casas egípcias que não creram. Aprendemos que ‘o salário do pecado é a morte’, porém Deus proveu um substituto que ‘foi ferido pelas nossas transgressões’. Os israelitas tinham de aplicar o sangue nas ombreiras e na verga das portas, indicando sua fé pessoal. No Cristianismo não basta crer que Cristo morreu pelos pecados do mundo; somente quando pela fé o sangue de Jesus é aplicado ao coração da pessoa está ela salva da ira de Deus. O anjo exterminador representa a sua ira” (Paul Hoff).
Cristo, nossa Páscoa
“Cristo é a nossa Páscoa (1Co 5.7); Cristo é o Cordeiro de Deus (Jo 1.29); muitas vezes é chamado Cordeiro no Apocalipse. Devia ser de qualidade ótima; Cristo se ofereceu no melhor de sua idade, não quando era o bebê de Belém. Devia carecer de todo defeito; o Senhor Jesus foi um Cordeiro sem mácula: o juiz que condenou a Cristo o declarou inocente. Tinha de ser separado quatro dias antes, denotando assim a designação do Senhor Jesus para ser Salvador, tanto no propósito como na promessa. Devia ser morto e queimado com fogo, denotando isto os penosos sofrimentos dEle, até a morte, e morte de cruz. A ira de Deus é como fogo e Cristo foi feito maldição por nós. Nenhum osso dele devia ser quebrado, coisa que foi cumprida em Cristo (Jo 19.33), indicando nisto a fortaleza não quebrantada do Senhor Jesus” (Matthew Henry).



O CORDEIRO DE DEUS – A NOSSA PÁSCOA

JESUS: O CORDEIRO DE DEUS – A NOSSA PÁSCOA

O CORDEIRO DE DEUS – A NOSSA PÁSCOA
Isaías 53.7, “como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.”
João 1.29, “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.”
João 1.36, “E, vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus.”
Apoc 14.1, “E, olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião”
I Co. 5.7, “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”
Assim que o pecado entrou no mundo, foi necessária a morte de um inocente que agradava a Deus como substituto do verdadeiro culpado. Para cobrir a vergonha do pecado e a nudez em Adão e Eva, o SENHOR Deus fez túnicas de peles, e os vestiu. (Gn. 3.21) Assim Deus mostrou a necessidade da morte de um inocente para cobrir um culpado. A primeira morte física foi os animais de quais Deus fez as túnicas de peles para vestir nossos primeiros pais (Gn. 3.21). Depois veio a ser uma prática comum entre os homens para com Deus.
O primeiro relato do homem oferecendo um sacrifício de animal em adoração a Deus foi aquele que Abel ofereceu, oferecido dos primogênitos das suas ovelhas. O SENHOR atentou para o sacrifício do animal em contraste ao sacrifício de Caim que ofertava frutos da terra. Por Deus determinar que o pecado de Caim era por não adorar-LO com sacrifício de um animal, podemos afirmar que tal sacrifício era mandamento. O pecado é a transgressão da lei (I Jo. 3.4). Para Caim transgredir, tinha que ter lei.
O sacrifício em qual você confia agrada a Deus?
I Co. 5.7, “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”
Em Gênesis 22.7-8: um exemplo do costume do povo de Deus usando cordeiros em seus holocaustos. Era comum entre o povo, por isso Isaque perguntou do cordeiro. Isaque achava estranho fazer um holocausto apenas com fogo e lenha. Nesta ocasião Abraão profetizou:“Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto”. Este seria Cristo Jesus, “O Cordeiro de Deus” que João o Batista apontou a todo o povo (Jo. 1.29).
O sacrifício de um animal era o costume de adoração entre o povo de Deus. A única razão para o povo de Israel pedir ao Faraó permissão para sair do Egito era, como diziam, “para que sacrifiquemos ao SENHOR nosso Deus.” (Êx. 3.18). Um sacrifício de um inocente em lugar do culpado, foi o que agradou o Senhor desde o começo. Disso Ele não mudará (veja no céu que Cristo Jesus é “Cordeiro, como havendo sido morto”, Ap. 5.6).
