Professora Marcia Valeria: Pedagogas, muito cuidado ao selecionar material didático e para-didático, em suas escolas.
O povo e as Famílias estão mais atentos, devido a realidade de nosso país. Exigimos Respeito !
Questionamento sobre a obra foi feito por alguns pais, que julgaram o conteúdo inadequado.
O texto trata de classes sociais e narra uma cena de estupro.
O conto O Cobrador, de Rubem Fonseca, foi o motivo da exclusão do livro paradidático Leituras de Escritor, que seria indicado durante o ano letivo para alunos do 7º ano do Ensino Fundamental no Colégio das Irmãs.
A obra da Editora SM, organizada pela escritora Ana Maria Machado, reúne contos dos escritores clássicos Edgar Allan Poe, Machado de Assis, O. Henry, William Somerset Maugham, Saki, Francis Scott Fitzgerald, Mário de Andrade, Virginia Woolf, Clarice Lispector, Stanislaw Ponte Preta, Julio Cortázar, Rubem Fonseca, Gabriel García Márquez e Eric Nepomuceno.
O questionamento sobre a adoção do livro foi feito por alguns pais, que julgaram o conto de Rubem Fonseca inadequado para crianças de 12 anos. No conteúdo é narrada uma cena de estupro.
No texto, o personagem principal não quer mais ser manipulado e se opõe à sociedade capitalista, deixando transparecer a luta entre as classes sociais. O rico domina pelo dinheiro, enquanto o Cobrador, representante dos excluídos sociais, domina pela violência. No conto, o personagem entra em um apartamento, amarra a empregada, somente para que ela não o atrapalhe, e violenta sexualmente a dona da casa, numa demonstração de força e poder.
Em nota enviada aos pais, o Colégio das Irmãs informa que o livro foi excluído da lista, “em face de abordagem de questionável valor educativo”. A escola ainda se comprometeu em devolver o dinheiro para quem já tivesse comprado a obra.
O Portal O DIA entrou em contato com a escola e com a editora, mas não conseguiu o posicionamento das instituições, que pediram para retornar na segunda-feira (21).
A vírgula é um dos elementos que causam mais confusão na língua portuguesa. Pouca gente sabe ao certo onde deve e onde não deve usá-la. O motivo disso é bem simples: sempre nos ensinaram do jeito errado!
Você deve lembrar da sua professora falando coisas como “a vírgula é usada para indicar pausa”, “prestem atenção em como vocês falam, quando tiver pausa, usem vírgula”. Isso é besteira, pois cada um de nós fala de um jeito diferente, usa pausas diferentes e, basicamente, decide como quer falar (apesar disso, devemos ter cuidado, pois somos julgados pelo jeito de falar).
Mas não podemos simplesmente decidir onde vai e onde não vai vírgula. Ela tem poder demais para ser arbitrária. Quer ver o poder da vírgula? Assista a esse vídeo:
A IMPORTÂNCIA DA VÍRGULA
Viu como a vírgula é importante?
Pois bem, existem algumas regras para o uso da vírgula, e elas são baseadas na gramática. Deu medo, né? Calma, o meu objetivo aqui é mastigar a gramática para que vocês não estrague seus dentes.
1. USE A VÍRGULA PARA SEPARAR ELEMENTOS QUE VOCÊ PODERIA LISTAR
Veja esta frase:
João Maria Ricardo Pedro e Augusto foram almoçar.
Note que os nomes das pessoas poderiam ser separados em uma lista:
Foram almoçar:
João
Maria
Ricardo
Pedro
Augusto
Isso significa que devem ser separados por vírgula na frase original:
João, Maria, Ricardo, Pedro e Augusto foram almoçar.
Note que antes de “e Augusto” não vai vírgula. Como regra geral, não se usa vírgula antes de “e”. Há um caso específico que eu explico daqui a pouco. Um outro exemplo:
A sua fronte, a sua boca, o seu riso, as suas lágrimas, enchem-lhe a voz de formas e de cores… (Teixeira de Pascoaes)
2. USE A VÍRGULA PARA SEPARAR EXPLICAÇÕES QUE ESTÃO NO MEIO DA FRASE
Explicações que interrompem a frase são mudanças de pensamento e devem ser separadas por vírgula. Exemplos:
Mário, o moço que traz o pão, não veio hoje.
Dá-se uma explicação sobre quem é Mário. Se tivéssemos que classificar sintaticamente o trecho, seria um aposto.
Eu e você, que somos amigos, não devemos brigar.
O trecho destacado explica algo sobre “Eu e você”, portanto deve vir entre vírgulas. A classificação do trecho seria oração adjetiva explicativa.
3. USE A VÍRGULA PARA SEPARAR O LUGAR, O TEMPO OU O MODO QUE VIER NO INÍCIO DA FRASE.
Quando um tipo específico de expressão — aquela que indica tempo, lugar, modo e outros — iniciar a frase, usa-se vírgula. Em outras palavras, separa-se o adjunto adverbial antecipado. Exemplos:
Lá fora, o sol está de rachar!
“Lá fora” é uma expressão que indica “lugar”. Um adjunto adverbial de lugar.
Semana passada, todos vieram jantar aqui em casa.
“Semana passada” indica tempo. Adjunto adverbial de tempo.
De um modo geral, não gostamos de pessoas estranhas.
“De um modo geral” é sinônimo de “geralmente”, adjunto adverbial de modo, por isso vai vírgula.
4. USE A VÍRGULA PARA SEPARAR ORAÇÕES INDEPENDENTES
Orações independentes são aquelas que têm sentido, mesmo estando fora do texto. Nós já vimos um tipo dessas, que são as orações coordenadas assindéticas, mas também há outros casos. Vamos ver os exemplos:
Acendeu um cigarro, cruzou as pernas, estalou as unhas, demorou o olhar em Mana Maria. (A. de Alcântara Machado)
Nesse exemplo, cada vírgula separa uma oração independente. Elas são coordenadas assindéticas.
Eu gosto muito de chocolate, mas não posso comer para não engordar.
Eu gosto muito de chocolate, porém não posso comer para não engordar.
Eu gosto muito de chocolate, contudo não posso comer para não engordar.
Eu gosto muito de chocolate, no entanto não posso comer para não engordar.
Eu gosto muito de chocolate, entretanto não posso comer para não engordar.
Eu gosto muito de chocolate, todavia não posso comer para não engordar.
Capiche? Antes de todas essas palavras aí, chamadas de conjunções adversativas, vai vírgula. Pra quem gosta de saber os nomes (se é que tem alguém), elas se chamam orações coordenadas sindéticas adversativas. (medo!)
Agora só faltam mais duas coisinhas:
Quando se usa vírgula antes de “e”?
Vimos aí em cima que, como regra geral, não se usa vírgula antes de “e”. Tem só um caso em que vai vírgula, que é quando a frase depois do “e” fala de uma pessoa, coisa, ou objeto (sujeito) diferente da que vem antes dele. Assim:
O sol já ia fraco, e a tarde era amena. (Graça Aranha)
Note que a primeira frase fala do sol, enquanto a segunda fala da tarde. Os sujeitos são diferentes. Portanto, usamos vírgula. Outro exemplo:
A mulher morreu, e cada um dos filhos procurou o seu destino (F. Namora)
Mesmo caso, a primeira oração diz respeito à mulher, a segunda aos filhos.
Existem casos em que a vírgula é opcional?
Existe um caso. Lembra do item 3, aí em cima? Se a expressão de tempo, modo, lugar etc. não for uma expressão, mas sim uma palavra só, então a vírgula é facultativa. Vai depender do sentido, do ritmo, da velocidade que você quer dar para a frase. Exemplos:
Depois vamos sair para jantar. Depois, vamos sair para jantar.
Geralmente gosto de almoçar no shopping. Geralmente, gosto de almoçar no shopping.
Semana passada, todos vieram jantar aqui em casa. Semana passada todos vieram jantar aqui em casa.
Note que esse último é o mesmo exemplo do item 3. Vê como sem a vírgula a frase também fica correta? Mesmo não sendo apenas uma palavra, dificilmente algum professor dará errado se você omitir a vírgula.
Não se usa a vírgula!
Com as regras acima, pode ter certeza de que você vai acertar 99% dos casos em que precisará da vírgula. Um erro muito comum que vejo é gente separando sujeito e predicado com vírgula. Isso é errado, e você pode ser preso se for pego usando!
Jeito errado:
João, gosta de comer batatas.
Alice, Maria e Luíza, querem ir para a escola amanhã.
Jeito certo:
João gosta de comer batatas.
Alice, Maria e Luíza querem ir para a escola amanhã.
EXERCÍCIO SOBRE VÍRGULA E PONTUAÇÃO
O seu Alfredo estava já no fim da vida e escreveu seu testamento. Infelizmente, ele esqueceu da pontuação, e o texto ficou assim:
Deixo minha fortuna a meu sobrinho não à minha irmã jamais pagarei a conta do alfaiate nada aos pobres
Reescreva o testamento 4 vezes, de forma que em cada uma delas você deve dar a herança pra alguém diferente. Você pode usar qualquer sinal de pontuação, mas não pode mudar as palavras.
É um exercício legal e tem várias formas de resolver.Escrevam suas tentativas aí nos comentários.