Se qualquer culpado espera ser aceito pelo eterno e santo Deus, somente pode ser através do sacrifício do inocente pelo culpado. É a maneira que o justo Juiz ordenou para todas as épocas.
O sacrifício de animais mostrava seriedade nas promessas também entre os homens. Em Gênesis 31.54, para firmar em público diante de Deus e os homens o compromisso que Jacó e Labão tinham feito “ofereceu Jacó um sacrifício”.
I Co. 5.7, “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”
O significado do sacrifício de um animal em muito nos ensina doutrinas básicas de Deus e da salvação por Cristo: que a morte é necessária para pagar pelo pecado (Ez. 18.20; Rm 6.23); o inocente pagará pelo culpado, Deus pode soberanamente ser agradado pela maneira que Ele estipulou; é necessária uma obediência perfeita para que Deus aceite o sacrifício dado (ver o exemplo de Caim, Gên. 4.2-4; Hb. 11.4, e de Cristo, Fil. 2.8); não serve qualquer animal para o sacrifício: o tipo, a idade e o sexo do animal como também a forma oferecida foram determinados por Deus.
I Co. 5.7, “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”
O sacrifício da páscoa é um exemplo bem claro do Único Sacrifício de que agrada Deus, Jesus Cristo:
Em Êxodo 12.1-12 a páscoa foi instituída pela ordem de Deus antes mesmo do seu povo sair do Egito.
As Qualificações do Cordeiro Pascal Apontam a Jesus, O Cordeiro de Deus, A Nossa Páscoa
O cordeiro para a primeira páscoa foi escolhido “cada um por si” (Êx. 12.3), ou seja, para a necessidade particular de cada um. A responsabilidade e a obediência individual são ensinadas nisso também. O reconhecimento pessoal da participação neste sacrifício é tido. Para satisfazer todas as necessidades de cada um na sua casa, este cordeiro pascal foi escolhido pelo líder do lar.
Jesus é o sacrifício dado por Deus (Jo. 3.16; Is. 28.16; 42.1; I Pe. 2.4, “mas para Deus, eleita e preciosa”). Tudo sobre Cristo agrada Deus no lugar do pecador. Jesus é ”por si”, ou seja, “O Cordeiro de Deus”. Deus julgou Jesus suficiente para todas as necessidades de cada pecador que venha pela fé a Deus, Jesus foi dado pelo Pai, ou, “a páscoa do SENHOR” (Êx. 12.11).
“E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos.” Gn. 22.8
O cordeiro para a primeira páscoa foi escolhido “segundo as casas dos pais” (Êx. 12.3,4), ou seja, segunda as necessidades de cada um no lar. O sacrifício foi restrito para as pessoas de uma família, a exceção sendo para uma família pequena. “Conforme o seu comer” (v.4), o sacrifício devia ser comido por completo
Cristo é segundo o que é necessário, Ele é o “justo para os injustos” (I Pe. 3.18); veio ao mundo, nascido de mulher, sob a lei (Gl. 4.4). Verdadeiramente Ele é “segundo a casa dos pais” (Êx. 12.3,4). Ele tomou carne pelo Seu nascimento de mulher, para ser um homem como nós, só sendo sem pecado para ser “segundo a casa dos pais”. Ele serve como sacrifício propício para todo tipo de famílias, grandes ou pequenas, entre o judeu ou o gentio: Jo. 3.16! Como o sacrifício era conforme o comer de cada um assim Cristo é o sacrifício suficiente para cada um conforme a sua necessidade. Para ser o sacrifício completo precisava ser comido por inteiro. Cristo foi dado por completo Ele morreu na cruz. Não foi um desmaio ou outro estado de ser. Cristo Si deu integralmente para salvar o pecador eternamente.