Este provérbio latino “mens sana in corpo sano” é uma famosa citação latina, derivada da Sátira X do poeta romano Juvenal, presume-se entre 509 a.C. – 27 a.C.
A expressão “mente sã corpo são” simboliza mente saudável e corpo saudável. Significa bem-estar físico e mental. Este provérbio pretende chamar a atenção para a união e complementaridade existente (ou que deve existir) entre o corpo e a mente.
E para termos uma mente saudável e um corpo saudável temos de fazer exercício físico, descansar, ter uma boa alimentação, higiene física e oral, entre muitas outras coisas, que devemos realizar diariamente.
O segredo para obter os melhores resultados está em cuidar do corpo e da mente ao mesmo tempo, por isso sugerimos algumas ideias:
1.Procure concentrar-se apenas na atividade que está a desenvolver, desligando-se por completo dos seus outros afazeres.
2.Enquanto caminhar, preste atenção apenas na sua respiração.
3.Pratique esta atividade regularmente.Não adianta praticá-la apenas nos fins de semana, ajuda mas não é o ideal. Faça dessa sua caminhada um hábito diário e procure torná-lo tão bom quanto possível. "MEXA-SE!"
4.Atenção ao que come (!)
Viver saudável... ser saudável... depende em muito de nós!
Para que uma estratégia nutricional tenha sucesso, a organização é fundamental!! Tirar um tempo do seu domingo para ir a feira, descascar os alimentos, cozinhar, separar as porções... Pode ser muito mais fácil do que você imagina, basta fazer pelo prazer de se alimentar bem, se divertir durante o processo, e contar com o suporte do nutri, claro!!! @leonardosupra 🙏🏽 A semana já começa encaminhada!!
Hangout com os autores do livro 'Desconstruindo Paulo Freire'
A CAMPANHA
Sobre a obra
– Por Thomas Giulliano Ferreira Dos Santos, coordenador editorial
Embasado nas pluralizadas experiências individuais, afirmo, sem qualquer receio de parecer quixotesco, que boa parte de nossos veículos pedagógicos, sejam eles os espaços universitários ou o mercado editorial, acabam por endossar o totalitarismo pedagógico de Paulo Freire, adotando um equivocado comportamento reducionista no campo das ideias e gregário na seleção de uma única forma de expor a pedagogia brasileira.
A reputação deste trabalho justifica-se pelo escasso material verdadeiramente analítico disponível para estudos. Dessa forma, a produção intelectual “Desconstruindo Paulo Freire” tenta cumprir o dever de apresentar ao público leitor uma realidade desconhecida sobre o nosso atual baluarte pedagógico, fundamentando-se em uma metodologia lúcida, preocupada em abordar de modo realista a vida e a obra do atual Patrono da Educação Brasileira – sem as frequentes irracionalidades que marcam os olhares sobre o autor das concepções bancárias de educação.
Selecionei para este trabalho textos inéditos de pesquisadores das mais variadas áreas, ampliando o alcance investigativo do livro. Estimulado pelo desejo de qualificar o debate sobre os nossos problemas pedagógicos, sem amarras doutrinárias, escorado no desejo de pensar a nossa história à luz da verdade, evitando macular o dom da linguagem, é que deixo em suas mãos, caridosos leitores, a possibilidade de publicação deste trabalho necessário à adequada compreensão de nossas neblinas contemporâneas.
Os autores
Percival Oliveira Puggina
Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, autor das obras “Pombas e Gaviões”, “Cuba, a tragédia da utopia”, Crônicas contra o totalitarismo e a “A Tomada do Brasil pelos maus brasileiros”, mantenedor de seu site http://www.puggina.org, articulista de vários portais online e cronista do jornal Zero Hora.
Clístenes Hafner Fernandes:
Professor de línguas e cantor lírico. Fundador da Schola Classica – centro de estudos das sabedorias clássicas. Atua como professor e palestrante tendo como escopo as culturas latinas e germânicas. Como músico, tem se dedicado ao ensino da técnica vocal e ao estudo e execução de Lieder (canções eruditas alemãs).
Roque Callage Neto
Professor Doutor em Ciências Sociais e Relações Americanas com Pós-doutorado em Economia do Desenvolvimento. Com a sua pesquisa sobre a cidadania social canadense em 2004, venceu o prêmio “Governor General” do Ministério do Exterior do Canadá. Consultor da Chair “Canada: Social and Cultural Challenges in a Knowledge-Based Society”,Universidade de Ottawa, membro da Associação Brasileira de Estudos Canadenses (Abecan) e autor do livro “A Cidadania sempre adiada– da crise de Vargas em 54 à Era Fernando Henrique”.