Jesus foi responsável e obediente em tudo diante de Deus para cada pecador dado a Ele pelo Pai (Fp. 2.8-10; Jo. 6.37-39; Jo. 17.2)
O cordeiro para a primeira páscoa foi escolhido era para ser “sem mácula” (Êx. 12.5). A pureza do sacrifício é representada. O valoroso, o melhor é para ser dado. O que era menos disso era para ficar no rebanho. A integridade do ofertante é provada nisso. Observe essa atitude em Davi: “Porém o rei disse a Araúna: Não, mas por preço justo to comprarei, porque não oferecerei ao SENHOR meu Deus holocaustos que não me custem nada. Assim Davi comprou a eira e os bois por cinquenta siclos de prata.” II Sm. 24.24.
Cristo era o sacrifício propício de Deus, pois é o Cordeiro “sem mácula” (II Co. 5.21; Hb. 4.15; I Pe. 2.22, “O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano.”).
Cristo é tanto o Precioso dado quanto o Precioso que Si ofereceu a se mesmo para Deus. Ele é Aquele que era “cada dia as suas delicias” tanto Aquele de quem é dito “alegrando-me perante ele em todo o tempo” (Pv. 8.31) Quando Deus o deu um corpo, Jesus Si entregou “para fazer, ó Deus, a tua vontade” (Hb. 10.5-9).
I Co. 5.7, “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”
O cordeiro para a primeira páscoa era para ser “macho” (Êx. 12.5). Por determinação soberana e divina o sacrifício propício para agradar a Deus e representar Aquele que Lhe satisfaz como sacrifício da páscoa tinha de ser “macho”
Cristo, o” Cordeiro de Deus” que veio ser a “Nossa Páscoa” é o sacrifício “macho” : “E dará à luz um filho” (Mt. 1.21); os anjos anunciaram aos pastores de Belém, “Achareis o menino envolto em panos” (Luc. 2.12); os pastores foram a Belém e “acharam ... o menino deitado na manjedoura” (Luc. 2.16); na fuga para o Egito, o anjo do Senhor apareceu em sonhos, “Levanta-te, e toma o menino”(Mt. 2.13); na volta do Egito para Israel, “Levanta-te, e toma o menino” (Mt. 2.19); e em Jerusalém, Jesus foi circuncidado (Luc. 2.21) e foi apresentado no templo pois “Todo o macho primogênito será consagrado ao Senhor” (Luc. 2.23); na sua volta a Nazaré Lucas escreveu palavras inspiradas: “E o menino crescia” (Luc. 2.40). Verdadeiramente Cristo é o Filho de Deus.
“Macho” é usado como sinédoque. Sinédoque é uma palavra na gramatica portuguesa que tem origem da palavra grega sunekdoke. Este substantivo feminino significa: Tropo que consiste em tomar a parte pelo todo, o todo pela parte; o género pela espécie, a espécie pelo género, etc. (Priberam) No nosso caso o “macho” representa tudo que veio do homem, ou seja, a mulher e os seus filhos.
Cristo, sendo macho, é o sacrifício aceitável de todos, ou seja, homem, mulher ou seus filhos. Mulher não é desprezada nem crianças são minimizadas. Todo aquele que vem a Deus por Jesus Cristo é recebido. Todos que confiam no sacrifício de Jesus Cristo são salvos! Você já avaliou-se desta salvação tremenda em Cristo Jesus! Não demore! Já agora, se arrependa dos seus pecados e creia nEste “Cordeiro de Deus” para que Ele venha a ser sua “Páscoa”!
O cordeiro para a primeira páscoa era para ser “um ano de idade” (Êx. 12.5). Um cordeiro de um ano tem a qualidade da inocência e da preciosidade do sacrifício. Um cordeiro ou cabrito de um ano representava ao pastor das ovelhas a sua esperança em ganho. O rebanho aumentava com o nascimento de um cordeirinho. Um cordeiro de um ano está já nos cálculos do pastor do rebanho como renda certa. O sacrifício para a Páscoa era um sacrifício de valor, preciosidade e inocência.
Cristo é o sacrifício inocente, precioso e de grande valor diante de Deus, (I Pe. 1.19; Prov. 8.29-31; II Sam. 12.3) assim como foi precioso o cordeiro de um ano. O bom prazer do SENHOR prosperava na Sua mão (Is. 53.10). De Jesus o Pai diz: “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho,o meu eleito, em quem se apraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele; ele trará justiça aos gentios.” Is 42.1. O Pai deleitava no Seu Filho e para não ter dúvida disso o Pai afirmava com a Sua voz do céu: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” (Mt. 3.17; 17.5).Você estando em Cristo satisfaz tudo diante do Pai. Pecador, seja aceito diante do Justo Juiz por ser “em Cristo”!
O cordeiro para a primeira páscoa era para ser “tomado entre as ovelhas ou as cabras” (Êx. 12.5). Creio esta qualificação representava a facilidade de acesso do sacrifício para o povo.
Cristo, o “Cordeiro de Deus” que veio ser a “Nossa Páscoa” foi tomado entre o povo (Jo. 1.11, “o que era seu”; Mt. 26.45, “Filho do homem”). A escolha de um cordeiro entre o rebanho misto representa Cristo sendo escolhido por Deus entre o povo. Cristo é o Salvador perfeito do homem sendo feito homem também. Jesus Cristo padeceu-se com as nossas fraquezas pois Ele é “como nós” (Hb. 4.14-16) “Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas, e mediante quem tudo existe, trazendo muitos filhos à glória, consagrasse pelas aflições o príncipe da salvação deles.” (Hb. 2.10). Cristo foi tomado entre o povo pois Ele era do povo.
A salvação é de fácil acesso para todo pecador arrependido. Deus não coloca empecilhos diante do homem pecador para que ele não seja salvo. O caminho é anunciado a todos! Jesus Cristo é para todos que são cansados e oprimidos dos seus pecados. Cristo manda que tais venham a Ele para serem aliviados daquele pecado que os oprime (Mt. 11.28-30). Deus não pede dos pecadores obras quaisquer antes da salvação e nem depois da salvação para mantê-la. Cristo é o Salvador completo e eterno! O acesso ao Salvador é livre agora para todo aquele que crê nEle (Jo. 3.16, 36).
I Co. 5.7, “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”
Não somente era exigido o sacrifício correto mas a cerimônia do sacrifício da páscoa também tinha que ser observada com precisão (Êx. 12.6)
O cordeiro para a primeira páscoa era guardado do décimo até o décimo quatro dia (Êx. 12.6). Essa demora dava tempo para observar o sacrifício para confirmar que cumpria as qualificações já estudadas. Era tempo para os da casa contemplar a razão do sacrifício, o inocente para os culpados.
Jesus, o “Cordeiro de Deus” que veio ser “a nossa páscoa” foi guardado aparte. Ele esperou até que chegou a hora certa (Jo. 17.1). Jesus Cristo foi guardado até a “plenitude do tempo”, ou seja, para uma época determinada (Gl. 4.4). Deus tem anunciado o Seu Cristo diante de todos. Pecador! Considerai a sua condição depravada e considere Jesus Cristo o “Cordeiro de Deus”. Ele foi proclamado desde aquele primeiro pecado foi achado entre os homens (Gn. 3.15). Cristo é o único que Deus proclamou Salvador desde aquele tempo. Em verdade, não terá outro além de Jesus Cristo, O “Cordeiro de Deus”. Em “nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”, At. 4.12.
O cordeiro para o sacrifício para a primeira páscoa era sacrificado à tarde (Êx. 12.6).
Jesus Cristo, o “Cordeiro de Deus” que é a “Nossa Páscoa” foi crucificado à tarde (Mt. 27.46; Mar 12.34; Luc 23.44; Jo. 19.14). Foi um sacrifício observado por todo a sociedade: os políticos, soldados, religiosos e o público geral (Mt. 27.11-20, 27-31, 39-44).