Cleber Eduardo Dos Santos Dias
Padre da Igreja Católica Apostólica Romana, Doutor em Filosofia Medieval pela PUCRS – com aperfeiçoamento nas Universidades do Porto e de Roma. Autoridade reconhecida em Direito Canônico. Pesquisador abalizado sobre os seguintes temas: “A teoria dos nomes e da abstração ou lógico-linguística de Pedro Abelardo (Petrus Abaelardus 1079-1142)”, “Os processos cognitivos na Idade Média”, “Beatitude/felicidade em Agostinho de Hipona” e “A Concepção de Lei em Tomás de Aquino”.
Rafael Nogueira
Bacharel e Licenciado em Filosofia, e Bacharel em Direito. É Pós-graduado em Educação pela Universidade Metropolitana de Santos. Dirige cursos sobre livros clássicos, iniciativa que agora está sediada no NEC (Núcleo de Estudo e Cultura), sob o título “Ciclos de Estudos Clássicos”. É estudioso da vida e da obra de José Bonifácio de Andrada e Silva — que já estuda há dez anos e sobre quem dá palestras frequentes, além de trabalhar em projetos como o filme “Bonifácio – O fundador do Brasil” e nos cursos online “Os fundadores dos Estados Unidos” e “A formação do pensamento conservador brasileiro” – ambos disponíveis no site: historiaexpressa.com.br.
Thomas Giulliano Ferreira dos Santos
Licenciado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, professor dos cursos livres “Desconstruindo Paulo Freire”, “O Brasil segundo Machado de Assis”, “Em torno de Joaquim Nabuco”, dentre outros. Mantenedor do site historiaexpressa.com.br e conferencista regular de instituições de ensino.
O projeto
O livro, com cerca de 250 páginas, terá 7 capítulos inéditos que abarcam os principais temas sobre a vida e a obra de Paulo Freire, além de prefácio, notas de rodapé e vasta indicação bibliográfica.
Orçamento
O valor arrecadado na campanha será empregado nas demandas:
Preparação editorial dos textos.
Diagramação.
Revisões.
Edição.
Produção eletrônica.
Produção gráfica.
Capa.
Serviço de entrega (correio e empacotamentos).
Taxas Pagseguro e Paypal.
Impostos.
Previsão de entrega
Até o dia 31/07.
O valor de frete já está contido em todos os níveis de contribuição à campanha
Como colaborar?
Através dos seguintes meios:
Paypal, Pagseguro ou operações bancárias (depósito, transferência).
Aprendi com Tucídides que a História é a busca pela verdade, com Marc Bloch compreendi qual é o ofício de um Historiador e com Teresa D’Ávila o valor de uma vida confessional.
O governador Pedro Taques sancionou a Lei 10.473, de autoria do deputado Sebastião Rezende (PSC), que institui a “Política de Prevenção à Violência contra Profissionais da Educação da Rede de Ensino do Estado de Mato Grosso”.
Conforme a Lei, ficam instituídas normas para promover a segurança e proteção dos profissionais da educação em Mato Grosso, no exercício de suas atividades laborais, englobando os docentes, os que oferecem suporte pedagógico direto no exercício da docência, os dirigentes ou administradores das instituições de ensino, os inspetores de alunos, supervisores, orientadores educacionais e coordenadores pedagógicos.
A proposta do parlamentar é que as instituições de ensino de Mato Grosso estimulem docentes e alunos, famílias e comunidade para a promoção de atividades de reflexão e análise da violência contra os profissionais do ensino; adotem medidas preventivas e corretivas para situações em que profissionais do ensino, em decorrência de suas funções, sejam vítimas de violência ou corram riscos quanto à sua integridade física ou moral; estabelecer, em parceria com a comunidade escolar, normas de segurança e proteção de seus educadores como parte integrante de sua proposta pedagógica; incentivar os alunos a participarem das decisões disciplinares da instituição sobre segurança e proteção dos profissionais do ensino; e demonstrar à comunidade que o respeito aos educadores é indispensável ao pleno desenvolvimento da pessoa dos educandos.
A lei prevê determina que as medidas de segurança, de proteção e prevenção de atos de violência e constrangimento aos educadores incluam campanhas educativas na comunidade escolar e na comunidade geral; afastamento temporário do infrator conforme a gravidade do ato praticado; e transferência do infrator para outra escola a juízo das autoridades educacionais.
Caso comprovado o ato de violência contra o profissional do ensino , tendo dano material, físico ou moral, responderão solidariamente a família do ofensor, se menor, o ofensor e a instituição de ensino. O profissional de ensino ofendido ou em risco de ofensa poderá procurar a direção da instituição de ensino e postular providências corretivas.
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