O sangue do cordeiro para a primeira páscoa “era um sinal” para o Senhor não ferir ninguém na casa onde o seu sangue era posto na porta (Êx. 12.7).
A aspersão do sangue de Jesus Cristo, o “Cordeiro de Deus” é o sinal que Deus respeita (Hb. 9.14; 12.24). Quem tem o sangue de Cristo em seu coração nunca verá a morte mas já passou da morte para a vida (Jo. 5.24, “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.”; II Tess 1.10; I Jo. 1.7).
A carne do cordeiro dessa primeira páscoa era para ser assada no fogo com pães ázimos e comida com ervas amargas (Êx. 12.8). Tanto o cordeiro foi preparado quanto os que comiam-no. Comendo com pães ázimos e com ervas amargas representa o arrependimento dos pecados dos que avaliaram-se deste sacrifício.
Como o cordeiro daquela primeira páscoa foi assado com pães ázimos, a morte de Cristo foiacompanhada por tristeza e sofrimento, da mesma maneira que a carne da páscoa foi comida, assada no fogo e comida com ervas amargas (Mt. 26.37-44, “começou a entristecer-se e a angustiar-se muito”; II Co. 7.10, “tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação). Cristo foi desamparado por Deus (Mt. 27.46) “assado no fogo”, um sacrifício completo, nada terminando antes da hora (Fil. 2.8, “obediente até a morte, e morte de cruz.”).
O cordeiro desta primeira páscoa não deveria ser comido cru, nem cozido em água, mas assado no fogo (Êx. 12.9).
Cristo deu um sacrifício correto e completo. Não foi poupado, cozido em água, mas foi “assado no fogo”. Aquela ira de Deus, que é devida para cada um dos pecados do Seu povo, caiu verdadeiramente sobre Cristo Jesus! Crer em um Cristo que não foi sacrificado é inaceitável!Seria igual de comer o sacrifício cru. A obra de Cristo na cruz tem que ser apropriada individualmente pela fé. Em Cristo mesmo, e só nEle, o pecador deve crer. Não num embuste, numa mensagem perfumada ou “aguada” (não cozida em água), mas no Evangelho completo: a vida, a morte, o sepultamento e a ressurreição de Jesus Cristo no lugar de todos os pecadores que se arrependem e creem nEle pela fé (I Co. 15.1-5) O Evangelho verdadeiro prega: Jesus Cristo foi “assado no fogo”. Ele se deu integralmente para os que confiam nEle sejam aperfeiçoados complete e eternamentre (Hb. 10.14).
O cordeiro desta primeira páscoa foi assado no fogo com a sua cabeça e os pés e com a sua fressura, nada podia ser deixado até o amanhecer (Êx. 12.9).
Assim como nenhum pedaço da carne da páscoa deveria ficar para depois, nada do corpo de Cristo foi deixado além da hora prevista na cruz (Mt. 27.57-60) ou na sepultura pois ressuscitou no terceiro dia (Mt. 28.1-6, “Ele não está aqui”), exatamente como foi profetizado (Mt. 16.21).
Portanto: Jesus Cristo é o Salvador perfeito e suficiente! Pecador, arrependa-se dos seus pecados e creia em Jesus Cristo! Assim, a “páscoa do SENHOR” torna a ser a “NOSSA páscoa”.
I Co. 5.7, “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”
Houve requerimentos para o povo participar no comer do sacrifício (Êx. 12.11)
Os que comiam a páscoa necessitavam a ser vestidos para viajar (Êx. 12.11, lombos cingidos, sapatos nos pés, o cajado na mão).
Os em Cristo necessitam ser vestidos apropriadamente. Somente aquele vestido pelo sangue de Cristo pode agradar o Senhor (Jo. 3.14-16). São salvos todos que são lavados pelo sangue de Cristo (I Pe. 1.18-19; Ap. 1.4-8).
Os que conhecem Jesus Cristo como o “Cordeiro de Deus” devem despojar-se de tudo mundano (Cl. 3.5-13; I Jo. 2.16) Os que “comem de Cristo”, ou seja, os que andam pela fé “em Cristo”, são peregrinos neste mundo e assim devem se vestir. O mundo não é o destino do cristão. Portanto, não devem se vestir como os modelos vestem-se para os desfiles da moda. Os em Cristo evitem ser enraizados nos cuidados e costumes do mundo e olham para Jesus: “Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?” Mt. 6.25.
Os em Cristo têm boa razão para darem uma testemunha diferenciada (Rm 6.4, para andar “em novidade de vida”) entre os gentios, até o “dia da visitação” (I Pe. 2.11,12). Estamos em terra estranha e devemos andar como os do dia (I Tess. 5.5,6, “Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios;”; Ef.. 5.8).
Os que comiam deviam comer apressadamente (Êx. 12.11).
Também há uma pressa nisso todo. O pecador não deve ser preguiçoso e demorado diante da brevidade do tempo que os cristãos estarão aqui. A morte dos primogênitos veio antes da saída dos cristãos de Egito. Pecador, para você é importante ser apressado para entrar “em Cristo”! Não deixe para outra hora a salvação que é tão necessária (At. 17.30; Hb. 3.7-11). Cristão, para você é importante a evangelização. Se não há quem pregue, não haverá quem crer em Cristo (Rm. 10.13-15). Só há fruto depois de semear (Ec. 11.5-6).
O crente é um peregrino mas a vinda de Cristo é iminente, pode acontecer logo. Trilhe o seu caminho e apresse-se olhando para Jesus que logo virá (Hb. 12.1,2; I Tess 5.2; II Pe. 3.10).
É proveitoso observarmos que Cristo cumpriu completamente todos os tipos e símbolos do sacrifício da páscoa sendo feito sacrifício por nós na Sua própria pessoa (I Pe. 2.24). Não foi a igreja o sacrifício, nem as suas ordenanças. Não é uma obra de obediência por algum homem qualquer em quem Deus vê satisfação. Deus aceita o sacrifício de Cristo como o sacrifício suficiente pelos pecados de todos que se arrependem e creem nEle. Crendo em Cristo, se tem uma salvação perfeita. Rejeitando Cristo, rejeita o único sacrifício pelos pecados que agrada Deus.
Tenha a plena certeza de estar confiando somente em Cristo para a salvação completa dos seus pecados, pois somente Cristo agrada a Deus (Jo. 12.28; Is. 53.11). O anjo da morte certamente virá e somente o sangue de Cristo pode agradar o Santo Deus e aplacar a Sua justa ira: Jo. 3.36, “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece.”
Quando João o Batista clamou, “Eis aqui o Cordeiro de Deus”, toda a simbologia daquela primeira páscoa tinha que ser cumprida em Cristo se Ele fosse mesmo o “Cordeiro de Deus”. Como a Bíblia revela, Jesus cumpriu tudo escrito sobre este cordeiro. Ele é o “Cordeiro de Deus”. A pergunta é: Ele tornou a sua “Páscoa”?
I Co. 5.7, “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.”

Autor: Pastor Calvin Gardner
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br 




















Fonte: Internet

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Feliz Dia das Crianças para todos!
Responsabilidade, Honestidade e Pontualidade faz parte de nossas vidas e temos que estar atentos para não pecarmos nessas áreas. Isso faz parte do ser adulto. Mas nada nos impede de sermos crianças em alguns momentos, principalmente na humildade e sinceridade. Só que a sinceridade as vezes ofende, pois as pessoas não estão preparadas para ouvirem a verdade, mesmo que venha da boca de uma criança.

Professora Marcia Valeria-2010.

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